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3. Faça movimentos de rotaqção com os ombros para trás e para frente.
4. Alongamento do músculo masséter: Com os polegares perto das orelhas, a medida que for abrindo a boca, deslise os dedos até uní-los ao queixo.
O aquecimento e desaquecimento vocal são importantíssimos, portanto, você que utiliza a voz como instrumento de trabalho, não se esqueça de realizar tais exercícios para que seu desempenho vocal seja sempre melhor do que almeja.
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Quem faz uso da voz profissional - Exercícios (Aquecimento e desaquecimento vocal)
O que é Aquecimento Vocal?
Corresponde à realização de uma série de exercícios respiratórios e vocais,
cuja finalidade é aquecer a musculatura das pregas vocais antes de uma
atividade mais intensa para evitar sobrecarga, o uso inadequado ou um
quadro de fadiga vocal ( Costa e Andrada e Silva, 1998).
Em média, o aquecimento dura de 10 a 15 minutos, podendo também ser realizado antes do início da apresentação ou espetáculo, variando de pessoa para pessoa.
Neste post. sugiro alguns exercícios para AQUECIMENTO e DESAQUECIMENTO VOCAL:
Exercícios Respiratórios:
1. Faça uma inspiração profunda, elevando os braços para o alto, e solte rápido, soltando todo o corpo para frente. (Repita o exercício 10 vezes)
2.Faça uma inspiração profunda e solte o ar, realizando os sons /si/.../fu/.../xi/../pá/..., fazendo movimentos alternados com o diafragma. (Repita o exercício 10 vezes)
Exercícios para Relaxamento da Musculatura - Região Cervical
1. Lateralize a cabeça para os lados, como se estivesse colocando a orelha no ombro (não faça esse movimento propriamente dito). Logo após para frente e para trás. Lembrando que no movimento para trás, o ideal é que se abra a boca.
2. Faça exercícios de rotação com a cabeça.
4. Alongamento do músculo masséter: Com os polegares perto das orelhas, a medida que for abrindo a boca, deslise os dedos até uní-los ao queixo.
Exercícios Vocais:
Para o Aquecimento, todos os exercícios devem ser realizados em direção aos agudos.
- Sons nasais /m/ e /n/ associados a movimentos de língua e mastigação. Ex: Faça Hummmm... mastigando-o.
- Sons Vibrantes: Vibração de língua ou lábios de preferência em escala ascendente (em direção aos agudos).
- Em escala cante plá-plé-plí-pló-plú... Logo após cante: pra-pré-prí-pró-prú.
OBS: Para que tais exercícios sejam mais fáceis de serem executados, o ideal é que tenha um teclado ou piano para que a escala fique correta.
Ao final de cada apresentação deve-se realizar o DESAQUECIMENTO VOCAL, sendo este muito importante para a saúde e longevidade da voz.
O desaquecimento vocal, segundo BAXTER (1990), consiste no retorno à voz falada normal.
Desaquecimento:
1. Relaxamento facial pela técnica do bocejo: Abra a boca, como se estivesse com sono e suspire.
2. Rotação de cabeça com som gutural.
3. Sons nasais e/ou vibrantesem escala descendente.
Cuide de sua voz! Voz é Vida!
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Labirintite: Será que eu tenho?
O sistema de manutenção do equilíbrio humano depende da orelha interna,
dos olhos, dos músculos e articulações. Se a orelha interna e outros
elementos do equilíbrio estão prejudicados, sintomas como tontura,
vertigem (tontura rotatória) e desequilíbrio podem aparecer.
A severidade e tipo dos sintomas podem variar consideravelmente. Os
sintomas podem ser assustadores e difíceis de descrever. As pessoas
podem se sentir cansadas, ansiosas, inatentas. Podem apresentar
também dificuldades para ler ou realizar contas de matemática. Ir para o
trabalho, para a escola, realizar tarefas, sair da cama pela manhã podem
ser tarefas extremamente difíceis para algumas pessoas com tontura.
Segue abaixo uma lista de sintomas comuns em pacientes com desordens
vestibulares. Nem todos os pacientes vão sentir todos estes sintomas ou
até mesmo podem sentir outros que não estão citados neste texto. Além
do mais, alguns destes sintomas podem estar relacionados também a
outros tipos de doenças que não seja do labirinto.
VERTIGEM E TONTURA
¾ Sensação do ambiente girar em torno de você ou de você girar em
torno do ambiente;
¾ Sensação de cabeça vazia, de pisar em ovos, de como estar deitado
numa rede ou dentro de um barco;
¾ Sensação de estar sendo puxado para algum dos lados ou para
frente ou para trás.
EQUILÍBRIO E ORIENTAÇÃO ESPACIAL
¾ Desequilíbrio, dificuldade para caminhar em linha reta ou desviar de
obstáculos;
¾ Dificuldade de coordenação;
¾ Dificuldade para manter postura ereta, tendência para olhar para
baixo para confirmar aonde está pisando;
¾ Dificuldades para caminhar em superfícies irregulares;
¾ Dores musculares e articular (devido ao desequilíbrio).
VISÃO
¾ Dificuldades para focalizar objetos em movimento; as palavras da
revista ou jornal parecem se movimentar, ou ficam borradas, ou se
duplicam;
¾ Desconforto quando em locais visualmente perturbados como
supermercados, ruas muito cheias;
¾ Sensibilidade à claridade, luzes fluorescentes;
¾ Tendência em focar objetos que estão pertos e dificuldade para em
focar objetos à distância;
¾ Dificuldades para caminhar quando está escuro;
¾ Percepção de profundidade ruim.
