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Software de Otorrinolaringologia - Espanhol



Software Diagnóstico Terapia Manual de Procedimentos em Otorrinolaringologia - Espanhol
Conteúdo:
Seção I - Rinologia e Cirurgia Facial, 
Seção II -  Doenças da Faringe  e cavidade oral
Seção III - Laringologia
Seção IV - Otologia
 Seção V - Cabeça e Pescoço
Seção VI - Imagens em Otorrinolaringologia

DOWLOND: http://www.megaupload.com/?d=SBNN4SAN

Fonte: http://fono-audiologia.blogspot.com
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Software Jogos da Voz

O Desenvolvimento de jogos computacionais para exercícios de aprimoramento da coordenação fonoarticulatória, em especial para crianças e adolescentes com deficiência auditiva, é o principal objetivo deste trabalho. Os jogos visam proporcionar um ambiente lúdico no qual o deficiente auditivo possa sentir o prazer no exercício exploratório de suas potencialidades, durante a realização da necessária prática que permitirá a coordenação fonoarticulatória.
 
 
Fonte: http://fono-audiologia.blogspot.com/search/label/Softwares
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Software de Deglutição

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Software para treino vocal

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Software Speech Pitch


Software para análise acústica da voz e monitoramento vocal!

Download:
 
 
Fonte: http://fono-audiologia.blogspot.com/search/label/Softwares
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Software Mais Fluencia

Abra Gagueira
http://www.abragagueira.org.br/mais_fluencia.asp
Este programa de computador foi desenvolvido com o objetivo de auxiliar no tratamento de alguns distúrbios da fala,principalmente a gagueira, vale ressaltar que este software deve ser utilizado sob orientação de um fonoaudiólogo de forma a assegurar a correta utilização e aumentar as probabilidades de melhorias.
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Animações 3D da 3B Scientific

As animações 3D da 3B Scientific são sensacionais, passando principalmente a impressão da relação espacial de estruturas anatômicas específicas.
Para poder assistir as animações 3D, você precisará dos programasMacromedia ou Adobe-Plugin Shockwave.


Orelha - Download

Retire a membrana do tímpano e volte a colocá-la no lugar. Essa animação representa estruturas anatômicas, como por exemplo, o tubo auditivo externo, cóclea ou nervo auditivo ou do equilíbrio (labirinto). Observe o ouvido interno, médio e externo desde todos os ângulos.
Cérebro humano - Download
Observe os lobos frontal, parietal, temporal e occipital. Faça o zoom e penetre no cerebelo, para examinar todos os seus detalhes e ver as minúcias do tronco cerebral. Modelo natural digitalizado de um cérebro humano.

Crânio - Download 
“Explore” o crânio e. Você também pode girar o modelo livremente em até 360º, para observar todos os lados do crânio . Também é possível fazer um zoom do crânio, para ver todas as estruturas bem de perto.

Fonte: http://fono-audiologia.blogspot.com/
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Atlas o corpo humano - DVDROM


Ótima fonte de atualização e aprendizagem para profissionais e estudantes das ciências da saúde. O guia desvenda o funcionamento do nosso corpo. É ricamente ilustrado, com imagens obtidas por microscópio, ressonância magnética, tomografia computadorizada e 3D. Também contem pequenas animações mostrando batimento cardiaco por exemplo. 

Conteúdo
  • Corpo Integrado
  • Sistema Muscular
  • Sistema Esquelético
  • Sistema Nervoso
  • Sistema Endócrino
  • Sistema Cardiovascular
  • Linfa e Imunidade
  • Sistema Digestório
  • Sistema Respiratório
  • Pele, Cabelos e Unhas
  • Sistema Urinário
  • Reprodução e Ciclo da Vida
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ÁUDIO - CD Trava-língua


Download: http://www.4shared.com/dir/OzU_2L_C/CD_Trava_Lngua.html%E2%80%9Dtarget=

Fonte: http://fono-audiologia.blogspot.com/
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Comunicação Alternativa

Mas, afinal, o que quer dizer isso?
Bom, de acordo com a American Speech-Language-Hering Association, a Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) é "o uso integrado de componentes, inlcuindo símbolos, estratégias e técnicas utilizadas pelos indivíduos a fim de complementar a comunicação."
Este conceito também perpassa pelas diferentes formas de comunicação como o uso de gestos, exxpressões faciais, uso de pranchas de comunicação com símbolos pictográficos ou alfabéticos e sistemas computacionais.
A definição entre alternativa e aumentativa vai depender do uso que cada pessoa fizer deste tipo de comunicação. Por xemplo, se a pessoa não apresenta outra forma de comunicação, a CAA vai se chamar comunicação alternativa. Já quando a pessoa apresenta alguma forma de comunicação, porém esta não é suficiente para trocas sociais, chamaremos de comunicação ampliada.

