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Bebê: Desenvolvimento da Linguagem

Helena com 5 meses balbucia e solta gritinhos para chamar atenção!!!

De acordo com BEE (1996) e PAPALAIA & OLDS (2006), a linguagem pode ser definida como um sistema arbitrário de símbolos que nos permite falar, e compreender, uma infinita variedade de mensagens. Ela é governada por regras e é muito criativa.

A fala pré-linguística, a qual precede a primeira palavra, inclui choro, arrulhos, balbucio e imitação de sons da língua. Os neonatos são capazes de distinguir os sons da fala: aos seis meses, os bebês já aprenderam os sons básicos de sua língua.

Antes de dizerem sua primeira palavra, os bebês usam gestos, que incluem apontar, gestos sociais convencionais, gestos representacionais e simbólicos.

Aos nove ou 10 meses, os bebês começam a compreender a fala com significado. Durante o segundo ano de vida, a criança já começa a falar a língua da cultura. A primeira palavra tipicamente aparece em algum ponto entre 10 e 14 meses, iniciando a fala linguística. As primeiras palavras isoladas podem ser holofrases, as quais expressam um pensamento completo numa única palavra (PAPALIA & OLDS, 2006).

Diferente da fala pré-linguística, a fala linguística não está diretamente ligada à idade cronológica. Uma “explosão de nomes” ocorre tipicamente em algum ponto entre 16 e 24 meses de idade.

Historicamente, duas teorias antagônicas acerca de como as crianças adquirem a linguagem são a teoria da aprendizagem (a qual enfatiza o papel do reforço e a imitação) e o inatismo (o qual sustenta que as pessoas têm uma capacidade inata para adquirir a linguagem). Atualmente, a maioria dos psicólogos do desenvolvimento afirma que as crianças têm uma capacidade inata para aprender a linguagem e que ela é ativada e estimulada pela maturação, pelo desenvolvimento cognitivo e por certas experiências ambientais (PAPALIA & OLDS, 2006).

Influências específicas no desenvolvimento da linguagem incluem fatores genéticos, temperamento e interação social.

A comunicação entre cuidadores e crianças é essencial para o desenvolvimento da linguagem. O valor de ouvir uma linguagem direta e simples (fala dirigida à criança, ou “língua de mãe”) não está claro, embora os bebês mostrem preferência pela mesma. Perguntas e elaboração são mais eficazes do que a fala diretiva, tanto na conversação quanto na leitura em voz alta.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO 
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Aquisição da Linguagem Infantil



A aquisição da linguagem é o processo pelo qual a criança aprende sua língua materna. E através da linguagem a criança tem acesso, antes mesmo de começar a falar, a valores, crenças e regras, adquirindo os conhecimentos de sua cultura. A medida que a criança se desenvolve e cresce, seu sistema sensorial, incluindo a audição e a visão, se tornam mais apurados e refinados e, desta forma, ela alcança um nível linguístico e cognitivo mais elevado.
Para falar, são necessários dois aspectos:
1. Aspectos físicos:
  • - Possuir o centro de linguagem íntegro (sistema nervoso central)
  • - Possuir o aparelho fonador íntegro (estruturas envolvidas no processo de fala: musculatura orofacial e órgãos fonoarticulatórios como língua, lábios, pregas vocais)
2. Aspectos do meio ambiente:
  • Escutar, aguardar e observar o que a criança tem à manifestar: gestos, vocalizações e olhares, procurando dar sentido a esses comportamentos.
  • Estímulos do meio ambiente  e meio social na qual a criança esta inserida.
  • Oferecer segurança física e afetiva.

A linguagem corresponde ainda a uma das habilidades mais especiais e significativas dos seres humanos, envolve o desenvolvimento de quatro sistemas interdependentes:
  • Pragmático, que se refere ao uso comunicativo da linguagem num contexto social;
  • Fonológico, envolvendo a percepção e a produção de sons para formar palavras;
  • Semântico, respeitando as palavras e seu significado;
  • Gramatical, compreendendo as regras sintáticas e morfológicas para combinar palavras em frases compreensíveis.
Os sistemas fonológicos e gramaticais conferem à linguagem a sua forma.
No desenvolvimento da linguagem, duas fases  podem ser reconhecidas:
  • Pré-lingüística, em que são vocalizados apenas fonemas (sem palavras)- até aos 11-12 meses de idade;
  • Lingüística, momento em que a criança começa a falar palavras isoladas com compreensão.
A criança vai progredindo nesta escala de complexidade no processo de aquisição, que é contínuo, devendo ocorrer de forma ordenada e sequencial.