AUDIÇÃO
¾ Perda ou flutuação da audição;
¾ Zumbido;
¾ Não suporta muito bem lugares com som alto;
¾ Aumento súbito de sons pode piorar sintomas da vertigem, tontura
e desequilíbrio.
COGNIÇÃO E O PSICOLÓGICO
¾ Dificuldade para se concentrar, desatenção;
¾ Lapsos de falta de memória;
¾ Confusão, desorientação, dificuldade de compreender direções ou
instruções;
¾ Dificuldade de participar de conversas, eventos, especialmente
quando o espaço é muito barulhento ou tem muito movimento;
¾ Fadiga mental/física desproporcional à determinada atividade;
¾ Perda da autoconfiança, auto-estima;
¾ Ansiedade, pânico;
¾ Depressão.
OUTRAS
¾ Náusea ou vômitos;
¾ Sensibilidade aos movimentos;
¾ Dor nos ouvidos;
¾ Sensação de ouvido tampado;
¾ Dores de cabeça;
¾ Sensibilidade à mudanças de pressão, temperatura.
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Labirintopatia e Reabilitação Vestibular
...LABIRINTOPATIA E REABILITAÇÃO VESTIBULAR
O que é labirintite?
O termo correto é labirintopatia, que é a afecção determinada por comprometimento do ouvido interno (labirinto). Labirintite seria a inflamação do labirinto, que é uma condição rara.
No primeiro sintoma. Muitas vezes, as pessoas, se auto-diagnosticam e se auto-medicam no primeiro sintoma de tontura. Julgam que o sintoma apresentado, foi decorrente de algum exagero alimentar, de um momento de estresse, de um nervosismo, e que logo vai passar. Aceitam, prontamente, o conselho medicamentoso de um amigo ou vizinho.
O correto, para não deixar a doença se torne crônica, é procurar um médico de confiança que certamente o encaminhará para um otorrinolaringologista, já no primeiro episódio de tontura.
A hipertensão arterial é uma das causas mais freqüentes de tonturas. Com o controle da pressão os sintomas desaparecem. Caso isso, não ocorra, deve-se pensar em micro infarto cerebral, especialmente na região do cerebelo.
PORTANTO SE VOCÊ...
...Perde o equilíbrio?
...Tem de vez em quando a sensação de estar bêbado?
...Tem a sensação de estar com a cabeça dentro da água?
...Sente fraqueza nas pernas?
...Cai com freqüência? Tem enjôo ou vômitos?
PROCURE UM FONOAUDIÓLOGO(A)!
A Reabilitação Vestibular trata-se de um tratamento para tonturas e vertigens, sendo estas providas do Sistema Vestibular (labirinto).
Sabe-se que o fonoaudiólogo é o profissional capacitado para avaliação e reabilitação do Sistema Auditivo, entretanto muitos profissionais de outras áreas têm se aprimorado nesta área e realizando a "Reabilitação Vestibular".
EXERCÍCIOS DE REABILITAÇÃO LABIRÍNTICA
1. Com a cabeça fixa, movimente os olhos para a direita e para esquerda; para cima e para baixo, em dez duplos movimentos.
Estes são alguns exercícios que você poderá realizá-los em casa.
Uma outra recomendação importante é a caminhada por um período de no mínimo 30 minutos, olhando ao redor.
É um exercício prático e que poderá lhe render não só uma boa reabilitação mas a melhora da sua qualidade de vida.
Fonte: http://consultoriofono.blogspot.com/
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O que é labirintite?
O termo correto é labirintopatia, que é a afecção determinada por comprometimento do ouvido interno (labirinto). Labirintite seria a inflamação do labirinto, que é uma condição rara.
No primeiro sintoma. Muitas vezes, as pessoas, se auto-diagnosticam e se auto-medicam no primeiro sintoma de tontura. Julgam que o sintoma apresentado, foi decorrente de algum exagero alimentar, de um momento de estresse, de um nervosismo, e que logo vai passar. Aceitam, prontamente, o conselho medicamentoso de um amigo ou vizinho.
O correto, para não deixar a doença se torne crônica, é procurar um médico de confiança que certamente o encaminhará para um otorrinolaringologista, já no primeiro episódio de tontura.
A hipertensão arterial é uma das causas mais freqüentes de tonturas. Com o controle da pressão os sintomas desaparecem. Caso isso, não ocorra, deve-se pensar em micro infarto cerebral, especialmente na região do cerebelo.
PORTANTO SE VOCÊ...
...Perde o equilíbrio?
...Tem de vez em quando a sensação de estar bêbado?
...Tem a sensação de estar com a cabeça dentro da água?
...Sente fraqueza nas pernas?
...Cai com freqüência? Tem enjôo ou vômitos?
PROCURE UM FONOAUDIÓLOGO(A)!
A Reabilitação Vestibular trata-se de um tratamento para tonturas e vertigens, sendo estas providas do Sistema Vestibular (labirinto).
Sabe-se que o fonoaudiólogo é o profissional capacitado para avaliação e reabilitação do Sistema Auditivo, entretanto muitos profissionais de outras áreas têm se aprimorado nesta área e realizando a "Reabilitação Vestibular".
EXERCÍCIOS DE REABILITAÇÃO LABIRÍNTICA
1. Com a cabeça fixa, movimente os olhos para a direita e para esquerda; para cima e para baixo, em dez duplos movimentos.
2. Sentar, levantar, sentar. ( 10 vezes)
3. Andar em linha reta olhando para os lados alternadamente
Uma outra recomendação importante é a caminhada por um período de no mínimo 30 minutos, olhando ao redor.
É um exercício prático e que poderá lhe render não só uma boa reabilitação mas a melhora da sua qualidade de vida.