Os principais componentes da CAA são:
1) Símbolos: gestos, vocalização, sinais, fotos, imagens;
2) Recursos: prancha, álbum, software, vocalizador, preditores de textos, etc.;
3) Técnicas: apontar, acompanhar, segurar, escanear, etc.;
4) Estratégias: uso em histórias de faz de conta, brincadeiras, imitações, etc.

O Boardmaker Speaking Dunamically Pro é um software para aprendizagem e comunicação alternativa, com acessibilidade e geração de voz.
Utilizado por clínicas, terapeutas e educadores na criação e impressão de materiais educacionais e de comunicação. É um programa de desenho combinado com uma base de dados gráficos que apresenta mais de 4.500 Símbolos de Comunicação Pictória.
Com ele podemos criar inúmeros recursos de comunicação alternativa e educacionais com acessibilidade, como cartões e pranchas de comunicação. Estes programas transformam o computador em poderosa ferramenta de educação e comunicação com fala.

IMPORTANTE:
O Boardmaker é compatível somente ao sistema Windows.
Para a versão 6 é necessário Windowns 2000/XP/Vista ou superior + 512 MB de RAM + 700MB de espaço livre no HD.
 
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Acionadores: Comunicação Alternativa

Os acionadores são utilizados para facilitar o acesso dos usuários ao computador, aos comunicadores ou aos brinquedos adaptados.


Acionador com brinquedo adaptado
Acionador com comunicador de voz

Podem ser utilizados diferentes acionadores dependendo da possibilidade motora, cognitiva e visual do usuário.


Acionadores industrializados



Acionadores artesanais

Mouse com adaptação para funcionar como acionador


O terapeuta ocupacional e o fonoaudiólogo são os profissionais indicados para avaliar as possibilidades e necessidades do usuário, e fazer a indicação do recurso mais adequado.

Fonte: http://miryampelosi.blogspot.com/

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Saiba mais sobre a Psicopedagogia: O que é? Para que e para quem serve? Qual é a atuação do psicopedagogo? Conheça nosso trabalho, nossa atuação. Conheça a profissão do 3º Milênio!

Alguns instrumentos de avaliação:



A responsabilidade no uso de instrumentos de avaliação, sua escolha, o momento adequado a ser utilizado fazendo dele, instrumento de avaliação, parte e não o princípio, é o que levará ao sucesso de um diagnóstico
ATUACAO DO PSICOPEDAGOGO

Como o Psicopedagogo atua na Escola, no Consultório, Psicoprofilaticamente, e Sistematicamente
ITPA

Teste Illinois de Habilidades Psicolingüísticas
LPAD

Learning Potential Assessiment Device
PAR EDUCATIVO

Teste do desenho
PROVAS ESPECÍFICAS

Lateralidade e Lecto-escrita
PROVAS OPERATÓRIAS

Jean Piaget
TESTE DE MATRIZES PROGRESSIVAS

Instrumento clássico para avaliação de aspectos importantes do potencial intelectual

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

Ao falarmos sobre os instrumentos de avaliação utilizados pelo psicopedagogo, entramos num dos mais polêmicos assuntos:
  • "Fazer ou não uso de instrumentos de avaliação?"
  • "Qual a necessidade e validade real dos mesmos?"
  • "Em que medida podemos nos basear em resultados de um instrumento de avaliação?"
  • "Quais considerações que devemos relevar acerca destas testagens?"
  • "Como fazermos a leitura deste material?"
Todo questionamento é válido, e por que não afirmarmos que é obrigatório na condição de psicopedagogos?
Cada linha de pensamento nos leva a fazer uso às vezes, de algum tipo de instrumento de avaliação. Como fazermos a leitura deste material, e uso do mesmo, será o grande desafio, será o momento onde estaremos nos confrontando com nossa percepção, nossa observação, nossa avaliação e, conclusivamente, diagnosticando alguém, alguém que, muito provavelmente acatará resultados, sejam eles favoráveis ou não, e que nos possibilitará trabalhar a defasagem correta do indivíduo.
A responsabilidade no uso de instrumentos de avaliação, sua escolha, o momento adequado a ser utilizado fazendo dele, instrumento de avaliação, parte e não o princípio, é o que levará ao sucesso de um diagnóstico .


