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Ronco e apnéia do sono: tudo que precisa saber...

Quais as causas do Ronco?

O Ronco ocorre devido a obstrução parcial das vias respiratórias superiores à passagem de ar durante o sono. Ao dormir ocorre uma diminuição do tônus muscular da faringe ocorrendo estreitamento dessa região. Vários fatores podem dificultar ainda mais essa passagem do ar contribuindo com o surgimento do ronco:
- Obesidade: este é o mais frequente fator de risco envolvido. O aumento do tecido adiposo no pescoço reduz o calibre da via aérea predispondo a obstrução durante o sono.
- Idade: com o envelhecimento ocorre diminuição progressiva do tônus e elasticidade dos tecidos da garganta favorecendo a obstrução das vias aéreas.
- Obstrução nasal devida, a aumento do volume de secreções e produção de muco, a desvio de septo nasal, rinites, sinusites, pólipos nasais; à hiperplasia das amígdalas e adenoides.
- Retrognatismo, hipoplasia de mandíbula e maxila, macroglossia (aumento da língua), e outras alterações nos ossos da face entre outros.

O Ronco traz prejuízos à saúde?

O ronco pode ser o sinal de uma doença que tem graves consequências ao organismo - a Síndrome de Apnéia do Sono. Apnéia quer dizer parada respiratória, e o termo Apnéia do Sono se refere à um transtorno no qual o indivíduo apresenta sucessivas paradas respiratórias de curta duração (geralmente entre 10 e 60 segundos) durante o sono.
Esta síndrome pode trazer graves consequências ao coração e vasos sanguíneos aumentando a incidência de infarto do miocárdio, AVC ("derrame"), hipertensão arterial, arritmias e insuficiência cardíaca.
Além disso traz prejuízos à qualidade do sono levando à sintomas de sonolência diurna, déficit de memória e aprendizado, impotência sexual, cefaléia, acidentes de trânsito e de trabalho, entre muitos outros.

E o Ronco SEM Apnéia do Sono traz consequências à saúde?

O ronco pode trazer a insônia do cônjuge e sérios problemas de relacionamento. Mas não é só isso! Novas pesquisas têm demonstrado que o ronco alto pode levar a maior formação de placas de gordura nos vasos sanguíneos do pescoço aumentando a chance de ocorrer isquemias cerebrais. Outros estudos mostraram risco aumentado do desenvolvimento de diabetes, mesmo sem a presença de apnéia do sono.

Quando procurar auxílio médico?

O Ronco leve (ressonar) e eventual como em determinadas situações (apenas após uso de bebidas alcoólicas ou tranquilizantes, por exemplo) não deve ser considerado um problema médico. Entretanto indivíduos que apresentam ronco alto e/ou frequente devem procurar a avaliação de um médico especialista em medicina do sono para avaliar a presença de Apnéia do Sono associada (principalmente se possuírem mais de 40 anos de idade ou outras doenças como obesidade, hipertensão, diabetes, doenca coronariana, etc).

O que é apnéia do sono? 

Apnéia significa "parada da respiração". Apnéia do sono é o distúrbio no qual o indivíduo sofre breves e repetidas interrupções da respiração (apnéias) enquanto dorme. As apnéias são causadas por obstruções transitórias da passagem do ar pela garganta de pelo menos 10 segundos de duração. Quando ocorrem apnéias com frequência maior que 5x/hora no sono dizemos que o indivíduo é portador de apnéia do sono.
Estima-se que cerca de 4% das mulheres e 9% dos homens adultos sofram de apnéia do sono, sendo que sua prevalência é maior entre os obesos e maiores de 35 anos.
Curiosamente, apesar de possuir alta prevalência na população, apenas recentemente a medicina reconheceu, através de estudos científicos, os riscos trazidos por esta doença e a importância do seu diagnóstico. Deste modo, sabe-se que cerca de 90% dos indivíduos que possuem apnéia do sono ainda não possuem o diagnóstico ou sequer foram alertados pelo seu médico para a possibilidade de sofrerem desta doença.

O que provoca a apnéia do sono?

  • Aumento do peso (causa mais comum nos adultos): o excesso de tecido mole na garganta dificulta mantê-la aberta.
  • Os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal: isso tende a agravar-se com a idade.
  • Alterações do formato da cabeça e pescoço pode resultar em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.
  • Amígdalas e adenóides grandes são causa comum de apnéia do sono na criança.

Quais as consequências da apnéia do sono?

Cada vez que ocorre uma apnéia ocorre uma diminuição rápida da oxigenação sanguínea. A fim de evitar a morte por asfixia, o organismo envia um “sinal” ao cérebro despertando-o por tempo suficiente para conseguir desobstruir a garganta. Ou seja, ocorre um microdespertar que o indivíduo não percebe e nem lembra no dia seguinte. Esse fenômeno pode repetir-se até 1000 vezes em cada noite de sono nos casos mais graves. Após cada microdespertar ocorre também uma descarga aguda de hormônios do estresse como adrenalina e outros que, aliada a queda da oxigenação sanguínea, pode desencadear arritmias cardíacas, infarto do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC) durante o sono. Além disso, a apnéia do sono não tratada, a longo prazo, ocasiona ou agrava várias doenças como diabetes, obesidade, hipertensão, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, arritmias cardíacas, AVCs, entre outras.
Devido ao grande número de microdespertares pelas apnéias repetidas, o sono torna-se fragmentado ocorrendo diminuição do sono profundo e do sono REM nos indivíduos com apnéia do sono. O sono profundo é fundamental para a recuperação do corpo, enquanto que a fase REM (Rapid Eye Movement - fase onde ocorrem os sonhos) é importante para a consolidação do aprendizado e da memória. Assim, a apnéia do sono é uma das causas mais comuns de fadiga, sonolência e dificuldades de aprendizado e memória, entre outros sintomas.

Quais os sintomas da Apnéia do Sono? Quando suspeitar desse distúrbio?

O indivíduo com apnéia do sono raramente percebe que tem dificuldade para respirar durante o sono e por esse motivo, a doença geralmente passa despercebida ao longo de vários anos até o seu diagnóstico. Em muitos casos, a suspeita da doença ocorre por outras pessoas que observam os episódios de apnéia ou devido aos seguintes sintomas que podem ser observados:
  • Ronco alto e interrompido
  • Sono agitado
  • Engasgos noturnos
  • Sonolência excessiva durante o dia
  • Despertares frequentes
  • Levantar-se para urinar à noite
  • Pesadelos
  • Sono não reparador
  • Fadiga crônica
  • Dor de cabeça pela manhã
  • Irritabilidade
  • Apatia, Depressão
  • Dificuldade de concentração
  • Perda de memória
  • Impotência sexual

Como diagnosticar?

O diagnóstico da apnéia do sono é feito através de um exame chamado polissonografia que é realizada à noite em um laboratório de sono sob a supervisão de técnico ou enfermeiro capacitado. O paciente deve dormir com sensores fixados no corpo que permitem o registro da passagem do ar pelo nariz/boca, oxigenação sanguínea, frequência cardíaca, movimentos do tórax, posição do corpo na cama, além de outros dados. Os sensores são fixados de maneira a permitir ao paciente movimentar-se durante o exame, não atrapalhando assim o sono. Em casos selecionados o exame pode ser realizado no próprio domicílio do paciente através de aparelhos portáteis.

Qual o tratamento da apnéia do sono?

O tratamento depende da causa e da gravidade da doença. O ronco sem apnéia, bem como a apnéia do sono leve podem ter melhora significativa com medidas simples como: dormir de lado, perder peso, evitar uso de álcool ou tranquilizantes, entre outras. O uso de dispositivos orais confeccionado por dentistas que avançam a mandíbula durante o sono (placa oral) pode ser indicado em alguns casos.
O tratamento mais eficaz e mais utilizado para os casos moderados ou graves consiste no uso do aparelho chamado CPAP (do inglês, Continuous Positive Airway Pressure). O CPAP consiste em um pequeno compressor de ar muito silencioso de alta tecnologia que se conecta a uma máscara ajustada ao nariz do paciente. Esse aparelho previne a obstrução da garganta durante o sono e reestabelece o sono normal ao indivíduo. Apesar de parecer algo muito desconfortável à primeira vista, o aparelho costuma ser bem tolerado pelos pacientes após a primeira semana de uso. As indicações, contra-indicações e boa adaptação deste tratamento ao paciente tem melhores resultados quando realizado com acompanhamento de um médico e equipe de saúde especializada em distúrbios do sono.
Alguns casos podem se beneficiar de algum tipo de cirurgia aplicada ao nariz e/ou à garganta. Nestes casos, o paciente deve ser cuidadosamente avaliado por médico especialista em distúrbios do sono para indicar o tipo de cirurgia mais apropriada ou evitar uma cirurgia desnecessária.

Quando e como procurar ajuda médica?

O indivíduo que apresenta as doenças e/ou os sintomas descritos anteriormente deve questionar o seu médico sobre este problema ou procurar um médico especializado em distúrbios do sono (medicina do sono). Este poderá encaminhá-lo ao exame de polissonografia para confirmar ou descartar a suspeita de apnéia do sono, além de classificar a gravidade da doença.  Caso confirme-se a suspeita da doença, o médico especialista poderá orientar e conduzir a melhor forma de tratamento para cada caso, restaurando assim um sono de qualidade.