 estágios de desenvolvimento de aquisição da linguagem / FALA
A trajetória do desenvolvimento da linguagem se dá  passando pelos seguintes estágios (de uma forma aproximada, tendo em vista a singularidade de cada criança):
  • 0 a 6 meses: gritos e choros;       
  • 6 a 11 meses: vocalizações com entonação ritmo e tom (balbucio);
  • 1 ano a 1ano e 6 meses: primeiras palavras (simplificadas) e imitações;
  • 1 ano e 6 meses a 2 anos: frases (simples compostas de 2 palavras), crescimento do vocabulário e fala com trocas;
  • 2 anos a 2 anos e 6 meses: fala esta em aperfeiçoamento, e aumento do vocabulário;
  • 2 anos e 6 meses a 3 anos: expansão das frases (4 elementos), fala ainda em desenvolvimento e começa a narrar fatos;  
  • 3 anos a 4 anos: fala (já produz de 50 a 70% dos sons corretos), entonação adequada ao uso, criança brinca com a linguqgem e as frases estão estruturadas;
  • 4 anos a 4 anos e 6 meses: compreensão de comandos mais complexos (ordens verbais), bom vocabulário, fala (produz 90% dos sons corretos) e frases com elementos diferenciados (narrar);
  • Mais de 4 anos e 6 meses: fala (todos os sons estão adquiridos, frases bem estruturadas e narrativa eficiente).
É importante ressaltar que devemos estar atentos a intenção comunicativa das crianças, isto é, à intenção de comunicar-se e expressar-se. Esta intenção pode ser demonstrada através da linguagem não oral por mudanças na mímica facial, utilização de gestos, produção de sons de forma contextualizada, etc.

Atraso de linguagem / fala
O atraso de linguagem caracteriza-se pela ausência ou retardo no surgimento da linguagem oral, na idade em que isso normalmente ocorre.
Aquisição dos sons
  • 1 ano e 6 meses: p /b /m
  • 2 anos: t /d /n
  • 2 anos e 6 meses: k (cá/ que/ qui) g / ɳ (nh)
  • 3 anos: f / v / s / z
  • 3 anos e 6 meses: ʃ (x/ch) Ʒ ( j/ ge, gi)
  • 4 anos: L / λ (lh) / R (rr) ex: rato / arquifonema r / s (ar / as)
  • 4 anos e 6 meses: r (ex: barata) / grupos consonantais (gr / gl)
  • 5 anos: aquisição completa.

As causas mais freqüentes do atraso de linguagem/ fala são:
  • Estimulação ambiental deficiente
  • Bilingüismo
  • Fatores hereditários
  • Problemas orgânicos
  • Distúrbios emocionais
O atraso de linguagem se manifesta de forma evolutiva e não satisfatória, e a criança apresenta:
  • Vocabulário deficiente para a idade;
  • Dificuldade para estruturar sentenças; 
  • Dificuldade para organizar o pensamento;
  • Dificuldade de compreensão;
  • Dificuldade para relatar fatos, acontecimentos e fatos vivenciados;
  • Narrativa truncada apoiada em gestos;
  • Fala ininteligível geralmente acompanhada de alteração na articulação.
É importante não deixar de considerar o fato de que há uma considerável variação individual nos padrões do crescimento do vocabulário inicial de cada criança, ou seja, nem todas as crianças apresentam as mesmas respostas, em termos de aquisição de linguagem.
O tempo de tratamento varia de uma criança para outra e também de outros fatores como: aceitação e motivação do paciente, ambiente familiar, causa do problema, etc.

Fonte: www.robertabombardi.com.br
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Tabela do Desenvolvimento da Linguagem Infantil


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Desenvolvimento Linguístico

 


 
Quantos pais se questionam sobre se os seus filhos estão a seguir um desenvolvimento linguístico normal? Certamente serão mais do que aqueles que imaginamos.
Muitas vezes somos abordados por estes pais que nos procuram para satisfazer as suas dúvidas. “Será normal ele ainda não fazer isto?”, “Até que idade é que é normal que não se perceba o que o meu filho diz?”. Perguntas normais cujas respostas variam de criança para criança, de família para família.
O desenvolvimento da linguagem não é estanque e, está sujeito a pequenas variações pelo que é necessário olhar para a literatura como uma linha orientadora e não como uma regra obrigatória.
 
Assim, apresentam-se algumas características das etapas de forma a guiar e ajudar os pais durante o desenvolvimento linguísticos das suas crianças.
 
