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Acionadores: Comunicação Alternativa

Os acionadores são utilizados para facilitar o acesso dos usuários ao computador, aos comunicadores ou aos brinquedos adaptados.


Acionador com brinquedo adaptado
Acionador com comunicador de voz

Podem ser utilizados diferentes acionadores dependendo da possibilidade motora, cognitiva e visual do usuário.


Acionadores industrializados



Acionadores artesanais

Mouse com adaptação para funcionar como acionador


O terapeuta ocupacional e o fonoaudiólogo são os profissionais indicados para avaliar as possibilidades e necessidades do usuário, e fazer a indicação do recurso mais adequado.

Fonte: http://miryampelosi.blogspot.com/

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Saiba mais sobre a Psicopedagogia: O que é? Para que e para quem serve? Qual é a atuação do psicopedagogo? Conheça nosso trabalho, nossa atuação. Conheça a profissão do 3º Milênio!

Alguns instrumentos de avaliação:



A responsabilidade no uso de instrumentos de avaliação, sua escolha, o momento adequado a ser utilizado fazendo dele, instrumento de avaliação, parte e não o princípio, é o que levará ao sucesso de um diagnóstico
ATUACAO DO PSICOPEDAGOGO

Como o Psicopedagogo atua na Escola, no Consultório, Psicoprofilaticamente, e Sistematicamente
ITPA

Teste Illinois de Habilidades Psicolingüísticas
LPAD

Learning Potential Assessiment Device
PAR EDUCATIVO

Teste do desenho
PROVAS ESPECÍFICAS

Lateralidade e Lecto-escrita
PROVAS OPERATÓRIAS

Jean Piaget
TESTE DE MATRIZES PROGRESSIVAS

Instrumento clássico para avaliação de aspectos importantes do potencial intelectual

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

Ao falarmos sobre os instrumentos de avaliação utilizados pelo psicopedagogo, entramos num dos mais polêmicos assuntos:
  • "Fazer ou não uso de instrumentos de avaliação?"
  • "Qual a necessidade e validade real dos mesmos?"
  • "Em que medida podemos nos basear em resultados de um instrumento de avaliação?"
  • "Quais considerações que devemos relevar acerca destas testagens?"
  • "Como fazermos a leitura deste material?"
Todo questionamento é válido, e por que não afirmarmos que é obrigatório na condição de psicopedagogos?
Cada linha de pensamento nos leva a fazer uso às vezes, de algum tipo de instrumento de avaliação. Como fazermos a leitura deste material, e uso do mesmo, será o grande desafio, será o momento onde estaremos nos confrontando com nossa percepção, nossa observação, nossa avaliação e, conclusivamente, diagnosticando alguém, alguém que, muito provavelmente acatará resultados, sejam eles favoráveis ou não, e que nos possibilitará trabalhar a defasagem correta do indivíduo.
A responsabilidade no uso de instrumentos de avaliação, sua escolha, o momento adequado a ser utilizado fazendo dele, instrumento de avaliação, parte e não o princípio, é o que levará ao sucesso de um diagnóstico .


ITPA

O teste ILLINOIS DE HABILIDADES PSICOLINGUÍSTICAS, foi adaptado à realidade brasileira.
É um teste de aplicação individual, para diagnóstico, prevenção e intervenção das dificuldades vinculadas aos processos de comunicação, base da aprendizagem global e específica.