O que é polissonografia?

A polissonografia é o exame rotineiramente usado para a investigação de vários distúrbios do sono. O paciente deve dormir com sensores fixados no corpo que permitem o registro da passagem do ar pelo nariz/boca, oxigenação sanguínea, frequência cardíaca, movimentos do tórax, posição do corpo na cama, além de outros dados. Os sensores são fixados de maneira a permitir ao paciente movimentar-se durante o exame, não atrapalhando assim o sono. O exame é indolor. Todos os sensores são fixados na superfície do corpo. Não se usam agulhas ou instrumentos semelhantes, ou seja, o exame é não-invasivo e não envolve qualquer risco.
Até recentemente era apenas realizada em clínicas ou laboratórios de sono, sob a supervisão de técnico ou enfermeiro capacitado. A Clínica de Distúrbios do Sono Dr. Marcelo Andrade agora oferece aos seus pacientes uma nova tecnologia, já testada e aprovada em diversos estudos internacionais, que permite a realização do exame da polissonografia em seu próprio domicílio. Isso traz mais conforto e possibilita a realização do exame também naqueles pacientes que têm dificuldade em dormir no ambiente de laboratório, em condições e horários diferentes ao seu ambiente de sono habitual.

Existem 2 tipos de polissonografia domiciliar:

1) Polissonografia específica para avaliar ronco e suspeita de apnéia do sono - Utiliza menos sensores (fios) sendo mais cômoda e permite a adequada avaliação da respiração durante o sono. Tem sido um exame muito solicitado no momento pelo menor preço e maior comodidade para aqueles indivíduos que apresentam ronco e forte suspeita de apnéia do sono. O paciente retira o aparelho portátil na clínica e recebe instruções básicas sobre o uso do aparelho em seu domicílio. NÃO requer a visita de um técnico no domicílio (esta é opcional de acordo com a preferência do paciente), sendo de fácil instalação pelo próprio paciente e/ou acompanhante no momento em que se prepara para dormir. No dia seguinte, o paciente deve retirar todos os sensores, guardar na mochila apropriada e devolver no endereço de nossa clínica.
2) Polissonografia completa - realizada com eletroencefalograma, eletromiograma em membros inferiores e outros sensores adicionais. Pode ser indicada para a avaliação de praticamente todos os distúrbios do sono. O técnico especializado deve visitar a casa do paciente e instala o exame à noite no melhor horário (conforme planejado com o cliente). O Técnico NÃO permanece no local, ou seja, apenas realiza a instalação. No dia seguinte, o cliente retira todos os sensores e devolve no nosso endereço para a análise e emissão do laudo no endereço de nossa clínica.

Como se preparar para o exame?

No dia do exame lavar a cabeça apenas com xampu. Após a lavagem dos cabelos, não usar no couro cabeludo qualquer produto oleoso ou cremoso, pois estes podem prejudicar a aderência dos sensores no couro cabeludo.
Pacientes que fazem uso regular de medicações devem relatar ao médico que orientará sobre a necessidade ou não da interrupção destas. No caso de indivíduos que usam tranquilizantes diariamente para dormir, a medicação habitual poderá ser utilizada para evitar que o indivíduo não consiga dormir e também para verificar o próprio efeito daquela medicação sobre o seu sono.

Cinco dicas para facilitar o uso do CPAP

Apesar de sabermos os benefícios do CPAP para muitos pacientes com apnéia do sono, observa-se, não raramente, alguma dificuldade para adaptar-se ao uso do aparelho nas primeiras semanas, o que pode levar ao abandono precipitado do tratamento. Veja 5 dicas importantes para uma boa adaptação ao CPAP:
Dica 1 Na primeiras dificuldades ou dúvidas não desista!! Não abandone o tratamento! Pelo contrário, se surgirem dificuldades procure o seu médico que lhe ajudará a solucionar os problemas nessa primeira semana.

Dica 2 Ajuste a máscara de forma que ela fique firme sem apertar demais. Para saber se não está exagerando você deve conseguir passar, sem dificuldade, o dedo indicador entre a fita elástica e o rosto.

Dica 3 Nos primeiros dias, caso não consiga usar o CPAP a noite toda, use o maior tempo que conseguir, sem insistir demais. É normal sentir dificuldades na primeira semana. Ex: tente usar de 3 a 4 horas no primeiro dia e a cada dia tente aumentar 1 hora até que você consiga dormir a noite toda.

Dica 4 Nos primeiros momentos de uso, respire devagar e profundamente (quanto mais tempo melhor). Isso fará com que você se ajuste mais rápido a pressão produzida pelo CPAP.

Dica 5 Apesar do CPAP só ser eficaz durante o sono, é interessante utilizá-lo pouco antes de dormir ou em algum momento oportuno, vendo televisão, lendo algo, etc. Com isso, você irá tirar sua atenção do CPAP e da máscara fazendo seu corpo se adaptar a eles sem perceber. Quando menos esperar, estará usando normalmente.
O constrangimento no uso do CPAP ocorre em ambos os sexos, mas existe principalmente nos homens. Pois, estes, não admitem ter algum “sinal” de fraqueza ou dependência diante da sua parceira, ainda mais na cama. Esta interpretação é totalmente contornada quando o usuário recebe o apoio e a compreensão da família, como também, percebe, com o uso do CPAP, sua disposição, tranqüilidade, humor, melhorarem drasticamente. Revitalizando o relacionamento familiar e social que estavam prejudicados pelo cansaço, estresse e mau humor.
Lembrete: Não existe prazo determinado para você conseguir usar plenamente o CPAP. Cada pessoa tem seu período de adaptação.
Assim como acontece com aqueles que usam óculos, por exemplo, o uso do CPAP provavelmente se tornará automático após alguns meses de uso, não mais causando nenhum desconforto e levando melhorias significativas à sua qualidade de vida.
Atenção: Todas os procedimentos acima serão muito mais eficazes com o acompanhamento e orientação de uma equipe especializada na área. Por isso, sempre que possível contate o seu médico para informar o que está errado e também o que está funcionando bem.

http://www.disturbiosdosono.net/index.shtml
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Diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade em adultos

CONSENSO BRASILEIRO DE ESPECIALISTAS
SOBRE
DIAGNÓSTICO DO TRANSTORNO DE DÉFICIT
DE ATENÇÃO / HIPERATIVIDADE EM ADULTOS (TDAH
http://www.tdah.org.br/images/stories/site/pdf/consenso_final.pdf
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Transtornos Psicopedagógicos e Fonoaudiológicos

Transtornos psicopedagógicos








Discalculia

A matemática para algumas crianças ainda é um bicho de sete cabeças. Muitos não compreendem os problemas que a professora passa no quadro e ficam muito tempo tentando entender se é para somar, diminuir ou multiplicar; não sabem nem o que o problema está pedindo. Alguns, em particular, não entendem os sinais, muito menos as expressões. Contas? Só nos dedos e olhe lá.
Em muitos casos o problema não está na criança, mas no professor que elabora problemas com enunciados inadequados para a idade cognitiva da criança.
Carraher afirma que:

“Vários estudos sobre o desenvolvimento da criança mostram que termos quantitativos como “mais”, “menos”, maior”, “menor” etc. são adquiridos gradativamente e, de início, são utilizados apenas no sentido absoluto de “o que tem mais”, “o que é maior” e não no sentido relativo de “ ter mais que” ou “ser maior que”. A compreensão dessas expressões como indicando uma relação ou uma comparação entre duas coisas parece depender da aquisição da capacidade de usar da lógica que é adquirida no estágio das operações concretas”...”O problema passa então a ser algo sem sentido e a solução, ao invés de ser procurada através do uso da lógica, torna-se uma questão de adivinhação” (2002, p. 72).

No entanto, em outros casos a dificuldade pode ser realmente da criança e trata-se de um distúrbio e não de preguiça como pensam muitos pais e professores desinformados.
Em geral, a dificuldade em aprender matemática pode ter várias causas.
De acordo com Johnson e Myklebust, terapeutas de crianças com desordens e fracassos em aritmética, existem alguns distúrbios que poderiam interferir nesta aprendizagem:

Distúrbios de memória auditiva:
- A criança não consegue ouvir os enunciados que lhes são passados oralmente, sendo assim, não conseguem guardar os fatos, isto lhe incapacitaria para resolver os problemas matemáticos.
- Problemas de reorganização auditiva: a criança reconhece o número quando ouve, mas tem dificuldade de lembrar do número com rapidez.


 Distúrbios de leitura:
- Os dislexos e outras crianças com distúrbios de leitura apresentam dificuldade em ler o enunciado do problema, mas podem fazer cálculos quando o problema é lido em voz alta. É bom lembrar que os dislexos podem ser excelentes matemáticos, tendo habilidade de visualização em três dimensões, que as ajudam a assimilar conceitos, podendo resolver cálculos mentalmente mesmo sem decompor o cálculo. Podem apresentar dificuldade na leitura do problema, mas não na interpretação.


- Distúrbios de percepção visual: a criança pode trocar 6 por 9, ou 3 por 8 ou 2 por 5 por exemplo. Por não conseguirem se lembrar da aparência elas têm dificuldade em realizar cálculos.



Distúrbios de escrita:
- Crianças com disgrafia têm dificuldade de escrever letras e números.