 
                             1 Ano
Compreensão verbal
·         Três palavras no mínimo
·         Entende o não e o seu nome
Expressão verbal
·         Diz a primeira palavra
·         Usa muito a lalação (balbuciar, palrar)
·         Tenta repetir sons produzidos por outros
·         Usa a entoação durante a sua lalação de forma aproximada à fala
·         Direciona gestos e sons para outras pessoas
Articulação
·         Balbucio
Pragmática
·         Grita ou tosse para chamar a atenção
·         Atira objetos que não quer
·         Diz “adeus”
·         Estende os braços para que lhe peguem ao colo
·         Aproxima-se para pedir um objeto
·         Repete as ações que observa
                              2 Anos
Compreensão verbal
·         Compreende aproximadamente 300 palavras
·         Compreende ordens simples
·         Reconhece objetos, pessoas, animais de estimação, familiares e algumas partes do corpo
Expressão verbal
·         Diz palavras isoladas
·         Combina duas palavras na mesma frase
·         Vocabulário de 200 palavras
·         As palavras são majoritariamente substantivos, mas começam a aumentar o número de verbos
·         Omite os artigos e verbos auxiliares das frases
·         Produz sons de animais
Articulação
·         Majoritariamente vogais
·         50% do seu discurso são perceptíveis
Pragmática
·         Bastante comunicativo
·         Gosta de histórias
·         Fala sozinho
·         Provoca, rabuja ou avisa usando gestos e vocalizações
·         Faz diálogos curtos e exprime emoções
·         Começa a usar a linguagem de forma imaginativa
   3 Anos
Compreensão verbal
·         Compreende um vocabulário variado
·         Executa ordens mais complexas com duas ações
·         Identifica categorias de nomes, noções espaciais e objetos pelo uso
·         Mostra interesse nas explicações “porque” e “como”
Expressão verbal
·         Frases telegráficas (frases curtas e segmentadas), com uma média de 4 palavras
·         Vocabulário médio de 900 palavras
·         Descreve ações num livro e experiências imediatas
·         Faz perguntas
·         Usa pronomes pessoais (eu, tu, ele, comigo, contigo, nós, etc.)
Articulação
·         Consolidação das consoantes labiais (/p, b, m/)
·         75% do seu discurso são perceptíveis
·         Redução dos grupos consonânticos, omissões de sílabas ou repetições, anteriorização de consoantes posteriores
Pragmática
·         Fala muito, com diálogos longos
·         Anuncia intenções e respeita a vez
·         Chama a atenção sobre si com palavras como “olá”
4 Anos
Compreensão verbal
·         Vocabulário extenso
·         Entende as relações causais
·         Compreende histórias simples e frases mais complexas
·         Reconhece plurais, pronomes que diferenciam os sexos e adjetivos
Expressão verbal
·         Frases gramaticais
·         Produz de 900 a 1500 palavras
·         Apresenta ainda algumas alterações na estrutura das frases
·         Controla e exerce crítica sobre os outros
·         Completa analogia opostas (ex: o irmão é um menino, a irmã é uma…)
·         Usa frases com ordens e frases compostas
Articulação
·         Consolida as consoantes oclusivas (/p, b, t, d, k, g/)
·         95% do seu discurso são perceptíveis
·         Faz redução dos grupos consonânticos
Pragmática
·         Descreve o passado
·         Gosta de rimas
·         Pede autorização
·         Usa a linguagem para fantasiar e dizer piadas
·         Corrige os outros e auto-corrige-se quando o outro não compreende
   5 Anos
Compreensão verbal
·         Entende palavras mais abstratas
·         Reconhece relações entre palavras
·         Obedece a ordens complexas
·         Compreende frases complexas subordinadas
Expressão verbal
·         Frases complexas com poucos erros gramaticais
·         Consegue definir palavras
·         Produz cerca de 2000 palavras
·         Usa conjunções e preposições
·         Conta histórias sobre si mesmo
Articulação
·         Consolida as fricativas (/f, v, s, z, x, j/)
·         100% do seu discurso são perceptíveis
Pragmática
·         Aprende a manipular através da linguagem
·         Faz pedidos indiretos
·         Narrativas caracterizadas por terem uma sequência de acontecimentos mas sem personagem principal
    6 Anos
Compreensão verbal
·         Compreende sensivelmente tudo o que lhe seja transmitido pelo adulto ou pelo grupo de pares
·         Compreende a noção de oposto, tempo
·         Compreende aproximadamente 13000 palavras
Expressão verbal
·         Usa cerca de 2500 palavras
·         Usa todas as estruturas frásicas, pronomes e verbos irregulares
·         Recorre a adjetivos comparativos e superlativos
·         Relata narrativas fantasiosas
·         Troca informações e conta histórias familiares
·         Nomeia algumas letras do alfabeto
Articulação
·         Discurso passível de ser comparado ao discurso do adulto
Pragmática
·         Narrativas com tema central e personagem principal
·         Faz ameaças e insultos
·         Faz promessas e é capaz de fazer elogios
 
Fonte:  http://fono-audiologia.blogspot.com.br
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Criança de 9 meses


Quase andando

O bebê está cada vez mais perto de andar de fato. Nesta etapa, ele consegue subir escadas engatinhando e se movimentar de pé apoiando-se em móveis. Há crianças de 9 meses que chegam a dar alguns passinhos, mas ainda com ajuda. O bebê também está aprendendo a dobrar os joelhos e a se sentar depois de já estar de pé (uma operação mais difícil do que se imagina!).