ITPA

O teste ILLINOIS DE HABILIDADES PSICOLINGUÍSTICAS, foi adaptado à realidade brasileira.
É um teste de aplicação individual, para diagnóstico, prevenção e intervenção das dificuldades vinculadas aos processos de comunicação, base da aprendizagem global e específica.

LPAD - Learning Potential Assessment Device


INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE APRENDIZAGEM

O propósito de minha presença nesta página é apresentar, rapidamente, um instrumental de avaliação de indivíduos portadores de distúrbios na aprendizagem, idealizado pelo professor Reuven Feuerstein e sua equipe.
Esta modalidade diagnóstica vem despertando o interesses de profissionais da área de educação e psicologia de todo o mundo, que procuram os cursos ministrados em Israel, pelo próprio Feuerstein e em outros paises por membros de sua equipe.
Incluindo-me entre esses profissionais, estive em maio último em Madrid, fazendo a formação de Aplicadores do L.P.A.D. num curso de 120 horas ministrado pelo prof. Dr. David Sasson.
O L.P.A.D. pode ser bem definido como uma modalidade de Avaliação Dinâmica do Potencial de Aprendizagem, que se baseia na Teoria da Modificabilidade Estrutural Cognitiva. Esta teoria, assim como o fundamento da Avaliação Dinâmica têm sido tratados extensamente por Feuerstein e seus colaboradores.
TEORIA DA MODIFICABILIDADE ESTRUTURAL COGNITIVA
A Modificabilidade Estrutural Cognitiva é o conceito central de um esquema teórico cujo propósito é explicar as diferenças individuais no desenvolvimento cognitivo. Apoiando-se no pressuposto de que educação é intervenção e que o meio físico e cultural em que o indivíduo esta inserido tem efeitos diferenciadores na constituição física emocional e intelectual do mesmo, permite-se afirmar que mudanças cognitivas poderão acontecer se o sujeito receber a intervenção estratégica necessária e suficiente para tanto.
A maioria dos examinadores, que entram em contato pela primeira vez com a Avaliação Dinâmica do Potencial de Aprendizagem, necessitam rever sua maneira de entender a natureza, funções, objetivos e métodos de avaliação para extraírem o máximo proveito dessa nova abordagem.
O LPAD foi elaborado para realizar uma tarefa distinta da que os psicólogos vêm fazendo há muito tempo; esta tarefa é a de avaliar a modificabilidade dos sujeitos, ao passo que a psicologia tradicional meramente avalia os "níveis funcionais atuais" do sujeito. Dada a estrutura dos testes de inteligência clássicos, os psicólogos não podem esperar utilizá-los para avaliar a modificabilidade, uma vez que os testes e os métodos de avaliação relacionados a eles não contém as técnicas necessárias para fazer inferências sobre os processos e o potencial.
LPAD é uma tentativa sistemática de superar essa limitação dos testes de inteligência e de fornecer uma base para tirar conclusões fundamentadas na observação preestabelecida de determinadas tarefas, sobre a natureza e adequação do desenvolvimento de funções cognitivas importantes, sobre o grau de facilidade com que tais funções podem modificar-se, sobre o nível de energia que é necessário investir para conseguir tal modificação e sobre a presteza com que se empregam as funções cognitivas modificadas a novas tarefas.
Desta forma se estabelece uma base para fazer ulteriores inferências sobre o nível do Potencial de Aprendizagem.
No LPAD empregam-se três níveis de inferência:
    • Medida de níveis de funcionamento manifesto, aspecto comum a outras abordagens (embora se avaliem funções diferentes), aceitando-se os resultados como indicadores diretos de funcionamento manifesto.
    • Exploração das condições sob as quais esse funcionamento manifesto pode melhorar, isto é, pesquisa das condições que podem permitir o aflorar de certas funções cognitivas que já estão disponíveis para ser expressas corretamente e formuladas para referir-se ao aprendizagem e a resolução de problemas.
    • Avaliação da modificabilidade, provocando uma mudança real nas estruturas cognitivas através da mediação de funções e estratégias, com a correspondente avaliação dos efeitos produzidos por tal intervenção, tanto nos processos generalizáveis de pensamento como no funcionamento manifesto.
Os conceitos básicos que necessitam ser redefinidos pela maioria dos psicopedagogos ou psicólogos que se propõem a realizar uma avaliação do Potencial de Aprendizagem, são, portanto, o de Potencial de Aprendizagem e o de Avaliação Dinâmica.