Estes problemas dificultam a aprendizagem da matemática, mas a discalculia impede a criança de compreender os processos matemáticos.
A discalculia é um dos transtornos de aprendizagem que causa a dificuldade na matemática. Este transtorno não é causado por deficiência mental, nem por déficits visuais ou auditivos, nem por má escolarização, por isso é importante não confundir a discalculia com os fatores citados acima.
O portador de discalculia comete erros diversos na solução de problemas verbais, nas habilidades de contagem, nas habilidades computacionais, na compreensão dos números.
Kocs (apud García, 1998) classificou a discalculia em seis subtipos, podendo ocorrer em combinações diferentes e com outros transtornos:
Discalculia Verbal - dificuldade para nomear as quantidades matemáticas, os números, os termos, os símbolos e as relações.
Discalculia Practognóstica - dificuldade para enumerar, comparar e manipular objetos reais ou em imagens matematicamente.
Discalculia Léxica - Dificuldades na leitura de símbolos matemáticos.
Discalculia Gráfica - Dificuldades na escrita de símbolos matemáticos.
Discalculia Ideognóstica – Dificuldades em fazer operações mentais e na compreensão de conceitos matemáticos.
Discalculia Operacional - Dificuldades na execução de operações e cálculos numéricos.




Na área da neuropsicologia as áreas afetadas são:

Áreas terciárias do hemisfério esquerdo que dificulta a leitura e compreensão dos problemas verbais, compreensão de conceitos matemáticos;
Lobos frontais dificultando a realização de cálculos mentais rápidos, habilidade de solução de problemas e conceitualização abstrata.
Áreas secundárias occípito-parietais esquerdos dificultando a discriminação visual de símbolos matemáticos escritos.
Lobo temporal esquerdo dificultando memória de séries, realizações matemáticas básicas.

De acordo com Johnson e Myklebust a criança com discalculia é incapaz de:

Visualizar conjuntos de objetos dentro de um conjunto maior;
Conservar a quantidade: não compreendem que 1 quilo é igual a quatro pacotes de 250 gramas.
Seqüenciar números: o que vem antes do 11 e depois do 15 – antecessor e sucessor.
Classificar números.
Compreender os sinais +, - , ÷, ×.
Montar operações.
Entender os princípios de medida.
Lembrar as seqüências dos passos para realizar as operações matemáticas.
Estabelecer correspondência um a um: não relaciona o número de alunos de uma sala à quantidade de carteiras.
Contar através dos cardinais e ordinais.

Os processos cognitivos envolvidos na discalculia são:

1. Dificuldade na memória de trabalho;
2. Dificuldade de memória em tarefas não-verbais;
3. Dificuldade na soletração de não-palavras (tarefas de escrita);
4. Não há problemas fonológicos;
5. Dificuldade na memória de trabalho que implica contagem;
6. Dificuldade nas habilidades visuo-espaciais;
7. Dificuldade nas habilidades psicomotoras e perceptivo-táteis.

De acordo com o DSM-IV, o Transtorno da Matemática caracteriza-se da seguinte forma:
A capacidade matemática para a realização de operações aritméticas, cálculo e raciocínio matemático, encontra-se substancialmente inferior à média esperada para a idade cronológica, capacidade intelectual e nível de escolaridade do indivíduo.
As dificuldades da capacidade matemática apresentadas pelo indivíduo trazem prejuízos significativos em tarefas da vida diária que exigem tal habilidade.
Em caso de presença de algum déficit sensorial, as dificuldades matemáticas excedem aquelas geralmente a este associadas.
Diversas habilidades podem estar prejudicadas nesse Transtorno, como as habilidades lingüisticas (compreensão e nomeação de termos, operações ou conceitos matemáticos, e transposição de problemas escritos em símbolos matemáticos), perceptuais (reconhecimento de símbolos numéricos ou aritméticos, ou agrupamento de objetos em conjuntos), de atenção (copiar números ou cifras, observar sinais de operação), e matemáticas (dar seqüência a etapas matemáticas, contar objetos e aprender tabuadas de multiplicação).



Quais os comprometimentos?

Organização espacial;
Auto-estima;
Orientação temporal;
Memória;
Habilidades sociais;
Habilidades grafomotoras;
Linguagem/leitura;
Impulsividade;
Inconsistência (memorização).

Ajuda do professor:

O aluno deve ter um atendimento individualizado por parte do professor que deve evitar:

Ressaltar as dificuldades do aluno, diferenciando-o dos demais;
Mostrar impaciência com a dificuldade expressada pela criança ou interrompê-la várias vezes ou mesmo tentar adivinhar o que ela quer dizer completando sua fala;
Corrigir o aluno freqüentemente diante da turma, para não o expor;
Ignorar a criança em sua dificuldade.



Dicas para o professor:
· Não force o aluno a fazer as lições quando estiver nervoso por não ter conseguido;
· Explique a ele suas dificuldades e diga que está ali para ajudá-lo sempre que precisar;
· Proponha jogos na sala;
· Não corrija as lições com canetas vermelhas ou lápis;
· Procure usar situações concretas, nos problemas.


Ajuda do profissional:

Um psicopedagogo pode ajudar a elevar sua auto-estima valorizando suas atividades, descobrindo qual o seu processo de aprendizagem através de instrumentos que ajudarão em seu entendimento. Os jogos irão ajudar na seriação, classificação, habilidades psicomotoras, habilidades espaciais, contagem.
Recomenda-se pelo menos três sessões semanais.
O uso do computador é bastante útil, por se tratar de um objeto de interesse da criança.
O neurologista irá confirmar, através de exames apropriados, a dificuldade específica e encaminhar para tratamento. Um neuropsicologista também é importante para detectar as áreas do cérebro afetadas. O psicopedagogo, se procurado antes, pode solicitar os exames e avaliação neurológica ou neuropsicológica.

O que ocorre com crianças que não são tratadas precocemente?

Comprometimento do desenvolvimento escolar de forma global
O aluno fica inseguro e com medo de novas situações
Baixa auto-estima devido a críticas e punições de pais e colegas
Ao crescer o adolescente / adulto com discalculia apresenta dificuldade em utilizar a matemática no seu cotidiano.


Qual a diferença? Acalculia e Discalculia.
A discalculia já foi relatada acima.
A acalculia ocorre quando o indivíduo, após sofrer lesão cerebral, como um acidente vascular cerebral ou um traumatismo crânio-encefálico, perde as habilidades matemáticas já adquiridas. A perda ocorre em níveis variados para realização de cálculos matemáticos.

Cuidado!
As crianças, devido a uma série de fatores, tendem a não gostar da matemática, achar chata, difícil. Verifique se não é uma inadaptação ao ensino da escola, ou ao professor que pode estar causando este mal estar. Se sua criança é saudável e está se desenvolvendo normalmente em outras disciplinas não se desespere, mas é importante procurar um psicopedagogo para uma avaliação.
Muitas confundem inclusive maior-menor, mais-menos, igual-diferente, acarretando erros que poderão ser melhorados com a ajuda de um professor mais atento.


Bibliografia:

CARRAHER, Terezinha Nunes (Org.). Aprender Pensando. Petrópolis, Vozes, 2002.
GARCÍA, J. N. Manual de Dificuldades de Aprendizagem. Porto Alegre, ArtMed, 1998.
JOSÉ, Elisabete da Assunção, Coelho, Maria Teresa. Problemas de aprendizagem. São Paulo, Ática, 2002.
RISÉRIO, Taya Soledad. Definição dos transtornos de aprendizagem. Programa de (re) habilitação cognitiva e novas tecnologias da inteligência. 2003.
http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=133
http://www.juliannamartins.ubbi.com.br/pagina2.html



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Problemas de aprendizagem em crianças

Os problemas de aprendizagem afetam 1 em cada 10 crianças em idade escolar. São problemas que podem ser detectados em crianças a partir dos 5 anos de idade e constituem uma grande preocupação para muitos pais, já que afetam o rendimento escolar e as relações interpessoais dos seus filhos.

Como identificar os problemas na aprendizagem 

Uma criança com problemas de aprendizagem, pode ter um nível normal de inteligência, de acuidade visual e auditiva. É uma criança que se esforça em seguir as instruções, em concentrar-se, e portar-se bem em sua casa e na escola. Sua dificuldade está em captar, processar e dominar as tarefas e informações, e logo a desenvolvê-las posteriormente. A criança com esse problema não pode fazer o que outros com o mesmo nível de inteligência podem conseguir.
A criança com problemas específicos de aprendizagem tem padrões pouco usuais em perceber as coisas no ambiente externo. Seus padrões neurológicos são diferentes das outras crianças da mesma idade. No entanto, têm em comum algum tipo de fracasso na escola ou em sua comunidade.