LPAD - Learning Potential Assessment Device


INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE APRENDIZAGEM

O propósito de minha presença nesta página é apresentar, rapidamente, um instrumental de avaliação de indivíduos portadores de distúrbios na aprendizagem, idealizado pelo professor Reuven Feuerstein e sua equipe.
Esta modalidade diagnóstica vem despertando o interesses de profissionais da área de educação e psicologia de todo o mundo, que procuram os cursos ministrados em Israel, pelo próprio Feuerstein e em outros paises por membros de sua equipe.
Incluindo-me entre esses profissionais, estive em maio último em Madrid, fazendo a formação de Aplicadores do L.P.A.D. num curso de 120 horas ministrado pelo prof. Dr. David Sasson.
O L.P.A.D. pode ser bem definido como uma modalidade de Avaliação Dinâmica do Potencial de Aprendizagem, que se baseia na Teoria da Modificabilidade Estrutural Cognitiva. Esta teoria, assim como o fundamento da Avaliação Dinâmica têm sido tratados extensamente por Feuerstein e seus colaboradores.
TEORIA DA MODIFICABILIDADE ESTRUTURAL COGNITIVA
A Modificabilidade Estrutural Cognitiva é o conceito central de um esquema teórico cujo propósito é explicar as diferenças individuais no desenvolvimento cognitivo. Apoiando-se no pressuposto de que educação é intervenção e que o meio físico e cultural em que o indivíduo esta inserido tem efeitos diferenciadores na constituição física emocional e intelectual do mesmo, permite-se afirmar que mudanças cognitivas poderão acontecer se o sujeito receber a intervenção estratégica necessária e suficiente para tanto.
A maioria dos examinadores, que entram em contato pela primeira vez com a Avaliação Dinâmica do Potencial de Aprendizagem, necessitam rever sua maneira de entender a natureza, funções, objetivos e métodos de avaliação para extraírem o máximo proveito dessa nova abordagem.
O LPAD foi elaborado para realizar uma tarefa distinta da que os psicólogos vêm fazendo há muito tempo; esta tarefa é a de avaliar a modificabilidade dos sujeitos, ao passo que a psicologia tradicional meramente avalia os "níveis funcionais atuais" do sujeito. Dada a estrutura dos testes de inteligência clássicos, os psicólogos não podem esperar utilizá-los para avaliar a modificabilidade, uma vez que os testes e os métodos de avaliação relacionados a eles não contém as técnicas necessárias para fazer inferências sobre os processos e o potencial.
LPAD é uma tentativa sistemática de superar essa limitação dos testes de inteligência e de fornecer uma base para tirar conclusões fundamentadas na observação preestabelecida de determinadas tarefas, sobre a natureza e adequação do desenvolvimento de funções cognitivas importantes, sobre o grau de facilidade com que tais funções podem modificar-se, sobre o nível de energia que é necessário investir para conseguir tal modificação e sobre a presteza com que se empregam as funções cognitivas modificadas a novas tarefas.
Desta forma se estabelece uma base para fazer ulteriores inferências sobre o nível do Potencial de Aprendizagem.
No LPAD empregam-se três níveis de inferência:
    • Medida de níveis de funcionamento manifesto, aspecto comum a outras abordagens (embora se avaliem funções diferentes), aceitando-se os resultados como indicadores diretos de funcionamento manifesto.
    • Exploração das condições sob as quais esse funcionamento manifesto pode melhorar, isto é, pesquisa das condições que podem permitir o aflorar de certas funções cognitivas que já estão disponíveis para ser expressas corretamente e formuladas para referir-se ao aprendizagem e a resolução de problemas.
    • Avaliação da modificabilidade, provocando uma mudança real nas estruturas cognitivas através da mediação de funções e estratégias, com a correspondente avaliação dos efeitos produzidos por tal intervenção, tanto nos processos generalizáveis de pensamento como no funcionamento manifesto.
Os conceitos básicos que necessitam ser redefinidos pela maioria dos psicopedagogos ou psicólogos que se propõem a realizar uma avaliação do Potencial de Aprendizagem, são, portanto, o de Potencial de Aprendizagem e o de Avaliação Dinâmica.

PAR EDUCATIVO

Sistematizado por Malvina Oris e Pichona Ocampo é importante na avaliação psicopedagógica. Nessa situação, solicitamos que a criança desenhe uma pessoa que aprende e uma que ensina, sugere-se que ela formule uma história envolvendo esses dois personagens; pode ser oral ou por escrito.
É possível interpretar relações ensinante-aprendente, o papel vivido na escola, em turma, as rejeições às situações escolares, ameaça da figura do professor, etc..

PROVAS ESPECÍFICAS

Prova de Lateralidade
Tem por objeto determinar o predomínio de um hemisfério cerebral sobre o outro na coordenação das ações, o que se estabelece verificando qual a mão, o pé, o olho preferidos para a execução de uma atividade, e comparando o rendimento obtido quanto à habilidade, rapidez e força com a extremidade direita e com a esquerda.
 
Prova de lecto-escrita
Interessa determinar que tipo de dificuldade é a que predomina no fracasso da criança na aquisição da escrita e da leitura. Um exame do caderno nos permitirá saber se se trata de um problema ortográfico, se há queda de letras entre palavras, inversões, substituições sistemáticas de fonemas, etc.

PROVAS OPERATÓRIAS


Criado por Piaget, as provas operatórias partem de um método clínico, de conversação livre com a criança sobre um tema dirigido pelo interrogador que segue as respostas da criança, que lhe pede que justifique o que diz.
O exame clínico tem a ver ao mesmo tempo com a experiência, na medida em que o interrogador faz hipóteses, faz variar as condições em jogo, testa a constância ,faz contra-sugestões, controla pelos fatos cada hipótese etc.. e ao mesmo tempo com a observação direta.