Fonte: http://consultoriofono.blogspot.com/
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Dúvidas comuns dos pacientes que sofrem com a tontura!
“ESTÁ TUDO NA SUA CABEÇA”: FATORES ESTRESSANTES E
DÚVIDAS COMUNS DOS PACIENTES QUE SOFREM COM A
TONTURA.
EU ESTOU INVENTANDO?
Desordens vestibulares podem ser invisíveis e até mesmo imprevisíveis.
Porém isto não quer dizer que são imaginárias. Existe uma tendência
cultural das pessoas de suspeitar que qualquer coisa que não apareça nos
testes sanguíneos ou nos exames de imagem é “coisa da sua cabeça”. Isto
não é verdade.
EU SOU PREGUIÇOSO(A)?
Quando na presença de uma desordem vestibular, o processo de manter o
equilíbrio, que normalmente é inconsciente, agora se torna consciente.
Este esforço demanda grande energia psicológica. Estudos sugerem que
desordens vestibulares podem ter efeito na cognição do paciente (Hanes
and McCollum 2006).
Qualquer que seja a causa, pacientes com desordem vestibular podem não
pensar, resolver problemas tão facilmente como faziam antigamente. E
uma dúvida sempre vem à cabeça.... Será que estou simplesmente
preguiçoso (a)? Os pacientes vêm descobrindo que se eles se esforçarem
bastante eles conseguem realizar suas tarefas, talvez com uma demanda
maior de energia, mas conseguem.
EU NECESSITO DE CUIDADOS ESPECIAIS?
Se você se acomoda com determinada dificuldade isto pode piorar. A
psicoterapia pode auxiliar estes pacientes e suas famílias. Somente
quando os pacientes realmente entendem a natureza da sua desordem
estes podem desenvolver capacidade de se ajudar.
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Normalmente é prescrito pelo médico medicamentos que reduzem a atividade do labirinto, reduzindo assim os sintomas. Entretanto, se estes medicamentos forem utilizados por um período prolongado, eles podem interferir no processo de adaptação vestibular, provocar sono- lência diária, reduzindo a capacidade do indivíduo de realizar suas atividades do dia-a-dia.
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Reabilitação Vestibular
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Fonte: http://luyfonoaudiologia.blogspot.com/
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Gagueira - Conceito e orientações
· Não deixe a criança perceber por palavras, gestos ou ações que você esta preocupado com sua maneira de falar.
· Nunca chame a criança de gaga, não rotule.
· Olhe para a criança quando fala, mostre interesse, faça-a sentir que você tem prazer em escutá-la.
· Faça somente perguntas necessárias e que exigem respostas curtas.
· Olhe bem nos olhos quando a criança fala, mantendo uma fisionomias serena, demonstrando interesse no que ele diz e não em como ele fala.
· Se tiver de interromper a fala da criança, faça-o no fim de uma frase, nunca no começo ou no meio.
· Dê um bom modelo de linguagem. Sempre que possível fale com seu filho calmamente e articulando bem as palavras.
· Não excite a criança, desnecessariamente. Reduza o estresse, construa um ambiente calmo para ela.
· Se notar que o seu filho esta preocupado com sua maneira de falar, diga que é normal crianças que estão ainda aprendendo a falar repetirem as palavras.
· Não termine as frases por seu filho; tenha paciência e escute calmamente o que ele tem a dizer, mesmo que isso demore muito.
· Se for um “bom dia”, explore a fluência ao máximo propondo atividades que ele tenha que falar mais como brincar de teatro, contar histórias, etc.
· Se for um “dia ruim”, em que seu filho esteja gaguejando muito, arranje as coisas em que ele tenha poucas oportunidades de falar, como ver televisão e desenhar. Evite sua disfluência ao máximo.
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ALEITAMENTO MATERNO E USO DE CHUPETA E MAMADEIRA: RELAÇÃO ENTRE A INTENÇÃO E A PRÁTICA.
1) Faculdade de Odontologia de Piracicaba FOP-Unicamp, Piracicaba-SP, Brasil
Conhecer as intenções de gestantes em relação ao aleitamento pode nortear o planejamento de condutas mais específicas e potencialmente mais eficientes, para prevenção de desmame precoce e de introdução de hábitos orais deletérios nos bebês.
Este estudo investigou a intenção de 141 gestantes, participantes do Programa Atenção Precoce à Saúde (Cepae-FOP-Unicamp), em relação à amamentação e uso de chupeta e mamadeira e a prevalência de desmame e hábitos orais nas crianças aos 6 meses. As gestantes foram entrevistadas entre o 6º e o 9º mês de gestação e os dados sobre aleitamento, chupeta e mamadeira, obtidos por meio de consulta ao prontuário clínico da criança ao completar 6 meses. Os resultados mostraram que, embora as gestantes aceitem mais a informação de não utilizar chupeta (84,2%) do que mamadeira (77,1%), o índice de utilização de chupeta ao 6º mês de vida da criança é maior (43,3%) do que de mamadeira (41,8%). Houve relação positiva entre intenção de amamentar por mais de 6 meses e o índice de AME ao 6º mês (p=0,02). Em relação à chupeta e mamadeira, parece que, mais importante do que conhecer a intenção da gestante, é oferecer alternativas para seu uso, acompanhando a mãe ao longo do primeiro ano de vida da criança. A informação sobre o período de tempo que a gestante deseja manter o aleitamento pode indicar a possibilidade de desmame precoce, o que permite a intervenção preventiva do profissional de saúde, auxiliando na manutenção do AME até o 6º mês de vida. Ludmila da Silva Tavares Costa 1, Karina Camilo Carrascoza 1, Rosana de Fátima Possobon 1, Laura Mendes Tomita 1
Fonte: http://consultoraemamamentacao.blogspot.com
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Aleitamento Materno X Chupetas X Mamadeiras
ALEITAMENTO MATERNO E USO DE CHUPETA E MAMADEIRA: RELAÇÃO ENTRE A INTENÇÃO E A PRÁTICA.