Como detectar problemas de aprendizagem nas crianças

Não é nada difícil detectar quando uma criança está tendo problemas para processar as informações e a formação que recebe. Os pais devem estar atentos e conscientes dos sinais mais frequentes que indicam a presença de um problema de aprendizagem, quando a criança:
- Apresenta dificuldade para entender e seguir tarefas e instruções.
- Apresenta dificuldade para relembrar o que alguém acaba de dizer.
- Não domina as destrezas básicas de leitura, soletração, escrita e/ou matemática, pelo que fracassa no trabalho escolar.
- Apresenta dificuldade para distinguir entre a direita e a esquerda, para identificar palavras, etc. Sua tendência é escrever as letras, palavras ou números ao contrário.
- Falta-lhe coordenação ao caminhar, fazer esportes ou completar atividades simples, tais como apontar um lápis ou amarrar o cordão do sapato.
- Apresenta facilidade para perder ou extraviar seu material escolar, como os livros e outros artigos.
- Tem dificuldade para entender o conceito de tempo, confundindo o “ontem”, com o “hoje” e/ou “amanhã”.
- Manifesta irritação ou excitação com facilidade.

Características dos problemas de aprendizagem

As crianças que têm problemas de aprendizagem, com frequência apresentam, segundo a lista obtida do “When Learning is a Problem/LDA (Learning Disabilities Association of America)”, características e/ou deficiências em:
Leitura (visão)
A criança se aproxima muito do livro; diz palavras em voz alta; assina, substitui, omite e inverte as palavras; vê duplicado, pula e lê a mesma linha duas vezes; não lê com fluidez; tem pouca compreensão na leitura oral; omite consoantes finais na leitura oral; pestaneja em excesso; fica vesgo ao ler; tende a esfregar os olhos e queixar-se de que coçam; apresentam problemas de limitação visual, soletração pobre, entre outras.
EscritaA criança inverte e troca letras maiúsculas; não deixa espaço entre palavras e não escreve em cima das linhas; pega o lápis desajeitado e não tem definido se é destro ou canhoto; move e coloca o papel de maneira incorreta; trata de escrever com o dedo; tem o pensamento pouco organizado e uma postura pobre, etc.
Auditivo e verbal
A criança apresenta apatia, resfriado, alergia e/ou asma com frequência; pronuncia mal as palavras; respira pela boca, queixa-se de problemas do ouvido; sente-se enjoado; fica branco quando lhe falam; depende de outros visualmente e observa o professor de perto; não pode seguir mais de uma instrução por vez; põe a televisão e o rádio em volume muito alto, etc.
Matemáticas
O aluno inverte os números; tem dificuldade para saber a hora; pobre compreensão e memória dos números; não responde a dados matemáticos, etc.
Social / Emocional
Criança hiperativa, com baixa auto-estima e atenção.

COMO LIDAR COM CRIANÇAS QUE TEM DIFICULDADE EM APRENDER

O termo 'dificuldade de aprendizagem' começou a ser usado na década de 60 e até hoje - na maioria das vezes - é confundido por pais e professores como uma simples desatenção em sala de aula ou 'espírito bagunceiro' das crianças. Mas a dificuldade de aprendizagem refere-se a um distúrbio - que pode ser gerado por uma série de problemas cognitivos ou emocionais - que pode afetar qualquer área do desempenho escolar.

Na maioria dos casos é o professor o primeiro a identificar que a criança está com alguma dificuldade, mas os pais e demais membros da família devem ficar atentos ao desenvolvimento e ao comportamento da criança.
Segundo especialistas, as crianças com dificuldades de aprendizagem podem apresentar desde cedo um maior atraso no desenvolvimento da fala e dos movimentos do que o considerado 'normal'.
Mas os pais têm que ter cuidado para não confundir o desenvolvimento normal com a dificuldade de aprender. A psicóloga Maura Tavares Rech, especialista em psicoterapia infantil, afirma que "toda a criança tem um processo diferente de desenvolvimento - umas aprendem a andar mais cedo, outras falam mais cedo - e isso é absolutamente normal, não existe um 'padrão' de desenvolvimento. Portanto é importante que os pais respeitem o desenvolvimento geral da criança. Nesta fase o pediatra torna-se um grande aliado dos pais", diz a psicóloga.
Crianças com dificuldades de aprendizagem geralmente apresentam desmotivação e incômodo com as tarefas escolares gerados por um sentimento de incapacidade, que leva à frustração.
Neste caso, a orientação da psicóloga é de "valorizar o que a criança sabe para fortalecer sua auto-estima". Mostrar para a criança o quanto ela e boa em tarefas na qual ela tem habilidade e incentivá-la a desenvolver outras tarefas nas quais ela não é tão boa, é fundamental.
"Os pais têm que dar segurança e atenção para ensinar a criança a aceitar as frustrações", diz Maura. Criar um ambiente adequado para que ela desenvolva o estudo e estabelecer limite de horários para a realização das tarefas são outras dicas importantes da psicóloga.
Mas não se deve confundir dificuldade de aprendizagem com falta de vontade de realizar as tarefas. Maura afirma que problemas de aprendizagem podem ser causados por uma simples preferência por determinadas disciplinas ou assuntos. "Nestes casos um professor particular pode, muitas vezes, resolver o problema", diz ela.
Se os pais acreditam que seu filho apresenta dificuldades de aprendizagem, devem procurar um profissional para receber as orientações.
Neste caso, os psicólogos com especialização em clinica infantil são os profissionais adequados para realizar uma avaliação e tratar da criança, se o problema for gerado por fator emocional. Caso o diagnóstico da criança for dificuldade cognitiva, a criança deve ser encaminhada para um psicopedagogo que poderá ajudar no desenvolvimento dos processos de aprendizagem.
Para obter resultados concretos é preciso ser feito um trabalho em conjunto entre pais, psicólogos, psicopedagogos, escolas e professores, que deverão estar envolvidos com um único objetivo: ajudar a criança. E é imprescindível que os pais conheçam seus filhos e conversem freqüentemente com eles para que possam detectar quando algo não vai bem.
Redação Terra

http://cristianefigueiro.zip.net/
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Conceito Bobath

e-book Conceito Bobath







http://www.doctorfono.com/2011/03/e-book-conceito-bobath.html

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CÂNCER DE LARINGE É NOVO FOCO DA CAMPANHA DA VOZ SBLV

21/12/2011
Há mais de 10 anos, o mês de abril é o mês da voz, época em que a Academia Brasileira de Laringologia e Voz (ABLV) intensifica seus trabalhos de conscientização com a Campanha Nacional da Voz. Porém, os preparativos já estão começando, com o objetivo de alertar a população a se prevenir contra o câncer de laringe, doença que há meses toma conta da mídia depois do diagnóstico do ex-presidente Lula.

Até o ano de lançamento da campanha, em 1999, o câncer de laringe vitimava 15 mil brasileiros por ano, sendo 8 mil casos fatais, segundo dados da OMS. Em cada edição da Campanha, são atendidas e orientadas cerca de 40 mil pessoas, número que se repete anualmente desde então.

O enfoque da Campanha para esse final de ano, bem como no ano que vem, será para a prevenção, conscientização e informação sobre esse mal, que atinge 10 mil pessoas no Brasil todos os anos, segundo dados recentes do Instituto Nacional do Câncer (INCA), e surge principalmente com a ingestão excessiva de álcool e o vício de fumar. Além disso, pacientes com câncer de laringe que continuam a fumar e beber têm probabilidade de cura diminuída e aumento do risco de aparecimento de um segundo tumor primário na área de cabeça e pescoço.

Além de tudo isso, há uma estimativa de um milhão de novos casos de câncer nos próximos dois anos no país, segundo o INCA. Outro dado preocupante da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de incidência deste tipo de tumor, perdendo apenas para a Espanha.

Para que a população saiba como se prevenir desse mal, e sabendo que, hoje, a chance de cura de um câncer de laringe é alta, especialmente se ele é descoberto no momento em que ele está confinado na região onde se iniciou, a ABLV irá trabalhar fortemente com a sua campanha para evitar que esses números sejam grandes nos próximos anos no país.
Divulgação da Campanha:

 
 
http://www.doctorfono.com/2011/12/cancer-de-laringe-e-novo-foco-da.html
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Terapia Fonoaudiológica para diminuir o ronco


Uma nova opção para o tratamento do ronco e da apneia tem sido a terapia fonoaudiológica. No InCor, a fonoaudióloga Katia Guimarães aplicou a terapia fonoaudiológica e foram observadas diminuição das pausas respiratórias, redução do ronco e melhora na qualidade do sono.

A terapia fonoaudiológica busca, por meio de exercícios e da adequada realização das funções de mastigar, engolir, respirar, sugar e falar, o fortalecimento e remodelamento da via aérea superior.

O médico especializado deverá realizar o diagnóstico da doença e indicar o tratamento.

A terapia fonoaudiológica é indicada para roncos, apneias leves e moderadas. É importante que sejam descartadas obstruções nasais graves.

Para evitar qualquer tipo movimentação inadequada dos músculos orofaciais que possa causar desconforto, o paciente deve ter muita cautela ao realizar os exercícios sem acompanhamento de um profissional adequado, neste caso um fonoaudiólogo especializado na área de motricidade orofacial.


Dentre os principais exercícios, podemos citar:
 
- Abaixamento da parte de trás da língua.
- Elevação do céu da boca e da campainha (palato mole e úvula)
- Varrer o céu da boca com a língua de frente para trás.
- Apertar o dedo contra a bochecha.



Fonte: http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2010/07/aprenda-exercicios-com-boca-para-tratar-ronco-e-apneia.html
http://fonoaudialogue.blogspot.com/2012/01/terapia-fonoaudiologica-para-diminuir-o.html?spref=fb
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Saiba mais sobre Zumbido!