MATRIZES PROGRESSIVAS


Teste das Matrizes Progressivas, Escala Geral ou o teste de Raven, é um instrumento clássico para avaliação de aspectos importantes do potencial intelectual.
Suas aplicações abrangem todas as idades, desde o jardim-de-infância até a idade avançada, bem como todos os níveis culturais, do primário aos cursos de pós-graduação. Não se limitam à orientação vocacional e à seleção de pessoal; é empregado para o diagnóstico de deficiência mental de crianças e da involução intelectual de pessoas idosas. Pesquisas transculturais utilizam-se dele para estudar diferenças étnicas ou de aculturação. É empregado na psiquiatria, na psicologia clínica e assistencial e na psicopedagogia.
A Escala Geral das Matrizes Progressivas, Séries A, B, C, D, e E, se constituem num teste que revela a capacidade que um indivíduo possui, no momento de fazer a prova, para apreender figuras sem significado que se submetem a sua observação, descobrir as relações que existem entre elas, imaginar a natureza da figura que completaria o sistema de relações implícito e, ao fazê-lo, desenvolver um método sistemático de raciocínio.
As Matrizes Progressivas coloridas, Séries A, Ab, e B nos dão um valioso teste para crianças e pessoas idosas, para estudos antropológicos e para o trabalho na clínica. Podem ser usadas satisfatoriamente com os que, por algum motivo, não compreendam ou falam o idioma nacional, sofrem de defeitos físicos, são intelectualmente subnormais ou estão em processo de deteriorização mental.


Como o Psicopedagogo atua na Escola, no Consultório, Psicoprofilaticamente, e Sistematicamente

Podem ser muitas as razões que determinam o sucesso ou o fracasso escolar de uma criança, como: fatores fisiológicos, fatores psicológicos, mais precisamente de mobilização, condições pedagógicas e principalmente o meio sócio-cultural em que vive a criança.
A práxis psicopedagógica é entendida como o conhecimento dos processos de aprendizagem nos seus aspectos cognitivos, emocionais e corporais. Pressupõe também a atuação tanto no processo normal do aprendizado como na percepção de dificuldades (diagnóstico) e na interferência no planejamento das instituições e no trabalho de re-educação (terapia psicopedagógica).
  • Vivenciar e construir projetos, buscando operar na prática clínica individual e grupal.
  • Desenvolver projetos institucionais, principalmente aqueles relacionados a escola.
  • Aprimorar a percepção de si mesmo e do outro, enquanto se individual, social e cultural e no seu papel de psicopedagogo.

Clínica

Diagnostica, orienta, atende em tratamento e investiga os problemas emergentes nos processos de aprendizagem. Esclarece os obstáculos que interferem para haver uma boa aprendizagem. Favorece o desenvolvimento de atitudes e processos de aprendizagem adequados.
Realiza o diagnóstico-psicopedagógico, com especial ênfase nas possibilidades e perturbações da aprendizagem; esclarecimento e orientação daqueles que o consultam; a orientação de pais e professores, a orientação vocacional operativa em todos os níveis educativos.
A psicopedagogia no campo clínico emprega como recurso principal a realização de entrevistas operativas dedicadas a expressão e a progressiva resolução da problemática individual e/ou grupal daqueles que a consultam.

Institucional

A Psicopedagogia vem atuando com muito sucesso nas diversas Instituições, sejam escolas, hospitais e empresas.
Seu papel é analisar e assinalar os fatores que favorecem, intervém ou prejudicam uma boa aprendizagem em uma instituição. Propõe e ajuda o desenvolvimento dos projetos favoráveis a mudanças, também psicoprofilaticamente.
A aprendizagem deve ser olhada como a atividade de indivíduos ou grupos humanos, que mediante a incorporação de informações e o desenvolvimento de experiências, promovem modificações estáveis na personalidade e na dinâmica grupal as quais revertem no manejo instrumental da realidade.
Na Argentina e na França (Pólos Culturais), este trabalho já vem sendo desenvolvido há anos, tendo o psicopedagogo papel indispensável nas equipes multidisciplinares destas instituições.
Ana Maria Muniz, Alícia Fernàndez e Sara Pain são grandes exemplos do quanto a psicopedagogia Institucional vem colaborando dentro destas Instituições.
A aprendizagem não só objetiva a criança ou adolescente, mas o adulto e profissionais na integração e reintegração grupal.
Inspirando-nos em Pichon, um dos que se preocupou com a questão "GRUPO", verificaremos a importância de se trabalhar estas instituições: "a aprendizagem é uma apropriação instrumental da realidade para transformar-se e transformá-la. Essa apropriação possibilita uma intervenção que gera mudanças em si, e no contexto que se dá. Caracteriza-se também, por ser uma adaptação ativa, constante na realidade. Implica, portanto, em estruturação, desestruturação e reestruturação. Isso gera tensão a qual necessita não apenas ser descarregada, mas revitalizada, renovada, enriquecida.
Partindo da Teoria do Vínculo de Pichon-Rivière, a investigação deveria se dar em três dimensões: individual, grupal, institucional ou sociedade, que nos permitiria três tipos de análise: Psicossocial - que parte do indivíduo para fora; Sociodinâmica - que analisa o grupo como estrutura; e Institucional - que toma todo um grupo, toda uma instituição ou todo um país como objeto de investigação.
O trabalho do psicopedagogo se dá numa situação de relação entre pessoas. Não é uma relação qualquer, mas um encontro entre educador e educando, em que o psicopedagogo precisa assumir sua função de educador, numa postura que se traduz em interesse pessoal e humano, que permite o desabrochar das energias criadoras, trazendo de dentro do educando capacidades e possibilidades muitas vezes desconhecidas dele mesmo e incentivando-o a procurar seu próprio caminho e a caminhar com seus próprios pés.
O objetivo do psicopedagogo é o de conduzir a criança ou adolescente, o adulto ou a Instituição a reinserir-se, reciclar-se numa escolaridade normal e saudável, de acordo com as possibilidades e interesses dela.