1) Faculdade de Odontologia de Piracicaba FOP-Unicamp, Piracicaba-SP, Brasil
Conhecer as intenções de gestantes em relação ao aleitamento pode nortear o planejamento de condutas mais específicas e potencialmente mais eficientes, para prevenção de desmame precoce e de introdução de hábitos orais deletérios nos bebês.
Este estudo investigou a intenção de 141 gestantes, participantes do Programa Atenção Precoce à Saúde (Cepae-FOP-Unicamp), em relação à amamentação e uso de chupeta e mamadeira e a prevalência de desmame e hábitos orais nas crianças aos 6 meses. As gestantes foram entrevistadas entre o 6º e o 9º mês de gestação e os dados sobre aleitamento, chupeta e mamadeira, obtidos por meio de consulta ao prontuário clínico da criança ao completar 6 meses. Os resultados mostraram que, embora as gestantes aceitem mais a informação de não utilizar chupeta (84,2%) do que mamadeira (77,1%), o índice de utilização de chupeta ao 6º mês de vida da criança é maior (43,3%) do que de mamadeira (41,8%). Houve relação positiva entre intenção de amamentar por mais de 6 meses e o índice de AME ao 6º mês (p=0,02). Em relação à chupeta e mamadeira, parece que, mais importante do que conhecer a intenção da gestante, é oferecer alternativas para seu uso, acompanhando a mãe ao longo do primeiro ano de vida da criança. A informação sobre o período de tempo que a gestante deseja manter o aleitamento pode indicar a possibilidade de desmame precoce, o que permite a intervenção preventiva do profissional de saúde, auxiliando na manutenção do AME até o 6º mês de vida. Ludmila da Silva Tavares Costa 1, Karina Camilo Carrascoza 1, Rosana de Fátima Possobon 1, Laura Mendes Tomita 1
Fonte: http://consultoraemamamentacao.blogspot.com
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Apostila Distúrbios da Motricidade Orofacial
Dowlond: http://www.megaupload.com/?d=Z5I1A9YT
Fonte : Comunidad de Motricidad Orofacial Latinoamericana (CMOL)
Fonte : Comunidad de Motricidad Orofacial Latinoamericana (CMOL)
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Motricidade Oral
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Álbum Fonético e Fonológico

DOWLOND
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Embora reconhecido mundialmente como uma triagem fundamental para se chegar a um diagnóstico precoce da surdez, o teste da orelhinha tornou-se obrigatório no Brasil somente em agosto de 2010. Segundo especialistas, muitos hospitais públicos e particulares ainda nem sequer dispõem da aparelhagem para realizá-lo.
Para a criança cuja deficiência é detectada antes dos 6 meses de idade, os recursos médicos e fonoterápicos ecoam esperança. Quando aliados, eles conseguem proporcionar aos pequenos uma qualidade de vida muito próxima da de meninos e meninas que escutam os sons perfeitamente. Diversos fatores provocam a surdez infantil. Quando estão envolvidos indicadores de risco —histórico de deficiência auditiva na família, doenças na gravidez (rubéola, toxoplasmose, citomegalovírus, herpes, sífilis), prematuridade e permanência na UTI — a incidência aumenta para um caso a cada 50 nascimentos.
Segundo o otorrinolaringologista Marcelo Toledo Piza, as causas mais comuns da surdez congênita são as mutações genéticas que promovem alterações nas células do ouvido interno. Tais estruturas transformam o som em impulso nervoso, permitindo que o cérebro reconheça os estímulos sonoros. Menos comum, mas tão graves quanto, são as causas da deficiência auditiva depois do nascimento. Inflamações no ouvido, viroses e males como a meningite podem gerar o transtorno. “O teste do pezinho é um exame de triagem. Se alguma alteração for detectada, a avaliação deve ser refeita. Se a anormalidade persistir, exames diagnósticos devem ser realizados o quanto antes por um fonoaudiólogo”, orienta o médico diretor da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia.
A impossibilidade de escutar o que se passa ao redor traz prejuízos sérios à oralidade e ao desenvolvimento cognitivo. Sem poder contar com os recursos atuais, até o início do século passado, os surdos eram internados em manicômios. As próteses auditivas e os implantes transformaram a realidade de quem consegue o diagnóstico e o tratamento precoces. “A triagem auditiva neonatal universal (Tanu) é fundamental para que intervenções médicas e terapêuticas possam minimizar, ao máximo, a limitação. Indivíduos com indicadores de risco para a surdez devem ser monitorados, ou seja, testados por mais tempo”, aconselha o médico Martin Ptok, do Hannover Medical School, na Alemanha. O pesquisador garante que todas as evidências científicas apontam que quanto antes a deficiência auditiva for detectada e tratada, melhor o desempenho que o indivíduo terá na linguagem.
Atraso remediado
Quando o paciente perde grande quantidade de células do ouvido interno, as próteses auditivas não trazem benefício e a indicação passa a ser a cirurgia para implante coclear. “Esse dispositivo estimula as fibras do nervo auditivo. Se o diagnóstico não for tardio, o atraso no desenvolvimento infantil é mínimo. O cérebro tem plasticidade. Porém, esse benefício é mais bem aproveitado quando o problema é remediado antes dos 6 meses de idade. A fonoterapia também deve ser iniciada nessa fase”, acrescenta Marcelo Piza.