ZUMBIDO
Sinônimos:
Acufeno, tinnitus, tinido. 

O que é?
É um som que não está ao nosso redor mas dentro de nós (dentro da via auditiva). Pode ser percebido no(s) ouvido(s) ou na cabeça e pode ter uma única ou múltiplas causas. O zumbido não é uma doença mas um sintoma, uma percepção auditiva fantasma cuja intensidade é impossível de ser mensurada.
Como é?
O barulho (zumbido) pode ser referido como um chiado, apito, barulho de chuveiro, de cachoeira, de concha, de cigarra, do escape da panela de pressão, de campainha, do esvoaçar de um inseto, de pulsação do coração, etc. Pode ser de forma contínua ou intermitente, mono ou politonal.
O zumbido causa sofrimento?
Cerca de 17% da população mundial tem zumbido. A maioria relata o zumbido apenas como um incomodo, outros dizem que certas funções como o sono e a concentração estão prejudicadas. Em sua forma severa, que corresponde a cerca de 20% dos casos o zumbido causa sofrimento. É a queixa principal e freqüentemente dramática na consulta médica. Em geral são pessoas acometidas também por outros transtornos, principalmente os de natureza psiquiátrica. O grau de desconforto, intolerância ou incapacidade quase sempre não estão relacionados com o grau de intensidade do zumbido. Os transtornos de humor (depressão, distimia) e ansiedade, freqüentemente presentes, exercem fortes influências no agravamento do sintoma zumbido.
Zumbido tem causa?
Em geral nenhuma causa especifica pode ser estabelecida para o tipo comum (subjetivo) de zumbido. Perda auditiva, infecção no ouvido,obstrução do conduto auditivo ( cerume), ingestão de determinados medicamentos , exposição prolongada ao ruído, tumor, são fatores entre outros , que podem estar associados com o zumbido. Se for do tipo objetivo ou vibratório (incomum) as causas são vasculares (pulsáteis) ou musculares (clipes).
Como o médico faz o exame?
O medico ouve, examina e pede os exames complementares necessários: audiologicos, laboratoriais, eletrofisiológicos e de imagem. Atenção especial deve ser dada à vida psíquica do paciente.
Como se trata?
Os pacientes com zumbido crônico severo, isto é, o zumbido que causa sofrimento, necessitam do que chamamos de um tratamento/controle, termo usado para referir-se a quaisquer modalidades conhecidas de terapia que oferecem alivio ao paciente de sintomas que o afligem.
A. Tranquilizar o paciente: dizer que o zumbido não é uma ameaça para sua saúde. Assegurar que vai melhorar. Incentivar a prática de medidas que melhoram a qualidade de vida: alimentação regrada, atividade física regular e controle da vida psíquica.
B. Avaliação psiquiátrica
C. Medicamentos: ansiolíticos, zinco (se necessário). O íon zinco participa na neurotransmissão na via auditiva central. A carência pode estar relacionada com algum tipo de zumbido.
D. Terapia cognitiva/comportamental: baseia-se na modificação do comportamento através da aplicação de técnicas de “descondicionamento”. A finalidade é orientar, ensinar e usar técnicas comportamentais que levam à habituaçao. Um exemplo de terapia cognitiva/comportamental é a Terapia de Habituação (Tinnitus Retraining Therapy – T.R.T). A T.R.T envolve dois princípios básicos: orientação e terapia sonora (ou acústica)

1. Orientação: primeiro principio básico da T.R.T. O paciente precisa estar ciente que o tratamento básico não será com a ingestão de remédios, mas com a importante participação dele mesmo na prática de exercícios mentais que visam a habituação ao distúrbio que o acomete. Controle da mente com técnicas de meditação são estimuladas, alem do acompanhamento psicoterápico muitas vezes necessário.
2. Terapia sonora: segundo principio básico da T.R.T. A finalidade é “EVITE O SILÊNCIO” proporcionando um enriquecimento sonoro através de aparelhos eletrônicos colocados no meio ambiente ou diretamente no ouvido do paciente. Existem quatro maneiras de se fazer a terapia sonora.
a) Geradores externos de som: uteis principalmente à noite na hora de dormir, quando o silêncio é maior. Existem CD’s com sons suaves e relaxantes (música, sons da natureza). Os travesseiros com alto-falantes são indicados quando existe a preocupação de incomodar o (a) companheiro (a).
b) Aparelho auditivo: freqüentemente pacientes com zumbido apresentam também perda auditiva. Nestes casos um aparelho auditivo, utilizado para melhorar a audição vai fazer o enriquecimento sonoro pela percepção de novos sons que antes não eram ouvidos.
c) Geradores de som: esteticamente semelhantes aos aparelhos auditivos. A intensidade do som que eles emitem diretamente no canal do ouvido, deve ser regulado em intensidade menor do que a do zumbido, evitando-se mascará-lo, para seguir o preceito determinado pela TRT, a habituação .
d) Gerador de som acoplado ao aparelho auditivo: são sistemas combinados usados nos casos de perdas auditivas significativas e zumbido. O tratamento TRT induz à habituação ao som do zumbido e isso ocorre a partir do momento em que o som não provoca nenhuma reação importante ou sentimentos negativos no paciente. Trata-se de tratamento longo (18 a 24 meses).
Outros métodos de tratamentos:
Estimulação magnética transcraniana: consiste na aplicação diária de estímulos magnéticos repetitivos de baixas freqüências na região temporal do cérebro durante uns 10 dias.
Estimulação elétrica da via auditiva: os estímulos são usados diretamente sobre as estruturas neurosensoriais da cóclea.
Acupuntura, hipnose: citados em algumas fontes.

Como o Zumbido evolui?
Os pacientes, submetidos à terapia de habituação, conseguem controlar o zumbido evitando as reações e os sentimentos negativos associados com o incômodo. 

Perguntas que você pode fazer ao seu médico 

Zumbido tem cura?
Por que estou com zumbido?
O meu zumbido tem cura?
Se o meu zumbido não tem cura no momento, o que devo fazer para conviver com ele? 


http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?481

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Materiais para Diagnóstico Psicopedagógico e áreas afins...

O DISLÉXICO NA ESCOLA

Primeiramente é necessário dizer o que é dislexia
caracteriza-se por uma dificuldade na área da leitura, escrita e soletração. A dislexia costuma ser identificada nas salas de aula durante a alfabetização, sendo comum provocar uma defasagem inicial de aprendizado.
Durante o acompanhamento do disléxico, é necessário estabelecer uma sintonia entre todos que estão envolvidos com as questões de aprendizagem do indivíduo. A família deve estar orientada quanto a dimensão que envolve o problema para poder melhor estabelecer o transito de informações com os especialistas e com a escola. Segundo Sanches (1998), a formação dessa rede é indispensável para avaliar os progressos, os pontos de dificuldades, os tropeços e as necessidades de estratégias.
Considerando que é no ambiente escolar que as dificuldades aparecem de forma crucial; que as condições intelectuais estão preservadas no disléxico e que não há cura plena para este transtorno, uma das tarefas mais importante do psicopedagogo ou fonoaudiólogo é garantir uma série de adaptações pedagógicas na escola. O disléxico deve progredir na escolaridade, independentemente de suas dificuldades em leitura e escrita. Deve estar muito claro que o problema não é devido à falta de motivação ou à preguiça.
A seguir algumas normas que poderão otimizar o rendimento, e ao mesmo tempo, tentar evitar problemas de frustração e baixa auto estima –estima,normas elaboradas a partir de artigos e SCHAWYTZ (2006)
1- ATITUDES:
 Dar entender ao disléxico que seu problema é conhecido e que será feito o possível para ajudá-lo.
 Dar—lhe uma atenção especial e animar-lhe a perguntar em caso de alguma dúvida.
 Comprovar sempre o material oferecido para ler é apropriado para seu nível leitor, não pretendendo que alcance um nível leitor igual aos dos outros colegas.
 Destacar Sempre os aspectos positivos em seus trabalhos e não fazê-lo repetir um trabalho escrito pelo o fato de tê-lo feito mal.
 Evitar que tenha que ler em público. Em situações em que isto é absolutamente necessário, oportunizar que ele prepare a leitura em casa.
 Aceitar que se detraia com maior facilidade que os demais, posto que a leitura lhe exige um super esforço.
 Nunca ridicularizá-lo.
PRPOSTA DE AÇÕES PEDAGÓGICA
 Ensinar que resumir anotações que sintetizem o conteúdo de uma explicação.
 Permitir o uso de meios informáticos e de corretores.
 Permitir se necessário, o uso de calculadoras e de gravações. Particularmente no ensino superior, o disléxico é beneficiado ao gravar as aulas já que tem dificuldade para ouvir e escrever ao mesmo tempos. A fita gravada lhe garantirá tranqüilidade no momento de participar das aulas, e ao mesmo tempo, possibilitará ouvi-la diversas vezes em casa para aprender melhor o conteúdo
 Usar matérias que permitem visualização (figuras, gráficos, ilustrações) para acompanhar o texto impresso.
 Evitar, sempre que possível, a cópia de grandes textos do quadro de giz, dando-lhes uma fotocópia.
 Diminuir os deveres de casa, envolvendo leitura e escrita.
AVALIAÇÃO ESCOLAR
 Realizar, sempre que possível avaliações oralmente, conduta é válida em todos os níveis de ensino, particularmente no ensino superior.
 Prever tempo extra com recurso obrigatório, não opcional, pois a capacidade de aprender do disléxico não automatizou a leitura, terá que ler pausadamente, com muito esforço e se apoiar nas suas habilidades mais altas de pensamento. Ele precisa utilizar o contexto para entender o significado da palavra, um caminho mais longo e indireto e requer um tempo extra.
 Evitar a utilização de testes de múltipla escolha que pelo o fato de descontextualizar as informações e reduzirem o tempo de execução, tornam-se muito difíceis para o disléxico. Esses testes não são indicadores do conhecimento adquiridos por eles.
 Valorizar sempre os trabalhos pelo seu conteúdo e não pelos erros cometidos de escrita.
 Oportunizar um local tranqüilo ou uma sala individual pra fazer os testes ou avaliações para que o disléxico possa focar a sua atenção na tarefa que tem para realizar. Qualquer barulho ou distração atrapalhará a leitura, fazendo com que ele mude a atenção da leitura, o que interfere na
 performance no teste.