Psicoprofilático

Estuda e cria condições para uma melhor aprendizagem individual e grupal nas instituições educativas ou em situações de aprendizagem ( nível individual, grupal, institucional e comunitário ).
Compreende a investigação, o assessoramento e o planejamento do aprendizado; o assessoramento em equipes interdisciplinares referentes a educação e/ou à saúde mental, a difusão comunitária de temas de sua especialidade, aulas de cursos de capacitação; cursos de orientação a pais; treinamento de professores de todos os níveis.

Sistemática

Intervem na investigação e planejamento das aprendizagens, segundo níveis evolutivos ou as características psicológicas de quem aprende. Escolha e assessoramento de metodologias que ajustem a ação educativa nas bases psicológicas da aprendizagem.
Assessoramento institucional de projetos de aprendizagem.

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A aquisição do sistema da escrita pela criança


INTRODUÇÃO
A escola é responsável primeiramente por ensinar os seus alunos e alunas a ler e a escrever. No entanto, a maioria das crianças já chegam à escola com uma noção básica do que é leitura e a escrita, devido ao contato que tem  com o mundo fora da escola. Inicia-se assim o processo de escrita a qual passa por diferentes níveis. Ferreiro (1990) afirma que aprender a ler começa com o desenvolvimento da língua escrita.
Pensando nisso, buscamos analisar as escritas de algumas crianças em uma sala de aula de 1° ano com faixa etária de 6 e 7 anos. O objetivo é verificar em que nível de escrita encontram-se as crianças e quais as hipóteses de escritas levantadas pelas mesmas.
E para uma maior compreensão desse assunto utilizamos algum estudo teórico das Educadoras Emília ferreiro e Lúcia Rego.
Seja como for, esperamos ter contribuído de alguma forma para os estudos que vêm sendo feitos sobre a aquisição do sistema de escrita pela criança.
A CRIANÇA E SUAS DESCOBERTAS SOBRE A ESCRITASabemos que a escola tem como função primordial, ensinar a ler e escrever. Mas, muitas crianças já chegam à escola com uma noção do que seja leitura e escrita. Estas crianças, geralmente, convivem com pessoas que lêem constantemente, vendo isso, a criança pode se interessar por historinhas, gibis e outras leituras que facilitam seu processo de escrita, neste caso, a leitura e a escrita “caminham juntas”.
A criança pode também observar como as pessoas falam e levantam algumas a respeito da língua escrita. Este caso, é comprovado pelos estudos de Ferreiro e Teberosky, que comprovam que a criança ao representar a fala na escrita, desenvolve hipóteses sobre a língua escrita mesmo antes de aprender a ler.
Segundo Ferreiro (1990), aprender a ler começa com o desenvolvimento da língua escrita. Pesquisas sobre o processo de aprendizagem da escrita vem mostrando, que para se apropriar do sistema de representação da escrita, a criança precisa refletir sobre o que a escrita representa e o modo de representá-la.
Segundo Ferreiro (1990), os primeiros estudos das atividades gráficas centraram-se na evolução do desenho. Referindo-se aos desenhos de animais e objetos que algumas vezes servem como mensagens e que são chamados de escrita pictória. A escrita existe inserida em uma complexa rede de relações sociais,a criança tenta compreender o que são essas marcas gráficas e como os usuários a utilizam.
Após suas descobertas e hipóteses sobre a língua escrita, a criança começa a escrever. Ao escrever não copia simplesmente aquilo que ler. A cada etapa ela mostra progressos que demonstram que a mesma é um elemento ativo que constrói a sua escrita.
Segundo Coelho (2001), escrever significa relacionar o signo verbal a um signo gráfico. Portanto, na escrita se estabelece relação entre a audição, o significado e a palavra escrita. Assim, quando a criança já tem o significado do objeto interiorizado, seu processo de escrita fica mais fácil.
A ESCRITA E SEU FUNCIONAMENTO
No inicio da alfabetização, os alunos escrevem com muitas letras, no levantamento e desenvolvimento das hipóteses descobrem que na fala cada letra corresponde a uma sílaba, logo na escrita escrevem fazendo correspondência. É comum neste caso a formação de palavras com letras que correspondem ao seu nome.