A fonoaudióloga e neurocientista Valéria Reis do Canto Pereira reforça que a orelhinha deve ser testada até a alta hospitalar. Confirmado algum problema, exames comportamentais e eletrofisiológicos são recomendados. O objetivo é descobrir o que promoveu a surdez, caracterizar o seu tipo e o grau e saber se a perda auditiva acomete um ou os dois ouvidos.
A partir daí é determinado o tipo de intervenção para remediá-la. “Não adianta fazer a triagem, constatar o problema e não interferir. A deficiência auditiva nos primeiros meses de vida é muito sutil, os pais não a percebem. Por isso, a triagem é importantíssima. Quanto mais cedo intervirmos, menor o prejuízo e maior o sucesso das terapias fonoaudiológicas”, enfatiza.
A reabilitação pode entrar em cena antes mesmo da colocação da prótese ou da cirurgia do implante coclear. Os fonoaudiólogos usam técnicas que estimulam a criança a desenvolver tanto as habilidades auditivas quanto a linguagem oral. “O implante não é mágico. É essencial que o paciente aprenda a ouvir e a responder a tal estímulo. Isso é incansavelmente trabalhado com brincadeiras que fazem as crianças perceberem que o mundo é sonoro”, explica a mestre em clínica fonoaudiológica e especialista em deficiência auditiva Ângela Alves.
Segundo ela, o desafio é ensinar os pequenos a detectar, distinguir, reconhecer e compreender os sons. A conquista do desenvolvimento da audição e da capacidade de se expressar oralmente é certa, porém gradativa.
Os pais devem ser parceiros dos fonoterapeutas, participando da terapia e aplicando em casa as técnicas ensinadas na clínica. “Ninguém escolhe ter um filho surdo. Mas, lutar para que essa criança supere a limitação e fique em situação muito semelhante à de uma pessoa não afetada por esse tipo de deficiência é, sim, uma escolha. Todas as crianças têm o direito de desenvolver a comunicação oral. Para os surdos, isso é possível com a intervenção médica e a fonoterapia”, sustenta Ângela.
Reaprendizado
O pequeno Eduardo Cerqueira Cordeiro, 3 anos, já tagarela como qualquer criança da sua idade. A surdez, que comprometeu ambos os ouvidos depois do quarto mês de vida, foi remediada com o implante coclear, cirurgia realizada, com êxito, nas duas orelhas.
A mãe do garoto, a economista Sandra Cerqueira, conta que os médicos suspeitam que uma virose pode ter provocado a deficiência auditiva profunda. “Percebi que ele não desenvolvia a linguagem e minha intuição dizia que era algum problema com a audição. A terapia foi iniciada logo após a cirurgia. Ela é um aprendizado para os pais também. A oralidade vem sendo construída aos poucos.
É emocionante vê-lo se comunicar e poder participar disso. Temos a certeza de que Dudu terá as mesmas oportunidade de uma criança sem qualquer deficiência auditiva”, diz a mãe coruja.
Vítima da síndrome de Waardenburg, o esperto João Lucas Caballero dos Santos, 5 anos, ficou surdo quando tinha 6 meses. O implante de cóclea foi feito no ouvido direito e a terapia promoveu a aquisição da linguagem. “No começo me perguntava se ele realmente conseguiria falar. A evolução foi impressionante. Meu menino frequenta a escola como qualquer outro da sua idade e está muito bem no processo de aprendizagem. A limitação está cada dia menor”, observa Carmen Caballero dos Santos, a orgulhosa mãe de João.
Sem sintomas
O citomegalovírus (CMV) é um vírus da família do herpes vírus. Estima-se que cerca de 1% dos recém-nascidos nasçam com a infecção, que é chamada de citomegalovirose congênita. A grande maioria dos bebês com CMV não apresenta nenhum sintoma porque na maioria dos casos a infecção é inofensiva. Outros, porém, apresentam vários problemas que podem não ser notados em um primeiro momento, como a surdez por exemplo.
Mal de herança
A síndrome de Waardenburg tem origem hereditária e se caracteriza por surdez e albinismo parcial (pele pálida, cabelo e cor dos olhos desbotados). O problema é herdado como traço autossômico dominante, ou seja, apenas um dos pais passa o gene defeituoso para a criança. Existem quatro tipos de síndrome de Waardenburg. A perda auditiva e a alteração no pigmento (cor) da pele, cabelo e olhos — os olhos apresentam pigmentação diferente um do outro — estão presentes em todos eles.
Fonte - http://www.sjtresidencia.com.br/invivo/?p=37274
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A tecnologia auxilliando no aprendizado de crianças com problemas auditivos
Avanço tecnológico garantem aprendizado a crianças com problemas auditivos
O silêncio quase ou totalmente absoluto se impõe na vida de mais crianças do que a maioria das pessoas com a audição intacta. Na população em geral, a deficiência auditiva atinge de um a seis bebês a cada mil nascimentos. O ouvir bem está, inevitavelmente, ligado ao falar, ao se comunicar, a estar inserido socialmente.Embora reconhecido mundialmente como uma triagem fundamental para se chegar a um diagnóstico precoce da surdez, o teste da orelhinha tornou-se obrigatório no Brasil somente em agosto de 2010. Segundo especialistas, muitos hospitais públicos e particulares ainda nem sequer dispõem da aparelhagem para realizá-lo.
Para a criança cuja deficiência é detectada antes dos 6 meses de idade, os recursos médicos e fonoterápicos ecoam esperança. Quando aliados, eles conseguem proporcionar aos pequenos uma qualidade de vida muito próxima da de meninos e meninas que escutam os sons perfeitamente. Diversos fatores provocam a surdez infantil. Quando estão envolvidos indicadores de risco —histórico de deficiência auditiva na família, doenças na gravidez (rubéola, toxoplasmose, citomegalovírus, herpes, sífilis), prematuridade e permanência na UTI — a incidência aumenta para um caso a cada 50 nascimentos.