Uma maneira de ajudar seu filho nessas primeiras caminhadas é se posicionar na frente dele, a uma curta distância, com as mãos esticadas encostando nas dele, para que ande na sua direção. Outro bom exercício é usar um daqueles carrinhos em que a criança pode se apoiar e empurrar (fique de olho em modelos que sejam estáveis e tenham uma base de sustentação larga).

Outro equipamento para esta fase é o andador, mas ele provoca polêmica entre os especialistas, pois boa parte deles o considera prejudicial para o desenvolvimento das pernas e dos pés. Se você decidir colocar seu bebê em um, limite o tempo e tome cuidado extra para prevenir acidentes, principalmente quando houver escadas e obstáculos no piso. O andador pode virar e causar ferimentos graves, em especial na cabeça. Não deixe de incentivar seu filho a treinar andar sem o andador.

É indispensável que sua casa seja segura para crianças. Coloque travas em portas de armário que você não queira que sejam abertas, já que os bebês são automaticamente atraídos por esse tipo de coisa.

Sapatos? Ainda não

Muitos pais ficam na dúvida se é hora de pôr sapatos quando os bebês começam a ficar de pé e a se movimentar. A maioria dos especialistas acredita que os sapatos não são necessários até que seu filho esteja passeando na rua com frequência. Andar descalço é algo que não só fortalece o peito do pé e os músculos do pé e da perna do bebê (evitando o pé chato), como pode colaborar para o equilíbrio.

Aprendendo na brincadeira

O bebê já coloca objetos em uma caixa e consegue tirá-los de lá. Para que possa praticar isso, dê a ele um balde de plástico e alguns bloquinhos coloridos (que não sejam pequenos demais para não haver risco de serem engolidos). Nesta fase, as crianças adoram brinquedos com partes removíveis ou com compartimentos que abrem e fecham. Carrinhos que possam ser arrastados de um lado para o outro são divertidos tanto para meninos como para meninas.

Você vai notar que, se tirar um brinquedo do seu filho, ele vai protestar, à medida que aumenta sua habilidade de expressar necessidades e desejo.

Aos 9 meses, cerca de metade das crianças gosta de dar um brinquedo a outra pessoa só para pegá-lo de volta depois. Seja companheira nessas horas de diversão. Tente rolar uma bola no chão para o bebê e veja se ele joga de volta. Com peças que podem ser empilhadas, seu filho terá a opção de colocar uma em cima da outra ou de dar uma delas para você.

Treino para ficar longe dos pais

A ansiedade de separação chega a um pico entre este período e os próximos meses. Embora seja normal que um bebê de 9 meses demonstre forte ligação com você e rejeição a outras pessoas, esse elo pode decepcionar avós e outros parentes. Ajude seu filho a se sentir mais confortável e espere que ele manifeste o interesse de ir no colo de alguém.
Se o seu bebê chupa o dedo ou uma chupeta para se acalmar em situações mais estressantes, não se preocupe. A sucção é uma das únicas maneiras que os bebês conhecem para se tranquilizar.

Viagens

Esta costuma ser uma idade difícil para se viajar com bebês. Crianças pequenas gostam de rotina, algo que tende a ser alterado durante viagens. Se for viajar, esteja preparada para um companheiro possivelmente irritado e, ao mesmo tempo, apegado. Tenha uma série de coisas para distraí-lo durante a jornada, como livrinhos, brinquedos que fazem barulho e, o mais importante, aquele famoso ursinho de pelúcia ou outro objeto de estimação. Se seu filho gosta de chupetas, é bom ter várias à mão, já que elas parecem sumir justo quando você mais precisa.

Compreensão da linguagem

A enxurrada de palavras que o bebê ouve desde o nascimento começa a surtir efeito. Nesta etapa, o entendimento de longe supera a fala, embora os sons do seu filho cada vez mais se assemelhem a palavras de verdade, incluindo aquele esperado "ma-ma". Só não se anime demais, já que essas sílabas provavelmente são só mesmo sons repetidos.

O seu tom de voz ainda faz mais sentido para seu filho do que as palavras em si. Mas, quanto mais você conversar com ele - ao preparar o jantar, no carro ou enquanto se veste --, mais o bebê aprende sobre a dinâmica da comunicação. Um estudo chegou a apontar que um dos maiores fatores para se prever a inteligência futura é medir a quantas palavras uma criança é exposta diariamente. É óbvio que a conversa dos outros ou horas à frente da TV não contam. O que vale para seu filho é ouvir palavras e o uso da língua de forma interativa.