Com a evolução da escrita os alunos percebem que é necessário mais letras para a construção de sílabas, primeiro eles incluem as vogais e depois as consoantes. Observando a escrita de colegas e da professora, analisam a sua produção, chegando a dominação das silabas e conseqüentemente as palavras. É apesar dos possíveis erros de ortografia, à exemplo de separação de sílabas e uso de pontuação, nessa etapa já conseguem produzir textos legíveis.
É importante que os alunos façam a interação entre a fala e a escrita e percebam que não se escreve do jeito que se fala. O que segundo Abaurre
Todas as crianças representam já a escrita como algo diferente de uma mera transcrição da fala. As variações aqui, são de grau e de detalhe, o que, como dissemos, pode ser explicado por referência ao contexto onde vivem as crianças (e certamente, por diferenças individuais) (ABAURRE, 1998, p.141).
Seja como for, é importante compreender que é preciso saber interpretar todas as hipóteses que as crianças fazem ao iniciar seu processo de aquisição da escrita e a partir de então trabalhar a escrita convencional, envolvendo um jogo mútuo entre a fala e a escrita.
O ERRO NA VISÃO CONSTRUTIVISTASegundo (Piaget apud Macedo, 1994, p.57) “[...] o erro é a oposição do acerto e deve ser visto e interpretado de um outro modo na teoria do desenvolvimento da criança, a questão é a de invenção, descoberta, e não necessariamente de acerto ou erro como é considerada, muitas vezes, uma visão formal do adulto”. O erro, neste contexto, visto como algo dinâmico, como caminho para o avanço.
Os erros dos alunos constituem, na verdade, ricas fontes de informação para o professor, mostrando-lhe a maneira a qual os seus alunos encontram-se, seu nível evolutivo atual, e apontando em especa, os aspectos que no momento, concentram as principais dificuldades. Os erros das crianças podem desta maneira, auxiliar muito o professor, norteando sua conduta em sala de aula.
É importante que as crianças percebam que podem errar que não precisam dar resposta certa para satisfazer o professor, que podem realmente dizer aquilo que pensam, sem medo de serem corrigidas.
São nos textos livres das crianças, que encontram-se diferentes tipos de erros construtivos. Esses erros podem ser entendidos como um estágio ou nível de desenvolvimento dos alunos, principalmente quando há aquisição do código escrito.
Abrecht (1994, p.134), também analisa a questão do erro, tomando como referência sua concepção de avaliação formativa, o erro “[...] é um fenômeno consubstancial à aprendizagem, à construção de conhecimento que operam por tentativa e hipóteses sucessivas”.
A maior contribuição do construtivismo às escolas foi revelar que acriança não pensa como o adulto e nem por isso é menos inteligente. A criança tem um modo próprio de entender as coisas, que vai evoluindo até entender o pensamento adulto. Para os construtivistas, a criança não absorve os estímulos passivamente, mas se empenha para progredir, tentando compreender as coisas de forma ativa e criativa. Segundo Andrade (2005), a criança manipula os objetos, faz perguntas, observa, reflete e inventa explicações, elabora hipóteses na tentativa de dar às coisas que vê, ouve e contata.
Os erros são compreendidos como manifestações do pensamento infantil e não como falhas da criança e, por isso, são aproveitados para promover a aprendizagem. Os conhecimentos do aluno são levados em consideração e o raciocínio e as reflexões, que são mais valorizados do que a repetição e a memorização.
O fato é que a criança aprende a ler e escrever, lendo e escrevendo, mesmo sema compreensão inicial do que se esteja fazendo.
ANÁLISE DAS ESCRITASAs escritas foram coletadas em uma turma de 1° ano, com faixa etária de 6 e 7 anos. Todas as escritas foram espontâneas, com o fim de obter resultados precisos para uma maior compreensão do processo de aquisição da escrita dos alunos e alunas do referido ano letivo. Abaixo segue algumas escritas das crianças, e respectivamente as análises das mesma:



Podemos observar na escrita 1 que a criança encontra-se em fase de transição do nível de escrita com garatujas para um nível pré-silábico. A criança ainda considera a hipótese de que a escrita é representada por desenhos, mas também já compreende que para escrever é necessário utilizar letras. Sobre essa hipótese de escrita afirma Rego
Portanto, à semelhança das escritas mais antigas que elegeram os pictogramas como símbolos gráficos, a criança também considera a hipótese de que podemos escrever desenhando (...) uma mudança, portanto, essencial para que a criança entenda a natureza da escrita alfabética consiste em ela compreender que para escrever nos utilizamos das letras (REGO, 1994, pp. 21-22).
Na escrita 2 e 3 constatamos que a criança encontra-se no nível pré-silábico sem valor sonoro. Ela usa as letras sem entender o seu significado e associa a quantidade de letras a serem utilizadas com o tamanho do objeto proposto. Sobre essa hipótese de escrita confirma Rego
Nessa fase a criança também se preocupa em escrever palavras de significado diferente com quantidades e combinações de letras diferentes (...) a quantidade e a variedade de letras para diferenciar o significado sem atentar para a relação que existe entre as letras e as características sonoras das palavras (REGO, 1994, p.22).
Na escrita 4, a criança encontra-se ao nível silábico com valor sonoro. Nessa fase a criança começa perceber a relação da escrita com os sons da fala e a quantidade de letras que usa corresponde ao número de sílabas da palavra. O que, segundo Rego
A fonetização da escrita começa geralmente de forma gradual. Mas há um momento desta evolução em que a quantidade de letras que a criança usa para cada palavra coincide sistematicamente com o número de sílabas das palavras (REGO, 1994, p.23).
Na escrita 5, em um primeiro momento constatamos que acriança está no nível alfabético, pois escreve corretamente as palavras. Porém, como são palavras que ela ouve e tem contato diariamente, não descartamos a hipótese de que ela apenas tenha memorizado essas palavras. Sobre essa hipótese afirma Rego
No entanto, para entender a natureza alfabética do nosso sistema de escrita a criança necessita entender que apenas uma letra para representar cada sílaba não é suficiente. Este entendimento, porém, acontecem gradualmente (REGO, 1994, p. 25).
Analisamos aqui apenas algumas escritas de algumas crianças. Mas entendemos que é preciso aprender e interpretar com domínio e bastante compreensão as diversas fases de desenvolvimento da criança em relação à língua escrita. Desta forma também buscamos trabalhar e desenvolver as melhores habilidades para ajudar na aquisição do sistema de escrita das nossas crianças.
CONSIDERAÇÕES FINAISAo término da análise das escritas, observamos que as crianças ainda estão em processo de alfabetização, o que é normal para uma turma de 1°ano e para crianças de 6 e 7 anos de idade, respeitando o seu nível de desenvolvimento cognitivo.
Percebemos também que as crianças constroem e elaboram suas próprias hipóteses de aquisição do sistema de escrita, a qual é um processo e que requer do professor conhecimento e habilidade para melhor ajudar no desempenho das mesmas.
Seja como for, entendemos que é necessário e mais satisfatório que as crianças sejam alfabetizadas por meio de textos, pois frases soltas a fazem por muitas vezes apenas memorizar as palavras, dificultando o seu desempenho na fala e na escrita de nomes. Sendo assim, o melhor é alfabetizar com textos que tragam para perto dos alunos e alunas seu cotidiano.
Bibliografia
REFERÊNCIA
ABAURRE, Maria Bernadete. O que revelam os textos espontâneos sobre a representação que faz a criança do objeto escrito? In: KATO, Mary A. (org.). A Concepção da escrita. Campinas: Pontes, 1998.
ABRECHT, R. A. Avaliação formativa. Edição Asa. Portugal, Rio Tinto, 1994.
ANDRADE, F. Construtivismo na pré-escola. Disponível em: <
http://www.klikeducacao.com.br:8000/especialista - pais 01/resp. 63htp> acesso em 12 de janeiro de 2011.
COELHO, Maria Tereza. JOSÉ, Elisabete de Assunção. Problemas de aprendizagem. São Paulo: Ática, 2001.
FERREIRO, Emília. PALÁCIO, Margarita Gomes. Os processos de leitura e escrita: novas perspectivas. Trad. Luiza Maria Silveira. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.
REGO, Lúcia Lins Browne. A alfabetização numa perspectiva construtivista. In: BUARQUE, Lair Levi. REGO, Lúcia L. Browne. Alfabetização e construtivismo: teoria e prática. Recife: Editora universitário UFPE, 1994.
Publicado em 11/10/2011 11:16:00
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Sinais de Distúrbios de Aprendizagem