Segundo o otorrinolaringologista Marcelo Toledo Piza, as causas mais comuns da surdez congênita são as mutações genéticas que promovem alterações nas células do ouvido interno. Tais estruturas transformam o som em impulso nervoso, permitindo que o cérebro reconheça os estímulos sonoros. Menos comum, mas tão graves quanto, são as causas da deficiência auditiva depois do nascimento. Inflamações no ouvido, viroses e males como a meningite podem gerar o transtorno. “O teste do pezinho é um exame de triagem. Se alguma alteração for detectada, a avaliação deve ser refeita. Se a anormalidade persistir, exames diagnósticos devem ser realizados o quanto antes por um fonoaudiólogo”, orienta o médico diretor da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia.
A impossibilidade de escutar o que se passa ao redor traz prejuízos sérios à oralidade e ao desenvolvimento cognitivo. Sem poder contar com os recursos atuais, até o início do século passado, os surdos eram internados em manicômios. As próteses auditivas e os implantes transformaram a realidade de quem consegue o diagnóstico e o tratamento precoces. “A triagem auditiva neonatal universal (Tanu) é fundamental para que intervenções médicas e terapêuticas possam minimizar, ao máximo, a limitação. Indivíduos com indicadores de risco para a surdez devem ser monitorados, ou seja, testados por mais tempo”, aconselha o médico Martin Ptok, do Hannover Medical School, na Alemanha. O pesquisador garante que todas as evidências científicas apontam que quanto antes a deficiência auditiva for detectada e tratada, melhor o desempenho que o indivíduo terá na linguagem.
Atraso remediado
Quando o paciente perde grande quantidade de células do ouvido interno, as próteses auditivas não trazem benefício e a indicação passa a ser a cirurgia para implante coclear. “Esse dispositivo estimula as fibras do nervo auditivo. Se o diagnóstico não for tardio, o atraso no desenvolvimento infantil é mínimo. O cérebro tem plasticidade. Porém, esse benefício é mais bem aproveitado quando o problema é remediado antes dos 6 meses de idade. A fonoterapia também deve ser iniciada nessa fase”, acrescenta Marcelo Piza.
A fonoaudióloga e neurocientista Valéria Reis do Canto Pereira reforça que a orelhinha deve ser testada até a alta hospitalar. Confirmado algum problema, exames comportamentais e eletrofisiológicos são recomendados. O objetivo é descobrir o que promoveu a surdez, caracterizar o seu tipo e o grau e saber se a perda auditiva acomete um ou os dois ouvidos.
A partir daí é determinado o tipo de intervenção para remediá-la. “Não adianta fazer a triagem, constatar o problema e não interferir. A deficiência auditiva nos primeiros meses de vida é muito sutil, os pais não a percebem. Por isso, a triagem é importantíssima. Quanto mais cedo intervirmos, menor o prejuízo e maior o sucesso das terapias fonoaudiológicas”, enfatiza.
A reabilitação pode entrar em cena antes mesmo da colocação da prótese ou da cirurgia do implante coclear. Os fonoaudiólogos usam técnicas que estimulam a criança a desenvolver tanto as habilidades auditivas quanto a linguagem oral. “O implante não é mágico. É essencial que o paciente aprenda a ouvir e a responder a tal estímulo. Isso é incansavelmente trabalhado com brincadeiras que fazem as crianças perceberem que o mundo é sonoro”, explica a mestre em clínica fonoaudiológica e especialista em deficiência auditiva Ângela Alves.
Segundo ela, o desafio é ensinar os pequenos a detectar, distinguir, reconhecer e compreender os sons. A conquista do desenvolvimento da audição e da capacidade de se expressar oralmente é certa, porém gradativa.
Os pais devem ser parceiros dos fonoterapeutas, participando da terapia e aplicando em casa as técnicas ensinadas na clínica. “Ninguém escolhe ter um filho surdo. Mas, lutar para que essa criança supere a limitação e fique em situação muito semelhante à de uma pessoa não afetada por esse tipo de deficiência é, sim, uma escolha. Todas as crianças têm o direito de desenvolver a comunicação oral. Para os surdos, isso é possível com a intervenção médica e a fonoterapia”, sustenta Ângela.
Reaprendizado
O pequeno Eduardo Cerqueira Cordeiro, 3 anos, já tagarela como qualquer criança da sua idade. A surdez, que comprometeu ambos os ouvidos depois do quarto mês de vida, foi remediada com o implante coclear, cirurgia realizada, com êxito, nas duas orelhas.
A mãe do garoto, a economista Sandra Cerqueira, conta que os médicos suspeitam que uma virose pode ter provocado a deficiência auditiva profunda. “Percebi que ele não desenvolvia a linguagem e minha intuição dizia que era algum problema com a audição. A terapia foi iniciada logo após a cirurgia. Ela é um aprendizado para os pais também. A oralidade vem sendo construída aos poucos.
É emocionante vê-lo se comunicar e poder participar disso. Temos a certeza de que Dudu terá as mesmas oportunidade de uma criança sem qualquer deficiência auditiva”, diz a mãe coruja.
Vítima da síndrome de Waardenburg, o esperto João Lucas Caballero dos Santos, 5 anos, ficou surdo quando tinha 6 meses. O implante de cóclea foi feito no ouvido direito e a terapia promoveu a aquisição da linguagem. “No começo me perguntava se ele realmente conseguiria falar. A evolução foi impressionante. Meu menino frequenta a escola como qualquer outro da sua idade e está muito bem no processo de aprendizagem. A limitação está cada dia menor”, observa Carmen Caballero dos Santos, a orgulhosa mãe de João.