MODELO DE CONTRATO TERAPÊUTICO PARA O DIAGNÓSTICO PSICOPEDAGÓGICO

NORMAS DE FUNCIONAMENTO:
Temos por finalidade o esclarecimento de alguns critérios básicos que englobam o êxito do tratamento, a fim de estabelecer com esses procedimentos a igualdade de direito e deveres que norteiam nossos interesses comuns.
DO PAGAMENTO
1. Deverá ser efetuado até o dia (cita o dia do mês em curso), onde serão cobrados de acordo com o número de terapias previstas para o paciente durante o mês.
2. No primeiro mês de tratamento o pagamento deverá ser efetuado de acordo com o número de sessões terapêuticas realizadas, em decorrência do período de avaliação.
3. O atendimento é pago como mensalidade, quer venha ou não, a sessão deverá SER PAGA, ISSO PARA QUE POSSAMOS ASSEGURAR SEU HORÁRIO DE ATENDIMENTO.
4. As sessões com a família ou com profissionais afins serão cobradas.
5. As sessões realizadas fora do espaço terapêutico ( visitas nas escolas e nos contatos profissionais de áreas correlatas0 valar será cobrado em dobro.
DA ASSIDUIDADE
1. O não comparecimento deverá ser informado com antecedência de no mínimo 24 horas, neste caso veremos a possibilidade de reposição.
2. O tempo de duração são de 50 minutos, ficando o atraso na responsabilidade do cliente
3. O não comparecimento sem justificativa por duas sessões consecutivas, implicará, na disponibilidade do horário.
4. Caso o não comparecimento seja do profissional, a sessão não será cobrada ou veremos a possibilidade de reposição.


OBSERVAÇÕES
1. As sessões que incidirem nos dias feriados serão descontadas da mensalidade.
2. É necessário priorizar o dia e horário do seu atendimento, para que outras atividades não venham interferir na terapia.

A SUA DEDICAÇÃO É IMPRESCINDÍVEL

Cordialmente _______________________________________________
Psicopedagogo (a)
Estou ciente das normas de funcionamento

Fortaleza, ________ de ____________________ de _____________

_____________________________________________
NOME DO CLIENTE

______________________________________________
ASSINATURA DO CLIENTE OU RESPONSÁVEL

CONTRATO E O ENQUADRAMENTO NO DIAGNÓSTICO PSICOPEDAGÓGICO
• No início do diagnóstico realiza-se um contrato com os pais e se constrói um enquadramento com estes e o paciente. O enquadramento é a definição das variáveis que intervém no processo tornando-as constantes.
São aspectos importantes do enquadramento:
• Esclarecimento dos papeis: Função do terapeuta- investigador, participação dos pais e de outros membros da família (anamnese, sessões familiares, devolução, contato com os profissionais da escola, contatos com outros profissionais que atendam ou já atenderam a criança;
• Previsão do número aproximado de sessões e forma de encerramento do trabalho;
• Definição de horário, dias e duração das sessões;
• Definição dos locais do atendimento;
• Honorários contratados e forma de serem cobrados.

Lúcia Araújo


RELAÇÃO DE MATERIAIS PSICOPEDAGÓGICOS:
(Modelo)

 Teste das Matrizes Progressivas Coloridas Raven;
 Escala de Inteligência Wechsler para Crianças (WISC – III);
 Teste Columbia de Maturidade Mental;
 Material para anamnese: entrevista semi-estruturada; formulários; fichas de avaliação e acompanhamento.
 Materiais como: lápis de cor, folhas, giz de cera, canetinhas, caneta...
 Livros que abordam temas específicos.
 Jogos para avaliação de algumas habilidades como: atendimento a ordens; nomeação de objetos e figuras; interação social; persistência e atenção; sequenciação e motricidade. Sugestão de alguns jogos:
o Caixa-encaixa;
o Pranchas de encaixes;
o Lotos;
o Tabua de pinos.
 Jogo de alfabeto móvel;
 Jogo de alfabeto ilustrado;
 Jogo de alfabeto com figuras;
 Jogo e alfabeto e sílabas;
 Jogo de alfabeto de encaixe (letra cursiva);
 Jogo de alfabeto e palavras;
 Jogo de loto leitura;
 Jogo de mico de palavras;
 Jogo de baralho para classificação;
 Jogo de carimbos (diversos);
 Conjunto de viso, perceptivo com 10 jogos;
 Bloco de construção;
 Conjunto de esquema corporal (quebra-cabeça);
 01 fazendinha;
 01 caixa quadrado vazado;
 Caixa triângulo vazado;
 Jogo de linha (matemática);
 Jogo de numerais e quantidades 0 a 9;
 16 jogos de memória (diversos);
 02 jogos de dominó associação de idéias;
 01 jogo de dominó associação geométrica;
 Jogos de dominó de frases;
 01 jogo de dominó de quantidades;
 Jogo de dominó de metade;
 Jogos de dominó de subtração;
 Jogos de dominó de multiplicação;
 Jogos de dominó de divisão silábica;
 Jogos de dominó de horas;
 Jogos de dominó de divisão;
 Jogos de divisão de figuras e fundos;
 Jogos de dominó de torre cor de rosa;
 01 casinha de encaixe;
 01 jogo de fantoches família branca (com 6 peças);
 01 jogo de fantoches família preta (com 6 peças);
 01 jogo de fantoches de animais (com 10 peças);
 Ábaco de plástico;
 Ábaco de madeira;
 09 jogos de seqüência lógica;
 Blocos lógicos;
 Quebra cabeça (diversos);
 Rádio com CD;
 01 jogo completo de Maria Montenoria;
 02 baús criativos;
 CDs de música (diversos);
 Fitas de vídeo (diversos);
 Livros de histórias (diversos);
 01 jogo CDTECA;
 Brinquedos diversos.
1 Forno de Bier;
 01 Roda de ombro;
 01 Barra paralela;
 01 Mesa (fortalecimento);
 05 Bicicletas ergométricas;
 Tábua de eversão / inversão;
 03 pares de halteres 01 KG;
 03 pares de halteres 02 KG;
 07 pares de bastões;
 02 Barras ou Ling (ou espaldar);
 01 Escada de ombro;
 01 Polia de teto;
 01 Espelho fixo;
 01 Tatâme alto;
 01 Mesa de Canavel;
 01 Infravermelho;
 02 Cunhas baixas;
 01 Rolo rígido;
 03 Bolas de Bobath (45cm, 55cm, 65cm);
 03 Rolos de Bobath;
 01 Aparelho de prono-supinação;
 Tábuas ou pranchas de equilíbrio;
 02 cunhas altas;
 Rolos de posicionamento;
 Simetrógrafo;
 Banquinho;
 Espelho móvel;
 Rampa-escada;
 Divã (mesa) para avaliação;
 Bicicleta ergométrica;
 Rolo rígido;
 Faixas Thera-band;
 Andador infantil;
 Cadeiras de canto;
 Colar cervical;
 Carrinhos e cadeiras.