Aos 9 meses, as crianças começam a entender o sentido do "não", só que dificilmente vão obedecer. Ao seu próprio nome, contudo, os bebês respondem sim, olhando em volta ou interrompendo o que estão fazendo para ver quem chamou.

Será que o desenvolvimento do meu filho é normal?

Lembre-se, cada bebê é de um jeito e atinge certos marcos de desenvolvimento físico no seu próprio ritmo. O que apresentamos são apenas referências de etapas que seu filho tem potencial para alcançar -- se não agora, em pouco tempo.

Caso seu filho tenha nascido prematuro, é provável que você observe que ele leva um pouco mais de tempo para fazer as mesmas coisas que outras crianças de idade similar. Não se preocupe, a maioria dos médicos avalia o desenvolvimento de um prematuro conforme a idade corrigida e acompanha seu progresso levando isso em conta.


 http://reginapironatto.blogspot.com.br/2010/12/criancas-de-9-meses.html
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Estimulação precoce e a linguagem em crianças ouvintes e surdas



Estimulação Precoce

A Estimulação Precoce é o atendimento realizado com bebês e crianças de até 3 anos e 11 meses que apresentam alterações no seu desenvolvimento. As causas mais comuns relacionadas aos transtornos no desenvolvimento são: infecções no período de gestação (rubéola, toxoplasmose, radiações, ingestão de medicamentos, drogas, alcoolismo da mãe), bebês provenientes de mães diabéticas ou aidéticas, anóxia do bebê (falta de oxigênio no momento do parto), síndromes, prematuridade, baixo peso, meningite, traumatismos (seqüelas motoras e/ou neurológicas). Conseqüentemente, os bebês e as crianças podem apresentar alterações no seu desenvolvimento cognitivo, psicomotor, sócio-afetivo, lingüístico, senso-perceptivo (deficiência visual e/ou auditiva).

A Estimulação Precoce tem o objetivo de promover o desenvolvimento global do bebê ou da criança. A forma de tratamento deve ser adaptada a cada caso. As alterações diagnosticadas e tratadas o mais precocemente possível possibilitam melhor desenvolvimento da criança, a fim de que as dificuldades sejam minimizadas ou superadas. A participação dos pais é fundamental. Através das orientações do profissional os pais sentem-se emocionalmente mais preparados para lidar com as dificuldades e estimular as potencialidades de seu filho.

O acompanhamento de bebês, ou crianças com pequenos atrasos em relação a sua faixa etária, faz-se necessário a fim de prevenir a instalação de alterações e/ou minimizá-las.

A Linguagem e a Audição

Em relação à linguagem, é importante que os pais estimulem, conversem, brinquem, valorizem as emissões do seu filho e observem se o bebê ou a criança está apresentando evolução em sua comunicação. Quando o bebê ou a criança não está produzindo sons, ou palavras e frases, como a maioria das crianças da sua faixa etária, é importante consultar um especialista e verificar se há alguma alteração. Além disso, é fundamental que os pais observem o comportamento auditivo de seu filho, ou seja, como está reagindo em relação aos sons. É através da audição que adquirimos a linguagem oral (fala). O bebê de 4 a 7 meses já procura o som quando é produzido ao seu lado e acorda, ou se assusta, quando ouve um som forte. Quando as crianças preferem ouvir rádio ou televisão com volume alto, pedem freqüentemente para repetir o que lhes foi dito, ou parecem sempre desatentas enquanto falamos, há possibilidade de apresentarem perdas auditivas. Há exames que detectam e identificam o grau e o tipo de perda auditiva. Quando se suspeita de alteração auditiva, o bebê ou a criança deve consultar um médico otorrinolaringologista e realizar os exames por ele indicados. Através do diagnóstico, pode-se determinar se há alteração ou não e, quando necessário, qual o tipo de tratamento - medicamentoso, cirúrgico ou de habilitação.

Estimulação Auditiva

As crianças com perdas auditivas leves e moderadas, geralmente, apresentam atraso no desenvolvimento da linguagem e trocas de sons na fala. Através do tratamento precoce e a adaptação de aparelhos auditivos, quando necessário, há possibilidade da criança atingir o desenvolvimento lingüístico adequado a sua faixa etária com maior rapidez.

As crianças que apresentam perdas auditivas acentuadas ? severas e profundas ? também devem ser estimuladas precocemente. Através dos exames audiológicos podemos identificar o grau e o tipo de perda auditiva e, quando necessário, indicar aparelhos auditivos. A estimulação auditiva é importante e poderá facilitar, em alguns casos, a aquisição da língua oral (fala). Porém, esta aquisição não ocorre de forma natural, mesmo quando a criança utiliza aparelhos auditivos.