Sem sintomas
O citomegalovírus (CMV) é um vírus da família do herpes vírus. Estima-se que cerca de 1% dos recém-nascidos nasçam com a infecção, que é chamada de citomegalovirose congênita. A grande maioria dos bebês com CMV não apresenta nenhum sintoma porque na maioria dos casos a infecção é inofensiva. Outros, porém, apresentam vários problemas que podem não ser notados em um primeiro momento, como a surdez por exemplo.
Mal de herança
A síndrome de Waardenburg tem origem hereditária e se caracteriza por surdez e albinismo parcial (pele pálida, cabelo e cor dos olhos desbotados). O problema é herdado como traço autossômico dominante, ou seja, apenas um dos pais passa o gene defeituoso para a criança. Existem quatro tipos de síndrome de Waardenburg. A perda auditiva e a alteração no pigmento (cor) da pele, cabelo e olhos — os olhos apresentam pigmentação diferente um do outro — estão presentes em todos eles.
Fonte - http://www.sjtresidencia.com.br/invivo/?p=37274
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Avaliação Fonoaudiológica em Crianças sem Oralidade
Avaliação Fonoaudiologica em Crianças sem Oralidade- Simone Hage http://www.cefac.br/library/artigos/3e764f0346532004621067ace6f8721a.pdf
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Cuidado com a letra feia! Disgrafia?
Cuidado com a letra feia: esse problema se chama disgrafia e pode ser um sinal de que nem tudo vai bem com o estudante
Camila de Magalhães
Edilson Rodrigues/CB/D.A Press
“Minha letra sempre foi ruim”, admite o estudante Breno Henrique Sobral
Viver na frente do computador e conversar muito no MSN ou no Orkut são atividades que podem se tornar inimigas na hora em que é preciso escrever manualmente no papel. A mão fica dura e os garranchos são praticamente inevitáveis. No entanto, estudos mostram que a letra feia, conhecida como disgrafia, pode ser um sinal de que nem tudo vai bem.
A disgrafia é uma dificuldade na hora de escrever, que se trata da parte motora e não, de trocas ou acréscimo de letras, uma característica da disortografia, explica a fonoaudióloga, psicomotricista e psicopedagoga Raquel Caruso. “Geralmente, é uma disfunção motora que acarreta letra feia”, afirma.
Ocasionado por uma disfunção do cérebro, o problema apresenta-se em crianças com capacidade intelectual normal, sem transtornos neurológicos, sensoriais, motores e/ou afetivos que o justifiquem. “Pode ser uma dificuldade emocional que a pessoa não quer demonstrar muito, aí escreve com letras muito pequenas ou muito grande, com muita força”, observa a especialista.
Além da letra feia, estão entre os sintomas não conseguir escrever em linha reta (o famoso sobe ou desce o morro), mistura de letra cursiva com letra de forma em um mesmo texto e dificuldade para sequencializar o movimento da grafia. Em alguns casos, a disgrafia está relacionada à dislexia, marcada pelo déficit de atenção e hiperatividade.
Outra questão pode ser o disfarce da falta de conhecimento ortográfico. “Muitas crianças e adolescentes usam a letra feia para esconder erros de português”, revela Raquel. Dessa forma, diz ela, os professores reclamam da letra e acabam não vendo os erros.
Problema na hora da identidade
“Minha letra sempre foi ruim”, admite o estudante do 1º ano do Centro Educacional Gisno, Breno Henrique Sobral, 16 anos. “Teve época que fui fazer minha identidade e não consegui por causa da letra, porque escrevia errado. Depois, peguei o jeito e minha letra é essa”, diz.
Para Breno, é muito difícil escrever em linha reta. Ele afirma que, durante as aulas é preciso copiar as informações rapidamente e isso influi na escrita. “Quando tenho tempo para escrever com mais calma, fica melhor, mas na escola não dá.”
Língua portuguesa nunca foi o forte do rapaz. De 0 a 5, ele se classifica como nota 1. “Letra feia pode até ajudar de vez em quando, mas pode atrapalhar em prova importante, como o PAS”, pondera.
Ele conta que, até o ano passado, os professores reclamavam de sua escrita e pediam para tentar melhorar. “Tem vezes que nem eu mesmo não consigo entender”, admite. Este ano, nenhum professor reclamou ainda, mas ele pretende se esforçar para as provas do Programa de Avaliação Seriada (PAS).
De acordo com a especialista Raquel Caruso, os professores podem mesmo ajudar na identificação, com pesquisa sobre a série do aluno, se vai bem nas outras matérias, como é o comportamento nas aulas de educação física, se os colegas o excluem do time e como é o desempenho nas aulas de artes.
“Não adianta pedir para a criança ou adolescente treinar escrever no caderno de caligrafia, pois a dificuldade está ligada à postura do ombro, cotovelo, punho e mão”, destaca Raquel. “O indivíduo deve estar bem sentado, com postura adequada para movimentação livre”, ensina.
Para definir a causa da disgrafia, a avaliação de um psicomotricista é o mais indicado. O profissional é responsável pela identificação, se é apenas letra feia ou se há uma disortografia associada.
FONTE DE PESQUISA: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=5257
http://neuropsicopedagogiaemfoco.blogspot.comCamila de Magalhães
Edilson Rodrigues/CB/D.A Press
“Minha letra sempre foi ruim”, admite o estudante Breno Henrique Sobral
Viver na frente do computador e conversar muito no MSN ou no Orkut são atividades que podem se tornar inimigas na hora em que é preciso escrever manualmente no papel. A mão fica dura e os garranchos são praticamente inevitáveis. No entanto, estudos mostram que a letra feia, conhecida como disgrafia, pode ser um sinal de que nem tudo vai bem.