RELAÇÃO DE MATERIAIS / EQUIPAMENTOS DE FONOAUDIOLOGIA


 Luvas;
 Canudos espirais Pró-Fono;
 Haltere labial;
 Haltere lingual;
 Estimulador térmico;
 Espátula;
 Chupetão Nuk (1);
 Vibrador;
 Garrote (1) 05mm de diâmetro;
 Garrote (1) 11mm de diâmetro;
 02 Dedemass Pró-Fono;
 Auxiliar de afilamento da língua (1);
 Colchonete;
 Bola Bobath;
 Casa de brinquedos de madeira com móveis;
 Toca-Fitas;
 Espelho Grande;
 Estante com brinquedos (jogos de quebra-cabeça, boneca, carro, móveis de casa, etc);
 Folhas;
 Material de escritório em geral;
 02 Chupetão Pró-Fono para exercícios miofuncionais orais;
 Exercitador labial Pró-Fono;
 Exercitador facial Pró-Fono;
 Elásticos ortodônticos coloridos 5/16 (100 unidades);
 Estojo de garrafas para exercícios respiratórios com suporte;
 Vibrador massageador Pró-Fono;
 Refil do vibrador massageador (código 6010) 50 espátulas perfuradas;
 Espátulas coloridas de plástico (abaixadores de língua) (24 unidades);
 Mordedor de látex para exercícios miofuncionais orais;
 Scape-Scope Pró-Fono;
 Adesivos Pró-Fono para generalização posturas orais (30 unidades);
 Adesivo do quadro fonêmico;
 Carimbos das boquinhas Pró-Fono;
 02 Garrotes látex 11mm diâmetro e 30cm de comprimento;
 02 Garrotes látex 05mm diâmetro e 30cm de comprimento;
 Auxiliar para afilamento lingual;
 02 Canudos com diâmetro externo aumentado (02 unidades);
 Álbum com 168 figuras auto-adesivas balanceadas por fonemas;
 02 Dedos de luva Pró-Fono (50 unidades);
 02 Dedemass – dedeira escova massageadora (02 unidades);
 Canudos espirais Pró-Fono (03 unidades com 3, 6 e 9 voltas);
 Guia de posicionamento lingual (silicone);
 Guia de posicionamento labial (silicone);
 Livro – O jogo das letras encantadas;
 Livro – Manual de educação vocal para crianças (2. ed.);
 Livro – ABFW: teste de linguagem infantil – caixa completa;
 Gravador pequeno;
 02 almofadas grandes coloridas;
 Fitas infantis (Xuxa, Eliana);
 Luvas;
 Pilhas pequenas;
 Saco plástico pequeno para individualizar equipamentos orofaciais (+/- 15cm).

RELAÇÃO DE MEDICAMENTOS / EQUIPAMENTOS DE ATENDIMENTO MÉDICO

 Termômetro;
 Aparelho de pressão;
 Estetoscópio;
 Balança pediátrica;
 Balança adulta;
 Maca;
 Luvas;
 Espátulas;
 Esparadrapo;
 Gazes;
 Algodão;
 Soro Fisiológico;
 Seringas e agulhas;
 Polvidine tópico;
 Ataduras;
 Paracetanol comprimidos;
 Acetam;
 Novosil metoclopramida;
 Kalmax – hidróxido de alumínio;
 Truxol;
 Epicitrin;
 Pulmoclean;
 Febrilon;
 Atroveran.

RELAÇÃO DE MATERIAIS / EQUIPAMENTOS DE TERAPIA OCUPACIONAL

 Material escolar (Diferentes papéis; lápis de cor; giz de cera; tintas; pincéis; caneta hidrográfica; lápis preto; apontador; borracha; massa de modelar, tesoura, cola, palitos de sorvete, etc);
 Guizos, argolas, chocalho, cubos, blocos lógicos;
 Jogos de encaixe;
 Bolas de tamanhos diferentes;
 Bonecas e carrinhos;
 Circuitos de mesa;
 Livros e revistas;
 Fios (lã, barbante, linhas, etc);
 Som;
 Cordas;
 Brinquedos diversos;
 Material para confecção de órteses e adaptações;
 Espelho grande;
 Brinquedos que imitem a vida diária (utensílios de cozinha, higiene e vestuário);
 Jogos.



ANAMNESE PSICOPEDAGÓGICA
Informante: _____________________________________ Data____/____/_____
1- Dados Gerais
Nome ______________________________________________________________________
Data de Nascimento ____/______/______ Sexo _________________ posição familiar ____________________
Pai_______________________________ Idade __________ Profissão ___________
Mãe _______________________________ Idade__________ Profissão __________
Irmão__________________________ Idades __________________________________
Endereço ____________________________ Nº ______ Bairro Telefones_________
Escola _________________________ Série ___________ Turno -_______________
Endereço _______________________________________________ Telefones Profissionais Responsáveis _________________________________________________________________________
Faz outros Atendimentos? _______ Quais __________________________________
Com Quem? _______________________________ Telefones? ____________________
Indicado Po______________________________________________________________
QUEIXAS OU MOTIVO DA CONSULTA ( palavra dos pais)
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DA QUEIXA
Início (data) e circunstâncias ___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
Acredita devido a que ( motivações) __________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________Desenvolvimento, agravamento e melhora do sintoma ____________________________________________
Como os pais lidam com o sintoma?___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
Repercussões Sociais ( família, escola, vizinhança, etc) ___________________________________________________________________________
Idéias do cliente sobre seus problemas e atitudes em relação a eles ( indiferença, resistência, interesse pelo o atendimento, etc? _______________________________________________________________________
ESCOLARIDADE
Quando e como foi a entrada do filho na escola?___________________________________________________
___________________________________________________________________________
Qual o critério utilizado para a escolha da escola? _________________________________________________
Como os pais perceberam a evolução do filho na escola (destacar cada etapa escolar, por ex. alfabetização? Como, nesta evolução, os pais viram a capacidade e os pontos fracos do filho?
___________________________________________________________________________
Qual a contribuição dos pais neste processo?___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
Que atividade escolar o filho mais gosta? _____________Como age frente às lições de casa? E os pais?____________________________________________________
Qual a quantidade de lições de casa? ___________Em qual horário e local faz as lições?__________________
Necessita de auxílio?______Que dificuldades o filho apresenta nas disciplinas escolares? Desde quando? Percebe causas? Pais relacionam as dificuldades com algum fato familiar? __________________________________
Qual a opinião do professor? ________________________________________________________________
Reprovação? Por quê? Mudanças de escola? Por quê?______________________________________________
Recebe ajuda extra-escolar? Desde quando?_______________________________________________________
Como se relaciona com os colegas de classe?_______________________________________________________
Algum fato da história escolar do filho faz lembrar a história dos pais? E a dos irmãos?
___________________________________________________________________________
4-CONCEPÇÃO
( Pesquisar a resposta emocional dos pais ao anúncio da gravidez: houve rechaço, houve desejo aberto de abortar, aceitaram com alegria).
A criança foi desejada? ____________________________________________________________________
Ordem nas gestações_______________ Ordem nos nascimentos ____________________________________
Abortos _____________ Naturais ______________ Provocados_____________________________________
Por quê? ____________________________________________________________________________________
Filhos falecidos?______ causas: ______________________________________________________________
A criança é adotada? ____________ Com que idade veio para família? _________________________________
5- GESTAÇÃO
Teve dificuldades para engravidar? ________________
Quando tempo após o casamento veio o primeiro filho? Por quê?______________________________________
COM RELAÇÃO AO CLIENTE
Enjôos, vômitos?______ Quando? _____Quais as sensações psicológicas sentidas durante a gravidez?________________quando sentiu a criança mexer? Como reagiu a esta sensação? _____________________

Fez pré-natal?____ Exames de raio-X ___Transfusão de sangue____ Hemorragias? ______
Doenças? Tomou alguma medicação? Fumou ou bebeu? _____
Observações: ___________________________________________________________________________
6-CONDIÇÕES DO NASCIMENTO
Descrição do parto:___________________________________________________________________________
Maternidade? Natural? Fórceps? ___ Cesariana? ____ Pro quê? ____________________Posição do bebê ( cefálico? Pélvico? Outra? Qual? _______ Nasceu a termo ou Prematuro ? _______Chorou logo?______ Cor ao nascer _________ Precisou de oxigênio? ____ Icterícia ______Outras complicações? __________________________
Quanto tempo após o parto à mãe entrou em contato com a criança? ____________________________________
Sentiu que a criança despertou nos pais: correspondeu às expectativas, desiludiu-os desejara, que fosse de outro sexo?____________ Qual a participação do pai durante e após o nascimento?________________________
Alguém ajudou a cuidar da criança? ______________________________________________________________