PAR EDUCATIVO

Sistematizado por Malvina Oris e Pichona Ocampo é importante na avaliação psicopedagógica. Nessa situação, solicitamos que a criança desenhe uma pessoa que aprende e uma que ensina, sugere-se que ela formule uma história envolvendo esses dois personagens; pode ser oral ou por escrito.
É possível interpretar relações ensinante-aprendente, o papel vivido na escola, em turma, as rejeições às situações escolares, ameaça da figura do professor, etc..

PROVAS ESPECÍFICAS

Prova de Lateralidade
Tem por objeto determinar o predomínio de um hemisfério cerebral sobre o outro na coordenação das ações, o que se estabelece verificando qual a mão, o pé, o olho preferidos para a execução de uma atividade, e comparando o rendimento obtido quanto à habilidade, rapidez e força com a extremidade direita e com a esquerda.
 
Prova de lecto-escrita
Interessa determinar que tipo de dificuldade é a que predomina no fracasso da criança na aquisição da escrita e da leitura. Um exame do caderno nos permitirá saber se se trata de um problema ortográfico, se há queda de letras entre palavras, inversões, substituições sistemáticas de fonemas, etc.

PROVAS OPERATÓRIAS


Criado por Piaget, as provas operatórias partem de um método clínico, de conversação livre com a criança sobre um tema dirigido pelo interrogador que segue as respostas da criança, que lhe pede que justifique o que diz.
O exame clínico tem a ver ao mesmo tempo com a experiência, na medida em que o interrogador faz hipóteses, faz variar as condições em jogo, testa a constância ,faz contra-sugestões, controla pelos fatos cada hipótese etc.. e ao mesmo tempo com a observação direta.

MATRIZES PROGRESSIVAS


Teste das Matrizes Progressivas, Escala Geral ou o teste de Raven, é um instrumento clássico para avaliação de aspectos importantes do potencial intelectual.
Suas aplicações abrangem todas as idades, desde o jardim-de-infância até a idade avançada, bem como todos os níveis culturais, do primário aos cursos de pós-graduação. Não se limitam à orientação vocacional e à seleção de pessoal; é empregado para o diagnóstico de deficiência mental de crianças e da involução intelectual de pessoas idosas. Pesquisas transculturais utilizam-se dele para estudar diferenças étnicas ou de aculturação. É empregado na psiquiatria, na psicologia clínica e assistencial e na psicopedagogia.
A Escala Geral das Matrizes Progressivas, Séries A, B, C, D, e E, se constituem num teste que revela a capacidade que um indivíduo possui, no momento de fazer a prova, para apreender figuras sem significado que se submetem a sua observação, descobrir as relações que existem entre elas, imaginar a natureza da figura que completaria o sistema de relações implícito e, ao fazê-lo, desenvolver um método sistemático de raciocínio.
As Matrizes Progressivas coloridas, Séries A, Ab, e B nos dão um valioso teste para crianças e pessoas idosas, para estudos antropológicos e para o trabalho na clínica. Podem ser usadas satisfatoriamente com os que, por algum motivo, não compreendam ou falam o idioma nacional, sofrem de defeitos físicos, são intelectualmente subnormais ou estão em processo de deteriorização mental.


Como o Psicopedagogo atua na Escola, no Consultório, Psicoprofilaticamente, e Sistematicamente

Podem ser muitas as razões que determinam o sucesso ou o fracasso escolar de uma criança, como: fatores fisiológicos, fatores psicológicos, mais precisamente de mobilização, condições pedagógicas e principalmente o meio sócio-cultural em que vive a criança.
A práxis psicopedagógica é entendida como o conhecimento dos processos de aprendizagem nos seus aspectos cognitivos, emocionais e corporais. Pressupõe também a atuação tanto no processo normal do aprendizado como na percepção de dificuldades (diagnóstico) e na interferência no planejamento das instituições e no trabalho de re-educação (terapia psicopedagógica).
  • Vivenciar e construir projetos, buscando operar na prática clínica individual e grupal.
  • Desenvolver projetos institucionais, principalmente aqueles relacionados a escola.
  • Aprimorar a percepção de si mesmo e do outro, enquanto se individual, social e cultural e no seu papel de psicopedagogo.