A disgrafia é uma dificuldade na hora de escrever, que se trata da parte motora e não, de trocas ou acréscimo de letras, uma característica da disortografia, explica a fonoaudióloga, psicomotricista e psicopedagoga Raquel Caruso. “Geralmente, é uma disfunção motora que acarreta letra feia”, afirma.
Ocasionado por uma disfunção do cérebro, o problema apresenta-se em crianças com capacidade intelectual normal, sem transtornos neurológicos, sensoriais, motores e/ou afetivos que o justifiquem. “Pode ser uma dificuldade emocional que a pessoa não quer demonstrar muito, aí escreve com letras muito pequenas ou muito grande, com muita força”, observa a especialista.
Além da letra feia, estão entre os sintomas não conseguir escrever em linha reta (o famoso sobe ou desce o morro), mistura de letra cursiva com letra de forma em um mesmo texto e dificuldade para sequencializar o movimento da grafia. Em alguns casos, a disgrafia está relacionada à dislexia, marcada pelo déficit de atenção e hiperatividade.
Outra questão pode ser o disfarce da falta de conhecimento ortográfico. “Muitas crianças e adolescentes usam a letra feia para esconder erros de português”, revela Raquel. Dessa forma, diz ela, os professores reclamam da letra e acabam não vendo os erros.
Problema na hora da identidade
“Minha letra sempre foi ruim”, admite o estudante do 1º ano do Centro Educacional Gisno, Breno Henrique Sobral, 16 anos. “Teve época que fui fazer minha identidade e não consegui por causa da letra, porque escrevia errado. Depois, peguei o jeito e minha letra é essa”, diz.
Para Breno, é muito difícil escrever em linha reta. Ele afirma que, durante as aulas é preciso copiar as informações rapidamente e isso influi na escrita. “Quando tenho tempo para escrever com mais calma, fica melhor, mas na escola não dá.”
Língua portuguesa nunca foi o forte do rapaz. De 0 a 5, ele se classifica como nota 1. “Letra feia pode até ajudar de vez em quando, mas pode atrapalhar em prova importante, como o PAS”, pondera.
Ele conta que, até o ano passado, os professores reclamavam de sua escrita e pediam para tentar melhorar. “Tem vezes que nem eu mesmo não consigo entender”, admite. Este ano, nenhum professor reclamou ainda, mas ele pretende se esforçar para as provas do Programa de Avaliação Seriada (PAS).
De acordo com a especialista Raquel Caruso, os professores podem mesmo ajudar na identificação, com pesquisa sobre a série do aluno, se vai bem nas outras matérias, como é o comportamento nas aulas de educação física, se os colegas o excluem do time e como é o desempenho nas aulas de artes.
“Não adianta pedir para a criança ou adolescente treinar escrever no caderno de caligrafia, pois a dificuldade está ligada à postura do ombro, cotovelo, punho e mão”, destaca Raquel. “O indivíduo deve estar bem sentado, com postura adequada para movimentação livre”, ensina.
Para definir a causa da disgrafia, a avaliação de um psicomotricista é o mais indicado. O profissional é responsável pela identificação, se é apenas letra feia ou se há uma disortografia associada.
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Protocolos para Deficiências Severas
AVALIAÇÃO EDUCACIONAL DE ALUNOS COM BAIXA VISÃO E MÚLTIPLA DEFICIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (Marilda Moraes Bruno)
http://www.ufgd.edu.br/editora/catalogo/ avaliacao-educacional-de-alunos-com-baix a-visao-e-multipla-deficiencia-na-educac ao-infantil
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PROTOCOLO PARA PRESCRIÇÃO OU ADAPTAÇÃO DE RECURSOS PEDAGÓGICOS PARA ALUNOS COM PARALISIA CEREBRAL
http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Gra duacao/Educacao/Dissertacoes/silva_mo_me _mar.pdf
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DESENVOLVIMENTO DE UM PROTOCOLO PARA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES COMUNICATIVAS PARA ALUNOS NÃO-FALANTES EM SITUAÇÃO FAMILIAR
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DESENVOLVIMENTO DE UM PROTOCOLO PARA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES COMUNICATIVAS DE ALUNOS NÃO-FALANTES EM AMBIENTE ESCOLAR
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Protocolo para avaliar a acessibilidade ao computador para alunos com paralisia cerebralhttp://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Gra
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Sugestões de roteiros de entrevista para pais, que abordam informações referentes à frequência com que crianças demonstram comportamentos auditivos significativos diários.
Roteiro MUSS - Meaningful Use of Speech Scale (ROBINS; OSBERGER, 1990): tem como objetivo caracterizar a produção de fala em crianças com audição normal.
Roteiro IT-MAIS – Infant Toddler Meaningful Auditory Integration Scale (CASTIQUINI, 1997): tem como objetivo verificar as habilidades auditivas em crianças muito pequenas. Pesquisa também comportamentos auditivos espontâneos da criança em situações de vida diária, por meio de exemplos em três diferentes áreas do desenvolvimento de habilidades auditivas.
Escala de integração auditiva significativa: procedimento adaptado para a avaliação da percepção da fala (MAIS) tem por objetivo avaliar a percepção da fala em crianças com deficiência auditiva profundas com idade acima de quatro anos (Castiquini e Bevilacqua 2000).
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Livro: O conhecimento da língua - Desenvolver a Consciência Fonológica. Atividades
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