Sinais comuns nos Distúrbios de Aprendizagem
Na educação infantil:
▫ falar mais tarde
▫ pouco vocabulário
▫ problemas para aprender números, letras, cores e formas
▫ dificuldade em seguir ordens e rotinas
▫ agitado, distrai-se facilmente
▫ lentidão para desenvolver a habilidade motora fina
Nos primeiros anos do Ensino Fundamental:
▫ dificuldade para perceber as relações entre letras e sons
▫ erros freqüentes na leitura
▫ lento para aprender novas habilidades e de lembrar fatos
▫ dificuldade na aprendizagem de números e cálculos
▫ impulsivo, com dificuldade de se planejar
▫ coordenação motora pobre
▫ dificuldade em compreender o conceito de tempo
Nos anos posteriores do Ensino Fundamental:
▫ evita ler em voz alta
▫ evita atividades escritas
▫ dificuldade com problemas escritos
▫ troca sequencias de letras nas palavras
▫ dificuldade em se lembrar de fatos
▫ dificuldade em compreender a expressão corporal e facial das pessoas
No Ensino Médio e Superior:
▫ evita atividades de leitura e escrita
▫ dificuldade em resumir idéias e fatos
▫ dificuldade em responder (argumentar) as questões em provas
▫ dificuldades com conceitos abstratos
▫ lentidão na execução de atividades
▫ prejuízo nas habilidades de memória
▫ substitui palavras durante a leitura
Identificação Precoce
Segundo S. Vaughn e L. Fuchs, idealmente todos os alunos – da Educação Infantil até os primeiros anos da Educação Fundamental – deveriam ser triados para potenciais problemas nos níveis acadêmicos e comportamentais. Aqueles estudantes identificados como sendo “de risco” deveriam receber instrução complementar para reduzir o seu déficit na área em que se encontra com baixo desempenho (ex.: linguagem, leitura, matemática, comportamento).
Diversos estudantes poderiam se beneficiar com a identificação precoce, que privilegiaria o foco na identificação em situação de risco ao invés do foco em déficits de longa data vivenciados por estes alunos.
Quando a criança falha em responder adequadamente à instrução, conclui-se que algum déficit inerente, e não o programa instrucional, explique a falta de resposta e que alguma intervenção especial seja necessária.
Atuação do Fonoaudiólogo
O Fonoaudiólogo clínico trabalha junto às crianças, adolescentes e adultos que apresentam Distúrbios de Aprendizagem, buscando desenvolver as habilidades que se encontram prejudicadas.

Fonte: http://www.fonologica.com.br/blog/tag/terapia-fonoaudiologica/

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Desenvolvimento tardio da Fala e da Linguagem


Seu filho já tem dois anos e ainda não fala? Diz umas poucas palavras, mas você acredita que ele esteja atrasado em relação às outras crianças da mesma idade? O que fazer? Procurar orientação especializada ou simplesmente aguardar?
Saber o que é normal e o que não é normal no desenvolvimento da fala e da linguagem pode ajudá-lo a entender se há motivo para preocupação ou se seu filho apresenta um desenvolvimento adequado.
Neste sentido, é importante conversar sobre o desenvolvimento da fala e da linguagem com um profissional especializado.
Alguns indicadores do desenvolvimento da Fala e da Linguagem:
Até 1 ano:
Nos primeiros 6 meses o bebê emite vocalizações e sons guturais.
Dos 6 aos 8 meses o bebê apresenta balbucio repetitivo e a imitação da entonação.
Em torno dos 12 meses iniciam-se as primeiras verbalizações com significado.
Com 1 ano: 
A criança conhece seu nome; Diz 2 a 3 palavras além de “mama” e “papa”; Imita palavras familiares; Compreende ordens simples; Reconhece as palavras como símbolos para objetos.
Entre 1 e 2 anos:
Aos 18 meses a criança pode apresentar um vocabulário com 50 palavras. Entre 18 e 24 meses seu vocabulário se amplia e se aproxima de 200 palavras.
Compreende a palavra “não”; Combina duas palavras; Reproduz o som de animais conhecidos; Aponta figuras de um livro quando nomeadas; Segue comandos simples.
Entre 2 e 3 anos:
Usa sentenças curtas, de 3 a 4 vocábulos; nomeia figuras e objetos comuns; Identifica partes do corpo; Apresenta um vocabulário de 450 palavras; Combina nomes e verbos; Conversa com outras crianças assim como com adultos; Aprecia ouvir a mesma história várias vezes.
Entre 3 e 4 anos:
Nessa fase a criança possui um vocabulário de aproximadamente 1.000 palavras; já compreende ordens mais longas, conversas, histórias e músicas; sua fala é mais fácil de ser compreendida por pessoas de fora de sua convivência; se comunica por sentenças simples de 4 a 5 palavras; relata experiências pessoais, ainda sem muitos detalhes.
Entre 4 e 5 anos:
Seu vocabulário aumenta para 1.500 palavras; compreende questões mais complexas; consegue usar o tempo verbal no passado; é capaz de definir algumas palavras; sabe listar ítens que pertençam a mesma categoria, tais como animais, carros etc; explica como realizar algumas atividades, tais como pintar.
Entre 5 e 6 anos:
A criança nessa idade apresenta as habilidades de linguagem bem desenvolvidas; aprende palavras mais especializadas de seu centro de interesse; expande sua habilidade em compreender fenômenos explicados verbalmente; pronuncia todos os sons da língua com clareza; elabora sentenças mais complexas e gramaticalmente corretas; apresenta um bom vocabulário que está em contínuo crescimento; é capaz de iniciar conversação e sabe esperar sua vez de falar quando em grupo.
Distinção entre Fala e Linguagem
  • A fala é a expressão verbal da linguagem e envolve a articulação dos sons para a produção de palavras.
  • A linguagem é muito mais ampla e se refere a todo o sistema de expressão e recepção da informação. Consiste em compreender e ser compreendido por meio da comunicação verbal, não verbal e escrita.
Apesar dos problemas de fala e de linguagem serem diferentes, com freqüência eles se superpõem.
Uma criança com dificuldades de linguagem pode pronunciar as palavras corretamente, mas não ser capaz de unir mais de duas palavras. Por outro lado, talvez seja difícil compreender a fala de uma outra criança, apesar dela utilizar palavras e frases para expressar suas ideias. É possível ainda encontrar uma terceira criança que fale corretamente, mas tenha dificuldades para seguir instruções.
Desvios na Fala e na Linguagem – alguns sinais
O bebê que não responde aos sons e que não vocaliza é motivo de inquietação.
Entre os 12 e os 24 meses de idade, requer atenção a criança que tem os seguintes comportamentos:
  • não utiliza gestos, como apontar ou saudar com as mãos aos 12 meses;
  • prefere se comunicar através de gestos em vez de vocalizar aos 18 meses;
  • apresenta problemas para imitar sons aos 18 meses.
Solicite uma avaliação ao fonoaudiólogo se seu filho tem 2 anos apresenta as seguintes características:
  • só pode imitar a fala ou as ações e não pronuncia palavras ou frases de forma espontânea;
  • só emite alguns sons ou diz algumas palavras de forma repetitiva e não pode utilizar a linguagem oral para se comunicar além de suas necessidades imediatas;
  • não consegue seguir instruções;
  • tem um tom de voz fora do comum (muito agudizada, nasalizada ou agravada);
  • dificuldade em compreender o que a criança diz maior que a esperada para a sua idade.
Causas dos atrasos na Fala e na Linguagem
Os atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem podem ser atribuídos a muitas causas:

Orgânicas e/ou corticais: alterações nos órgãos fonadores, da audição e no processamento da linguagem no córtex cerebral;Cognitivas: dificuldades intelectuais que podem dificultar a comunicação oral;Psicológicas: problemas emocionais não favorecem o desenvolvimento da linguagem;Sócio-culturais: ambiente pouco estimulante e sem bons exemplos de fala.

Avaliação Fonoaudiológica
Ao realizar uma avaliação, o fonoaudiólogo observará as habilidades de fala e de linguagem de seu filho dentro de um contexto do desenvolvimento global. O fonoaudiólogo utilizará provas e escalas, assim como os seus conhecimentos sobre as alterações no desenvolvimento da fala e da linguagem apresentados pela criança, tais como:
  • o que seu filho compreende (denominado “linguagem receptiva”);
  • o que seu filho consegue expressar (denominado “linguagem expressiva”);
  • se seu filho tenta se comunicar de outras maneiras, como apontar, mover a cabeça, realizar gestos, etc;
  • a motricidade orofacial de seu filho (de que maneira os órgãos orofaciais funcionam para falar, respirar, mastigar e engolir).
Se o fonoaudiólogo determinar que seu filho necessita de terapia, sua participação será muito importante. Você pode ser convidado a observar as sessões de terapia e a aprender de que maneira pode trabalhar com seu filho em casa para melhorar suas habilidades de fala e linguagem.
É possível ainda que o resultado da avaliação fonoaudiológica da fala e da linguagem simplesmente indique que suas expectativas são demasiado elevadas. Uma orientação sobre as etapas do desenvolvimento da fala e da linguagem podem ajudá-lo a ver seu filho de forma mais realista.
O que os pais podem fazer
O desenvolvimento da fala se deve tanto às características naturais como à estimulação recebida. A conformação genética de uma criança determinará, em parte, sua inteligência e seu desenvolvimento da fala e da linguagem. No entanto, uma grande parte depende do ambiente onde vive a criança. Ela recebe a estimulação adequada em sua casa ou na creche? Existem oportunidades de participação ou de intercambio de comunicação?
Quando você compreende melhor as dificuldades de seu filho, pode aprender muitas maneiras de estimulá-lo.
Algumas sugestões para por em prática:
  • Passe muito tempo se comunicando com seu filho.
  • Leia para ele.
  • Aproveite as situações do dia a dia.
Lembre-se: Quando existem problemas de fala, de linguagem, de audição ou de desenvolvimento, a melhor maneira de ajudar seu filho é reconhecer e tratar estas dificuldades precocemente. Com a terapia adequada, no momento indicado, seu filho poderá se comunicar melhor com você e com as outras pessoas com as quais convive.
Fonte: http://www.fonologica.com.br

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