Clínica

Diagnostica, orienta, atende em tratamento e investiga os problemas emergentes nos processos de aprendizagem. Esclarece os obstáculos que interferem para haver uma boa aprendizagem. Favorece o desenvolvimento de atitudes e processos de aprendizagem adequados.
Realiza o diagnóstico-psicopedagógico, com especial ênfase nas possibilidades e perturbações da aprendizagem; esclarecimento e orientação daqueles que o consultam; a orientação de pais e professores, a orientação vocacional operativa em todos os níveis educativos.
A psicopedagogia no campo clínico emprega como recurso principal a realização de entrevistas operativas dedicadas a expressão e a progressiva resolução da problemática individual e/ou grupal daqueles que a consultam.

Institucional

A Psicopedagogia vem atuando com muito sucesso nas diversas Instituições, sejam escolas, hospitais e empresas.
Seu papel é analisar e assinalar os fatores que favorecem, intervém ou prejudicam uma boa aprendizagem em uma instituição. Propõe e ajuda o desenvolvimento dos projetos favoráveis a mudanças, também psicoprofilaticamente.
A aprendizagem deve ser olhada como a atividade de indivíduos ou grupos humanos, que mediante a incorporação de informações e o desenvolvimento de experiências, promovem modificações estáveis na personalidade e na dinâmica grupal as quais revertem no manejo instrumental da realidade.
Na Argentina e na França (Pólos Culturais), este trabalho já vem sendo desenvolvido há anos, tendo o psicopedagogo papel indispensável nas equipes multidisciplinares destas instituições.
Ana Maria Muniz, Alícia Fernàndez e Sara Pain são grandes exemplos do quanto a psicopedagogia Institucional vem colaborando dentro destas Instituições.
A aprendizagem não só objetiva a criança ou adolescente, mas o adulto e profissionais na integração e reintegração grupal.
Inspirando-nos em Pichon, um dos que se preocupou com a questão "GRUPO", verificaremos a importância de se trabalhar estas instituições: "a aprendizagem é uma apropriação instrumental da realidade para transformar-se e transformá-la. Essa apropriação possibilita uma intervenção que gera mudanças em si, e no contexto que se dá. Caracteriza-se também, por ser uma adaptação ativa, constante na realidade. Implica, portanto, em estruturação, desestruturação e reestruturação. Isso gera tensão a qual necessita não apenas ser descarregada, mas revitalizada, renovada, enriquecida.
Partindo da Teoria do Vínculo de Pichon-Rivière, a investigação deveria se dar em três dimensões: individual, grupal, institucional ou sociedade, que nos permitiria três tipos de análise: Psicossocial - que parte do indivíduo para fora; Sociodinâmica - que analisa o grupo como estrutura; e Institucional - que toma todo um grupo, toda uma instituição ou todo um país como objeto de investigação.
O trabalho do psicopedagogo se dá numa situação de relação entre pessoas. Não é uma relação qualquer, mas um encontro entre educador e educando, em que o psicopedagogo precisa assumir sua função de educador, numa postura que se traduz em interesse pessoal e humano, que permite o desabrochar das energias criadoras, trazendo de dentro do educando capacidades e possibilidades muitas vezes desconhecidas dele mesmo e incentivando-o a procurar seu próprio caminho e a caminhar com seus próprios pés.
O objetivo do psicopedagogo é o de conduzir a criança ou adolescente, o adulto ou a Instituição a reinserir-se, reciclar-se numa escolaridade normal e saudável, de acordo com as possibilidades e interesses dela.

Psicoprofilático

Estuda e cria condições para uma melhor aprendizagem individual e grupal nas instituições educativas ou em situações de aprendizagem ( nível individual, grupal, institucional e comunitário ).
Compreende a investigação, o assessoramento e o planejamento do aprendizado; o assessoramento em equipes interdisciplinares referentes a educação e/ou à saúde mental, a difusão comunitária de temas de sua especialidade, aulas de cursos de capacitação; cursos de orientação a pais; treinamento de professores de todos os níveis.

Sistemática

Intervem na investigação e planejamento das aprendizagens, segundo níveis evolutivos ou as características psicológicas de quem aprende. Escolha e assessoramento de metodologias que ajustem a ação educativa nas bases psicológicas da aprendizagem.
Assessoramento institucional de projetos de aprendizagem.