1- DESENVOLVIMENTO
Dorme bem? _____ pula quando dorme? ___ levanta pernas e braços? ____d- esbugalha os olhos sem acordar?_____ baba à noite?____ Desde quando?_____________ sua à noite____ desde quando___________
Fala dormindo? _____ desde quando _______________ grita durante o sono? ____desde quando? __________
Range os dentes? ________ desde quando? __________ é sonâmbulo?_______ desde quando _____________
Tem pesadelos? ________ desde quando?_________________ Encoprese______________________ ________
Lembra do que aconteceu no dia seguinte? _______________________________________________________
Dorme em quarto separado dos pais? ___________ desde quando? ___________________________________
Como separaram? ___________________________________________________________________________
Dorme com alguém no quarto? _____ acorda e vai para cama dos pais? _____Atitude dos pais?_____________
___________________________________________________________________________
2- ALIMENTAÇÃO
Descreva a situação de amamentação ( quantas horas depois do parto, intervalo entre as mamadas, interesse em amamentar, receptividade do filho, sucção, digestão, sensações da mãe, comportamento do filho no colo da mãe, ambiente de amamentação, etc)
___________________________________________________________________________
Com que idade passou a receber alimentação salgada?___________________________________________
Atitude da mãe e do filho no desmame? ______________________________________________________
Come normalmente? Do que gosta? ____________Recebe ajuda? _____ de quem?___________
Desejo dos pais frente à alimentação? ________________________________________________________
3- DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR
Que idade sorriu ? ______ Fixou a cabeça? ______ sentou? _______ engatinhou? ______ andou? _________
Usou andador? ________ tinha tendência a cair? ________ ia de encontro a móveis e objetos? ____________
Tinha dificuldades de movimentos? _______ balbuciou ( emitiu sons) _______ com que idade falou as primeiras palavras? ___________ quais foram? _________________________ trocou sons? ______________ quais _______________________________ até qual idade? _________ Gaguejou ou gagueja? ___________________
Dentição? _______________________
Dominância ( ) destra, ( ) esquerdo. Atitude dos pais?_______________________________________________
E que idade se iniciou controle de fezes e urina? ___________________________________________________
Quando adquiriu o controle noturno ________comportamento e sentimentos?____________
Atitude dos pais? __________ Dificuldade de prestar atenção? ______________________________
4- MANIPULAÇÕES
Uso chupeta ou dedo?______ até quando?______ roeu ou roe unhas?_______ até quando? ________________
Apresento ou apresenta algum tique nervoso? ______ qual? __________________________________________
Atitude dos pais frente a esse hábito? ________________________________________________________
Tem medo de pessoas, animais, barulhos estranhos, altura, escuro, etc? ____________________________
Mentira furtos ou fugas de casa? ________________________________________________________________
Atitude dos pais? _________________________________________________________________________
5- SEXUALIDADE
Curiosidades sexual: Perguntas sobre as questões sexuais, sobre nascimento de crianças, comparações com sexo oposto com que idade se manifestam? ___________________________________________________________________________
Masturbação: realiza abertamente ou não? _______ desde quando? _______ freqüência? _________________
Atitude dos pais? _______________________________________________________________________
Alguma experiência sexual precoce? _____foi dada alguma informação sexual Por quem?________________
obs:_______________________________________________________________________
6- SOCIABILIDADE
Traz crianças para brincar em casa? Quem? ________________ sai com outras criança? Quem?______________
Brinca ou dorme na casa de outras pessoas? _______________ como reage? ____________________________
Desce do prédio ou sai na rua para brincar? _________ tem companheiros? _______ de que idade? __________
Domina ou é dominado?____________ adapta-se facilmente ao meio? _________ tipo de brincadeira que prefere? ___________________________ e a que rejeita? ___________________________________________
Trabalha ou trabalhou? _______ com que idade e por quê? __________________________________________
7- REAÇÕES EMOCIONAIS
Como você descreve o temperamento da criança?__________________________________________________
Chora facilmente? _____ tem medos? _____ de que _____ como costuma reagir?_________________________
Qual atitude dos pais? ________________________________________________________________________
Tem ciúmes de quem _________ atitude dos pais ___________________________________________________
Como reage as ordens e proibições __________________e a dor e frustrações? __________________________
Que soluções utiliza: aproxima-se das pessoas, isola-se, espera que a procure_____________________________
Há auto – agressão?___________________________________________________________________________
8- DOENÇAS
Qual doença já teve?( doenças da infância, alergias problemas cardíacos, respiratórios, etc) com que idade?
___________________________________________________________________________
Tem febre constante _______ quantos graus ______ convulsões_______ com febre ou se febre _____________
Ficou roxo alguma vez _____ tonturas ______ cirurgias ______ quais __________________idade____________
Quedas? Qual reação? _________ ______________ hospitalização? Motivo______________ tempo _________
Usa algum medicamento____________________________
Apresenta alguma dificuldade auditiva ou visual ___________________________________________________
9- ANTECEDENTES FAMILIARES
Doenças familiares: quem tem ou teve ___________________________________________________________
Doença mental? Quem? Internações?_____________________________________________________________
Neurológico _________ faz uso de álcool ,drogas quem? _____________________________________________
AMBIENTE FAMILIAR
Pais vivem juntos separados a quanto tempo? ___________________ ouve acordo com quem ficaria com a criança, que acordo_____________________________________________________________________
Qual idade a criança tinha _____ que explicações lhe deram __________________________________________
Como reagiu ___________________________ brigam na frente da criança?______________________________
EM CASO DE OUTRO CASAMENTO
Como a criança reagiu se dá bem com o padrasto ou madrasta______ novos irmãos? Quantos? Idade?________
Descreva a relação entre irmãos _________________________________________________________________
A criança demonstra preferência por algum dos seus irmão__________________ dificuldade com outro ______ julga-se mais ou menos querido pelos pais ______ como se relaciona com os pais ________________________
RELAÇÕA DO COTIDIANO
Um dia comum da pessoa pesquisada_____________________________________________________________
Um final de semana_____________________________________________________________________
O dia do seu aniversário _______________________________________________________________________
Acontecimentos significativo ___________________________________________________________________


Data ___ /___/_____

______________________________
Psicopedagoga



Avaliação da Escrita:


Prova 1 - Discriminação fonética

De posse do protocolo que está anexado, a terapeuta explica à criança que vai falar uma seqüência de sílabas, as quais deverão ser escritas sobre os traços da coluna à esquerda, uma sílaba em cada espaço. Ditar:  pa ta ca ba da ga  cha sa ja zafa va

la lha

ma na nha

ra "ara"

Prova 2 - Análise de sucessão de sons - protopalavras:

A criança deverá escrever as protopalavras ditadas pela

terapeuta, após tê-las repetido verbalmente, ou seja, a

terapeuta fala a protopalavra, a criança a repete, e depois

escreve, seguindo as colunas da prova, no protocolo, na

seguinte ordem:

1ª coluna: dissílabos; 2ª coluna: trissílabos; 3ª coluna:

polissílabos.

mouco ricapé otrudiré

bartim nuronli acoutebo

linou sizado drabadupo

fanve ierói pranchuhonti

sigo roguchi protadigu

Nos quadrinhos à esquerda de cada coluna, a terapeuta

marca os erros ou acertos, colocando uma + ou um 0 em

cada espaço correspondente à cada sílaba.

Prova 3 - Memória auditiva de frases:

A terapeuta explica à criança que vai ditar algumas frases, as

quais ela deverá ouvir atentamente, repetir em voz alta e só

depois escreve-las nas linhas disponíveis no protocolo.

Ditar:

Ele fez tudo preto.

Eu perdi minha bicicleta.

Papai achou um jornal no bosque.

Mamãe deixou o guarda chuva no jardim.

Eu gostaria muito de sentar na grama fresca.

Na avaliação, observar se a criança começa a frase com letra

maiúscula, se dá espaço entre as palavras, se faz pontuação.

Marcar os erros ortográficos, verificando se eles

comprometem o sentido das frases. Observar se a criança

omite palavras na frase.

Prova 4 - Ditado:

A terapeuta explica à criança que vai ditar uma série de

palavras, as quais ela vai ouvir e não precisa repetir em voz

alta, basta escrevê-las na frente dos numerais em seqüência,

no espaço do protocolo destinado a esta prova.

Ditar:

bebedouro poder atlas

quando quando xícara

problema qual cheque

qual palhaço enxoval

coqueluche juventude azedo

quinze urubu fazenda

rato mangueira conhecimento

duvidoso carro ânimo

fino recruta

guaraná selva

anjo sapateado

mão tabuleta

Prova 5 - Evocação:

A terapeuta explica à criança que vai lhe mostrar umas

figuras. Não vai lhe dizer os nomes das figuras, mas ela

deverá olhar a escrevê-los diante dos numerais desta parte

do protocolo.

Figuras anexas na pasta em apresentação de power

point.

:

1 - avião 16 - rosa 31 - círculo

2 - pato 17 - árvore 32 - quadrado

3 - elefante 18 - açucar 33 - retângulo

4 - flor 19 - cenoura

5 - banana 20 - sapato

6 - gato 21 - sapo

7 - casaco 22 - abacaxi

8 - coelho 23 - espantalho

9 - borboleta 24 - chapéu

10 - cavalo 25 - pão

11 - cachorro 26 - laranja

12 - girafa 27 - pasta

13 - moedas 28 - uva

14 - geladeira 29 - cofre

15 - maçã 30 - triângulo

Prova 6- Organização do Pensamento:

A criança deverá observar a figura mostrada pelo terapeuta,

que solicita a ela que descreva o que está vendo, primeiro

verbalmente e depois, por escrito. Pedir para dar um nome à

história.

Na avaliação, observar:

se a linguagem tem relação com a figura;

se há enumeração de elementos de forma estática

ou dinâmica;

personagem central: quem é, onde está, que ação

executa;

orientação temporal

enriquecimento do personagem: se a ele são

atribuídas qualidades ou

defeitos;

personagens secundários descritos de maneira

objetiva ou não;

personagens secundários em relação ao tema;

aspectos projetivos.

Avaliação

Este instrumento é de avaliação qualitativo. O psicopedagogo

deverá estar atento durante todo o tempo de aplicação das

provas, observando a postura no manejo do lápis, a postura

corporal, agitação motora, nível de cansaço ou desinteresse.

Além disso, deverá observar os aspectos relacionados com

hipertonia ou hipotonia muscular, expressos por meio de uma

letra muito clara ou muito escura.

O movimento da escrita, da esquerda para a direita, o

movimento correto das letras, o fato de a criança escrever a

palavra inteira para depois colocar os sinais específicos(til,

acentos, cedilha etc).

Não é importante o tipo de letra usado pela criança (cursiva,

de imprensa, bastão etc). Porém, se ela perguntar que tipo de

letra deve usar, deve-se sugerir a cursiva.

É importante observar se ela mantém o mesmo tipo de letra

durante toda a avaliação ou se o modifica.

Anotar as trocas fonéticas, casos existam e as dificuldades

ortográficas que apareçam e que possam ser indícios de

disgrafia ou disortografia.


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