A Língua Brasileira de Sinais – Libras

Atualmente, crianças com perdas auditivas acentuadas podem ter um desenvolvimento de linguagem análogo à crianças ouvintes se adquirirem uma língua natural. No caso de bebês e crianças surdas, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) será a sua língua materna. Por ser totalmente visual ? utilizam-se as mãos, expressões faciais e movimentos do corpo -, o bebê ou a criança surda consegue receber as informações naturalmente. O desenvolvimento da sua compreensão e expressão, primeiramente, será através da Língua Brasileira de Sinais. Os pais e familiares necessitam aprendê-la para se comunicarem com seu filho, possibilitando a que a criança compreenda e possa ser compreendida. A estimulação da linguagem através da Libras, realizada pelos pais é fundamental para o seu desenvolvimento lingüístico, afetivo, social e cognitivo. Os pais podem aprender esta língua através de cursos ministrados por instrutores surdos, além de participarem nas sessões terapêuticas de seu filho com fonoaudióloga, fluente em Libras, que também realiza a estimulação. É fundamental o desenvolvimento normal na sua língua materna ? Libras ? para que a criança aprenda uma segunda língua. Em alguns casos, a segunda língua poderá ser oral (fala); em outros, a escrita.

Na Estimulação Precoce é importante identificar as alterações, ou as diferenças, no desenvolvimento de cada criança, mas, principalmente, acreditar e estimular suas potencialidades, pois, assim, poderemos realmente acompanhar as suas vitórias.
Fonte: Site ABC da Saúde
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O Desenvolvimento da Linguagem da Criança

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Tabela das Fases do Desenvolvimento Infantil

Para que ocorra a aquisição e o desenvolvimento adequado da fala e da linguagem, muitos fatores estão envolvidos desde o nascimento do bebê. Entre eles a boa audição, o desenvolvimento adequado das funções: respiração, sucção, deglutição e mastigação e a estimulação global da criança. Os três primeiros anos de vida têm importância fundamental no desenvolvimento do cérebro humano e é, portanto, o período ideal para a aquisição da fala e da linguagem. A estimulação através de canto, conversas, proteção, brincadeiras e leitura propiciam a aquisição de habilidades que favorecem o desenvolvimento. Para que comece a ocorrer um processo de comunicação a criança deverá se sentir motivada para isso. Deverá existir o que se chama de intenção comunicativa (através da fala serão conseguidos objetos de interesse da criança). Este aspecto surge através do contato diário com as pessoas e da estimulação que essa interação propicia. Também devemos considerar a importância da amamentação materna, alimentação com textura e consistência adequada nas diferentes fases e a não existência de hábito de sucção de dedo ou chupeta além dos dois anos. Todos esses fatores contribuem para uma musculatura orofacial adequada à produção da fala.
Verifique o desenvolvimento da audição e da linguagem de sua criança:

0 a 3 meses:
Sua emissão sonora é muito rica: murmúrios, pequenos sons guturais (vocalizações reflexas), gritos; vocalização ; balbucio;
Assusta-se com sons fortes, mas já reconhece e se acalma com a voz da mãe

3 a 6 meses:
Imita sons espontâneos e balbucia
Produz sons de forma variada (aaa, eee, hum)
Vira a cabeça para o lado em que ouviu um som, chegando a interromper a atividade para ouvir um som

6 a 9 meses:
Tenta expressar suas necessidades através de gestos e/ou vocalizações diferentes de choro.
Entende gestos do tipo “vem cá”, “não”
Inicia o balbucio (dadada, bababa, mamama)
Já localiza sons diretamente para os lados e se interessa por brinquedos que produzem ruído

9 meses a 1 ano:
Balbucia e presta atenção à fala das pessoas, além de entender expressões familiares como: não, tchau, dá.
Explora os sons dos objetos

1 ano e meio (18 meses):
Linguagem telegráfica, emprega alguns verbos;
Seu vocabulário é de cerca de 20 a 100 palavras;
Começa a juntar palavra sem frases simples: "qué naná”, "qué papá";
Compreende ordens familiares: não mexa, dá pra mim, não pode;

2 anos:
Forma frases com 3 palavras, emprega substantivos e verbos; nomeia figuras; usa os pronomes “eu” e “ você“ ;
Seu vocabulário é de cerca de 200 a 300 palavras;
Compreende ordens faladas.
3 anos Emprega substantivos, verbos no indicativo, adjetivos e preposições; Produz todos os fonemas embora possa omitir os grupos consonantais e arquifonemas. Vocabulário de cerca de 900 palavras. Nesta época pode ocorrer uma alteração de ritmo de fala, muitas vezes confundido com gagueira.
4 anos Emprega substantivos, adjetivos, advérbios e verbos no futuro. Usa sentenças de 5 palavras. Fala todos os fonemas da língua. 
Se o desenvolvimento da criança não seguir a tabela acima procure fonoaudiólogo e o pediatra.