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A aquisição do sistema da escrita pela criança


INTRODUÇÃO
A escola é responsável primeiramente por ensinar os seus alunos e alunas a ler e a escrever. No entanto, a maioria das crianças já chegam à escola com uma noção básica do que é leitura e a escrita, devido ao contato que tem  com o mundo fora da escola. Inicia-se assim o processo de escrita a qual passa por diferentes níveis. Ferreiro (1990) afirma que aprender a ler começa com o desenvolvimento da língua escrita.
Pensando nisso, buscamos analisar as escritas de algumas crianças em uma sala de aula de 1° ano com faixa etária de 6 e 7 anos. O objetivo é verificar em que nível de escrita encontram-se as crianças e quais as hipóteses de escritas levantadas pelas mesmas.
E para uma maior compreensão desse assunto utilizamos algum estudo teórico das Educadoras Emília ferreiro e Lúcia Rego.
Seja como for, esperamos ter contribuído de alguma forma para os estudos que vêm sendo feitos sobre a aquisição do sistema de escrita pela criança.
A CRIANÇA E SUAS DESCOBERTAS SOBRE A ESCRITASabemos que a escola tem como função primordial, ensinar a ler e escrever. Mas, muitas crianças já chegam à escola com uma noção do que seja leitura e escrita. Estas crianças, geralmente, convivem com pessoas que lêem constantemente, vendo isso, a criança pode se interessar por historinhas, gibis e outras leituras que facilitam seu processo de escrita, neste caso, a leitura e a escrita “caminham juntas”.
A criança pode também observar como as pessoas falam e levantam algumas a respeito da língua escrita. Este caso, é comprovado pelos estudos de Ferreiro e Teberosky, que comprovam que a criança ao representar a fala na escrita, desenvolve hipóteses sobre a língua escrita mesmo antes de aprender a ler.
Segundo Ferreiro (1990), aprender a ler começa com o desenvolvimento da língua escrita. Pesquisas sobre o processo de aprendizagem da escrita vem mostrando, que para se apropriar do sistema de representação da escrita, a criança precisa refletir sobre o que a escrita representa e o modo de representá-la.
Segundo Ferreiro (1990), os primeiros estudos das atividades gráficas centraram-se na evolução do desenho. Referindo-se aos desenhos de animais e objetos que algumas vezes servem como mensagens e que são chamados de escrita pictória. A escrita existe inserida em uma complexa rede de relações sociais,a criança tenta compreender o que são essas marcas gráficas e como os usuários a utilizam.
Após suas descobertas e hipóteses sobre a língua escrita, a criança começa a escrever. Ao escrever não copia simplesmente aquilo que ler. A cada etapa ela mostra progressos que demonstram que a mesma é um elemento ativo que constrói a sua escrita.
Segundo Coelho (2001), escrever significa relacionar o signo verbal a um signo gráfico. Portanto, na escrita se estabelece relação entre a audição, o significado e a palavra escrita. Assim, quando a criança já tem o significado do objeto interiorizado, seu processo de escrita fica mais fácil.
A ESCRITA E SEU FUNCIONAMENTO
No inicio da alfabetização, os alunos escrevem com muitas letras, no levantamento e desenvolvimento das hipóteses descobrem que na fala cada letra corresponde a uma sílaba, logo na escrita escrevem fazendo correspondência. É comum neste caso a formação de palavras com letras que correspondem ao seu nome.
Com a evolução da escrita os alunos percebem que é necessário mais letras para a construção de sílabas, primeiro eles incluem as vogais e depois as consoantes. Observando a escrita de colegas e da professora, analisam a sua produção, chegando a dominação das silabas e conseqüentemente as palavras. É apesar dos possíveis erros de ortografia, à exemplo de separação de sílabas e uso de pontuação, nessa etapa já conseguem produzir textos legíveis.
É importante que os alunos façam a interação entre a fala e a escrita e percebam que não se escreve do jeito que se fala. O que segundo Abaurre
Todas as crianças representam já a escrita como algo diferente de uma mera transcrição da fala. As variações aqui, são de grau e de detalhe, o que, como dissemos, pode ser explicado por referência ao contexto onde vivem as crianças (e certamente, por diferenças individuais) (ABAURRE, 1998, p.141).
Seja como for, é importante compreender que é preciso saber interpretar todas as hipóteses que as crianças fazem ao iniciar seu processo de aquisição da escrita e a partir de então trabalhar a escrita convencional, envolvendo um jogo mútuo entre a fala e a escrita.
O ERRO NA VISÃO CONSTRUTIVISTASegundo (Piaget apud Macedo, 1994, p.57) “[...] o erro é a oposição do acerto e deve ser visto e interpretado de um outro modo na teoria do desenvolvimento da criança, a questão é a de invenção, descoberta, e não necessariamente de acerto ou erro como é considerada, muitas vezes, uma visão formal do adulto”. O erro, neste contexto, visto como algo dinâmico, como caminho para o avanço.
Os erros dos alunos constituem, na verdade, ricas fontes de informação para o professor, mostrando-lhe a maneira a qual os seus alunos encontram-se, seu nível evolutivo atual, e apontando em especa, os aspectos que no momento, concentram as principais dificuldades. Os erros das crianças podem desta maneira, auxiliar muito o professor, norteando sua conduta em sala de aula.
É importante que as crianças percebam que podem errar que não precisam dar resposta certa para satisfazer o professor, que podem realmente dizer aquilo que pensam, sem medo de serem corrigidas.
São nos textos livres das crianças, que encontram-se diferentes tipos de erros construtivos. Esses erros podem ser entendidos como um estágio ou nível de desenvolvimento dos alunos, principalmente quando há aquisição do código escrito.
Abrecht (1994, p.134), também analisa a questão do erro, tomando como referência sua concepção de avaliação formativa, o erro “[...] é um fenômeno consubstancial à aprendizagem, à construção de conhecimento que operam por tentativa e hipóteses sucessivas”.
A maior contribuição do construtivismo às escolas foi revelar que acriança não pensa como o adulto e nem por isso é menos inteligente. A criança tem um modo próprio de entender as coisas, que vai evoluindo até entender o pensamento adulto. Para os construtivistas, a criança não absorve os estímulos passivamente, mas se empenha para progredir, tentando compreender as coisas de forma ativa e criativa. Segundo Andrade (2005), a criança manipula os objetos, faz perguntas, observa, reflete e inventa explicações, elabora hipóteses na tentativa de dar às coisas que vê, ouve e contata.
Os erros são compreendidos como manifestações do pensamento infantil e não como falhas da criança e, por isso, são aproveitados para promover a aprendizagem. Os conhecimentos do aluno são levados em consideração e o raciocínio e as reflexões, que são mais valorizados do que a repetição e a memorização.
O fato é que a criança aprende a ler e escrever, lendo e escrevendo, mesmo sema compreensão inicial do que se esteja fazendo.
ANÁLISE DAS ESCRITASAs escritas foram coletadas em uma turma de 1° ano, com faixa etária de 6 e 7 anos. Todas as escritas foram espontâneas, com o fim de obter resultados precisos para uma maior compreensão do processo de aquisição da escrita dos alunos e alunas do referido ano letivo. Abaixo segue algumas escritas das crianças, e respectivamente as análises das mesma:



Podemos observar na escrita 1 que a criança encontra-se em fase de transição do nível de escrita com garatujas para um nível pré-silábico. A criança ainda considera a hipótese de que a escrita é representada por desenhos, mas também já compreende que para escrever é necessário utilizar letras. Sobre essa hipótese de escrita afirma Rego
Portanto, à semelhança das escritas mais antigas que elegeram os pictogramas como símbolos gráficos, a criança também considera a hipótese de que podemos escrever desenhando (...) uma mudança, portanto, essencial para que a criança entenda a natureza da escrita alfabética consiste em ela compreender que para escrever nos utilizamos das letras (REGO, 1994, pp. 21-22).
Na escrita 2 e 3 constatamos que a criança encontra-se no nível pré-silábico sem valor sonoro. Ela usa as letras sem entender o seu significado e associa a quantidade de letras a serem utilizadas com o tamanho do objeto proposto. Sobre essa hipótese de escrita confirma Rego
Nessa fase a criança também se preocupa em escrever palavras de significado diferente com quantidades e combinações de letras diferentes (...) a quantidade e a variedade de letras para diferenciar o significado sem atentar para a relação que existe entre as letras e as características sonoras das palavras (REGO, 1994, p.22).
Na escrita 4, a criança encontra-se ao nível silábico com valor sonoro. Nessa fase a criança começa perceber a relação da escrita com os sons da fala e a quantidade de letras que usa corresponde ao número de sílabas da palavra. O que, segundo Rego
A fonetização da escrita começa geralmente de forma gradual. Mas há um momento desta evolução em que a quantidade de letras que a criança usa para cada palavra coincide sistematicamente com o número de sílabas das palavras (REGO, 1994, p.23).
Na escrita 5, em um primeiro momento constatamos que acriança está no nível alfabético, pois escreve corretamente as palavras. Porém, como são palavras que ela ouve e tem contato diariamente, não descartamos a hipótese de que ela apenas tenha memorizado essas palavras. Sobre essa hipótese afirma Rego
No entanto, para entender a natureza alfabética do nosso sistema de escrita a criança necessita entender que apenas uma letra para representar cada sílaba não é suficiente. Este entendimento, porém, acontecem gradualmente (REGO, 1994, p. 25).
Analisamos aqui apenas algumas escritas de algumas crianças. Mas entendemos que é preciso aprender e interpretar com domínio e bastante compreensão as diversas fases de desenvolvimento da criança em relação à língua escrita. Desta forma também buscamos trabalhar e desenvolver as melhores habilidades para ajudar na aquisição do sistema de escrita das nossas crianças.
CONSIDERAÇÕES FINAISAo término da análise das escritas, observamos que as crianças ainda estão em processo de alfabetização, o que é normal para uma turma de 1°ano e para crianças de 6 e 7 anos de idade, respeitando o seu nível de desenvolvimento cognitivo.
Percebemos também que as crianças constroem e elaboram suas próprias hipóteses de aquisição do sistema de escrita, a qual é um processo e que requer do professor conhecimento e habilidade para melhor ajudar no desempenho das mesmas.
Seja como for, entendemos que é necessário e mais satisfatório que as crianças sejam alfabetizadas por meio de textos, pois frases soltas a fazem por muitas vezes apenas memorizar as palavras, dificultando o seu desempenho na fala e na escrita de nomes. Sendo assim, o melhor é alfabetizar com textos que tragam para perto dos alunos e alunas seu cotidiano.
Bibliografia
REFERÊNCIA
ABAURRE, Maria Bernadete. O que revelam os textos espontâneos sobre a representação que faz a criança do objeto escrito? In: KATO, Mary A. (org.). A Concepção da escrita. Campinas: Pontes, 1998.
ABRECHT, R. A. Avaliação formativa. Edição Asa. Portugal, Rio Tinto, 1994.
ANDRADE, F. Construtivismo na pré-escola. Disponível em: <
http://www.klikeducacao.com.br:8000/especialista - pais 01/resp. 63htp> acesso em 12 de janeiro de 2011.
COELHO, Maria Tereza. JOSÉ, Elisabete de Assunção. Problemas de aprendizagem. São Paulo: Ática, 2001.
FERREIRO, Emília. PALÁCIO, Margarita Gomes. Os processos de leitura e escrita: novas perspectivas. Trad. Luiza Maria Silveira. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.
REGO, Lúcia Lins Browne. A alfabetização numa perspectiva construtivista. In: BUARQUE, Lair Levi. REGO, Lúcia L. Browne. Alfabetização e construtivismo: teoria e prática. Recife: Editora universitário UFPE, 1994.
Publicado em 11/10/2011 11:16:00
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Este Blog é uma central de compartilhamento de informações, notícias, trabalhos científicos e arquivos. Sendo seu objetivo principal a interação entre fonoaudiólogos ou estudantes de fonoaudiologia e áreas correlacionadas, sendo assim sua participação é sempre de extrema importância. Além das informações e orientações sobre Fonoaudiologia e áreas correlacionadas, estarão disponíveis materiais terapêuticos, sendo que as autorias sempre serão respeitadas. O fornecimento dos Download visa suprir a dificuldade de acesso e aquisição de materiais em nossas áreas de atuação, porem jamais fazendo apologia a pirataria. Assim deixo um pedido: Caso possam adquirir as obras nas livrarias, compre-as, contribuindo assim com os autores e com o movimento da máquina científica. As publicações de minha autoria que estão sendo disponibilizadas podem ser utilizadas de forma livre pelos visitantes, peço apenas que divulguem a fonte e autoria do material.
“As informações e sugestões contidas neste site têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e o acompanhamento ao Odontopediatra, Ortopedia Funcional dos Maxilares, Ortodontia,Fonoaudiologia, Nutrição, Psicologia, Pediatria e outros especialistas”