Importante: Quanto mais cedo for realizada a intervenção das alterações na aquisição da linguagem, maiores as chances de estimulação e/ou tratamento de um eventual problema.


Para falar e ouvir, fale com um fonoaudiólogo.



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Balbuciar é fundamental para o desenvolvimento dos bebês

Como pediatra, sempre pergunto sobre os balbucios. “O bebê está fazendo sons?” pergunto ao pai de um bebê de 4, 6 ou 9 meses. A resposta raramente é “não”. Mas caso seja, é importante tentar descobrir o que pode estar acontecendo.
Se um bebê não está balbuciando normalmente, algo pode estar interrompendo o que deveria ser uma corrente essencial: poucas palavras estão sendo ditas ao bebê, algum problema evitando que ele escute o que é dito, ou dificuldades em processar essas palavras. Algo errado na casa, na audição ou talvez no cérebro.
Os murmúrios estão cada vez mais sendo compreendidos como um precursor essencial à fala, e como um indicador básico do desenvolvimento cognitivo e sócio-emocional. E pesquisas estão separando os componentes fonéticos desse balbucio, associado à interação de fatores neurológicos, cognitivos e sociais.
A primeira coisa importante sobre o balbucio é também a primeira coisa a ser notada: bebês balbuciam de maneiras similares. Durante o segundo ano de vida, eles moldam seus sons nas palavras de seu idioma nativo.
A palavra “balbucio” (“blabber”, em inglês) é significativa e representativa – sílabas repetitivas, brincando em torno das mesmas consoantes. (Na verdade, a palavra em inglês provavelmente não veio da Torre de Babel, conforme sustenta a sabedoria popular, mas dos sons parecidos com “ba ba” feitos pelos bebês.)
Segundo D. Kimbrough Oller, professor de audiologia e patologias da fala na Universidade de Memphis, algumas das mais recentes pesquisas analisam os sons que bebês produzem no primeiro semestre de suas vidas, quando eles estão “guinchando, murmurando e produzindo sons básicos”. Esses sons são a fundação da linguagem posterior, disse ele, e aparecem em todo tipo de interações sociais e brincadeiras entre pais e bebês – ainda sem envolver sílabas formadas, ou qualquer coisa que soe como uma palavra.
“Ultrapassando os seis meses de idade, os bebês começam a produzir balbucios gerais, sílabas bem formadas”, disse Oller. “Os pais não tratam esses sons iniciais como palavras; quando as sílabas gerais começam a aparecer, os pais as reconhecem como abertas a discussões”.
Ou seja, quando o bebê diz algo como “ba ba ba”, os pais podem entender como uma tentativa de dar nome a algo, e propor uma palavra em resposta.
Na maioria das vezes, eu pergunto aos pais: “Ele faz barulhos? Ela soa como se estivesse falando?” E na maioria das vezes, os pais acenam positivamente e sorriem, reconhecendo as vozes de bebês que se tornaram parte das conversas de família.
Mas a nova pesquisa sugere uma linha mais detalhada de perguntas: aproximadamente aos 7 meses, os sons de desenvolveram em balbucios gerais, incluindo vogais e consoantes? Bebês que partem para vocalizações sem muitas consoantes, fazendo apenas sons como “aaa” ou “ooo”, não estão praticando os sons que os levarão a formar palavras, e não estão treinando os músculos da boca necessários ao surgimento de uma linguagem compreensível.
“Um bebê ouve todos esses sons e é capaz de diferenciá-los antes de poder reproduzi-los”, disse Carol Stoel-Gammon, professora emérita de ciências da fala e da audição na Universidade de Washington. “Para fazer um ‘m’, você precisa fechar a boca e o ar tem de sair pelo nariz. Isso não nasce em algum lugar de seu cérebro, é algo que se precisa aprender”.
As consoantes no balbucio significam que o bebê está praticando, moldando sons ao aprender a manobrar boca e língua, e escutando os resultados.
“Eles chegam nesse ponto aos 12 meses”, continuou Stoel-Gammon, “e acredito que eles consigam isso porque se tornam cientes dos movimentos motores orais que diferenciam um ‘b’ de um ‘m’”.
Os bebês precisam ouvir uma linguagem real, de pessoas reais, para aprender absorver essa habilidade. A televisão não faz o mesmo, e tampouco os vídeos educacionais; pesquisas recentes sugerem que esse aprendizado é, em parte, moldado pela qualidade e pelo contexto da reação adulta.
Para estudar os balbucios, pesquisadores começaram a examinar a reação social – do bebê e do adulto. Michael H. Goldstein, professor-assistente de psicologia na Universidade Cornell, conduziu experimentos mostrando que os bebês aprendem melhor com o estímulo parental – adquirindo novos sons e padrões, por exemplo – se os pais oferecem esse estímulo especificamente em resposta ao balbucio do bebê.
“Naquele momento de balbucios, os bebês parecem preparados a absorver mais informação”, explicou ele. “Trata-se de criar uma interação social onde agora você pode aprender coisas novas”.
Um estudo realizado neste ano por esse grupo examinou como os bebês aprendem os nomes de objetos novos. Mais uma vez, oferecer as novas palavras de vocabulário em resposta às próprias vocalizações dos bebês fazia com que eles aprendessem melhor os nomes.
Os experimentos sustentam que as vocalizações de um bebê sinalizam um estado de atenção focada, uma disponibilidade para aprender a linguagem. Quando os pais respondem aos balbucios dando o nome do objeto em sua mão, segundo esse argumento, as crianças têm maiores chances de aprender palavras. Assim, se um bebê olha para uma maçã e diz, “ba ba”, é melhor responder dando o nome da maçã do que supondo, por exemplo, “Você quer sua mamadeira?”.
“Acreditamos que os bebês tendem a emitir balbucios quando estão num estado predisposto a aprender novas informações, eles estão estimulados, interessados”, afirmou Goldstein. “Quando eles estão interessados em algo, a tendência é que franzam a sobrancelha”, continuou ele; os pais devem entender que esse balbucio pode ser “uma versão acústica da sobrancelha franzida”.
Ali mesmo, na sala de exames, eu tenho aquela essencial combinação para o experimento, o bebê e o adulto. Essa é uma oportunidade de verificar o progresso do bebê em formar sons, mas também uma oportunidade de ajudar o adulto a reagir ao interesse daquele bebê interessado em aprender a como dar nome ao mundo – um impulso humano universal, expressado nas sílabas de uma trilha sonora humana universal.
Por Perri Klass
Tradutor: Pedro Kuyumjian
Fonte: UOL Notícias
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Bebês surdos devem aprender língua dos sinais nos primeiros meses de vida

Pais têm de interagir com brincadeiras e usar linguagem para socialização. Atividades buscam desenvolver habilidades visuais da criança.


O maior desafio para quem trabalha com crianças surdas é acreditar nos bebês como diferentes e não como deficientes. É assim que pensa a fonoaudióloga escolar Sandra Refina Leite, que trabalha na Escola para Crianças Surdas (ECS) Rio Branco, em São Paulo. Para Sandra, a melhor maneira de potencializar a produtividade e o desenvolvimento dos bebês é ensinar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) desde os primeiros dias de vida.

“Desde o momento em que os pais descobrem a surdez do bebê é importante procurar um especialista para que, além da própria criança poder aprender a língua dos sinais, eles também possam aprendê-la. É fundamental que a criança desenvolva habilidades visuais para se sentir incluída socialmente e quanto mais cedo ela iniciar o processo de educação, melhor”, diz. “Todos os nossos esforços são para que a criança aprenda da maneira mais natural possível”.

A especialista afirma que os pais não costumam aceitar a surdez do bebê em um primeiro momento. “Nossa sociedade não está preparada para a diferença, e isso se reflete também no comportamento dos pais dos bebês, que demoram um pouco a se acostumar. Ainda assim, o resultado vale muito a pena”, afirma Sandra. A fonoaudióloga diz que em seis meses de atividades o bebê já começa a reconhecer os sinais, mesmo que de maneira ainda não estruturada.

Em casa, é fundamental que os pais se comuniquem com o bebê por meio da linguagem de sinais. Sandra reafirma ainda a importância de brincar com a criança e contar histórias. “Aos pais cabe a tarefa de apresentar o mundo à criança, nomear pessoas e coisas, para que ela entenda a complexidade do mundo, e interagir sempre”, diz.

Surdez

O teste que identifica a surdez do bebê pode ser feito ainda na maternidade. As causas da deficiência podem ser muitas, mas as mais evidentes, segundo Sandra, são casos de meningite, rubéola e toxoplasmose da mãe durante a gravidez.

No processo educacional proposto pela ECS, o bebê participa de atividades educacionais até os 3 anos, para se familiarizar com a linguagem de sinais. A partir dos 3 anos, a criança é encaminhada para o ensino formal em uma turma formada apenas por surdos. Depois do quinto ano do ensino fundamental, a orientação é que o aluno seja encaminhado a uma escola tradicional, acompanhado de um intérprete.

“Propomos que o aluno fique em uma escola especial porque em todos os outros momentos do dia ele conviverá com pessoas ouvintes, dentro da própria família. A idéia não é isolar o aluno, mas ensiná-lo a agir como uma pessoa diferente, mas participante quando for exposto a qualquer situação com ouvintes”, afirma.
 
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