Mostrando postagens com marcador Linguagem infantil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Linguagem infantil. Mostrar todas as postagens
0

Bebê: Desenvolvimento da Linguagem

Helena com 5 meses balbucia e solta gritinhos para chamar atenção!!!

De acordo com BEE (1996) e PAPALAIA & OLDS (2006), a linguagem pode ser definida como um sistema arbitrário de símbolos que nos permite falar, e compreender, uma infinita variedade de mensagens. Ela é governada por regras e é muito criativa.

A fala pré-linguística, a qual precede a primeira palavra, inclui choro, arrulhos, balbucio e imitação de sons da língua. Os neonatos são capazes de distinguir os sons da fala: aos seis meses, os bebês já aprenderam os sons básicos de sua língua.

Antes de dizerem sua primeira palavra, os bebês usam gestos, que incluem apontar, gestos sociais convencionais, gestos representacionais e simbólicos.

Aos nove ou 10 meses, os bebês começam a compreender a fala com significado. Durante o segundo ano de vida, a criança já começa a falar a língua da cultura. A primeira palavra tipicamente aparece em algum ponto entre 10 e 14 meses, iniciando a fala linguística. As primeiras palavras isoladas podem ser holofrases, as quais expressam um pensamento completo numa única palavra (PAPALIA & OLDS, 2006).

Diferente da fala pré-linguística, a fala linguística não está diretamente ligada à idade cronológica. Uma “explosão de nomes” ocorre tipicamente em algum ponto entre 16 e 24 meses de idade.

Historicamente, duas teorias antagônicas acerca de como as crianças adquirem a linguagem são a teoria da aprendizagem (a qual enfatiza o papel do reforço e a imitação) e o inatismo (o qual sustenta que as pessoas têm uma capacidade inata para adquirir a linguagem). Atualmente, a maioria dos psicólogos do desenvolvimento afirma que as crianças têm uma capacidade inata para aprender a linguagem e que ela é ativada e estimulada pela maturação, pelo desenvolvimento cognitivo e por certas experiências ambientais (PAPALIA & OLDS, 2006).

Influências específicas no desenvolvimento da linguagem incluem fatores genéticos, temperamento e interação social.

A comunicação entre cuidadores e crianças é essencial para o desenvolvimento da linguagem. O valor de ouvir uma linguagem direta e simples (fala dirigida à criança, ou “língua de mãe”) não está claro, embora os bebês mostrem preferência pela mesma. Perguntas e elaboração são mais eficazes do que a fala diretiva, tanto na conversação quanto na leitura em voz alta.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO 
Leia Mais ►
0

Trocar fonemas: Até quando é normal?

Desvios de linguagem acontecem até os 5 anos. Saiba quais sons a criança deve aprender em cada idade

Fernanda Carpegiani

Shutterstock
Falar “elado”, como o personagem Cebolinha, da Turma da Mônica, faz parte do processo de aquisição da linguagem e é normal até os 5 anos, quando os desvios e trocas devem desaparecer completamente. Saiba quando cada som já deve estar sendo pronunciado da forma correta:


Até os 3 anos:

/p/ como em pato;

/b/ como em bola;

/t/ como em teto;

/d/ como em dedo;

/k/ como em casa, quero;

/g/ como em gato, gol;

/m/ como em mamãe

/n/ como em nada;

/nh/ como em ninho;

/f/ como em feliz;

/v/ como em vaca.

Até os 4 anos:

/s/ como em sapo, céu, escola;

/z/ como em zebra, casa;

/ch/ como em xícara, chuva;

/j/ como em janela, gelo;

/tch/ como em tia

/dj/ como em dia

/r/ como em arara;

/R/ como em rato, carro;

/-R-/ como em porta, amor (dependendo da região).


Até os 4 anos e 6 meses
Encontros consonantais (planta, prato)



http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI306811-15105,00.html
Leia Mais ►
0

Desenvolvimento Linguístico

 


 
Quantos pais se questionam sobre se os seus filhos estão a seguir um desenvolvimento linguístico normal? Certamente serão mais do que aqueles que imaginamos.
Muitas vezes somos abordados por estes pais que nos procuram para satisfazer as suas dúvidas. “Será normal ele ainda não fazer isto?”, “Até que idade é que é normal que não se perceba o que o meu filho diz?”. Perguntas normais cujas respostas variam de criança para criança, de família para família.
O desenvolvimento da linguagem não é estanque e, está sujeito a pequenas variações pelo que é necessário olhar para a literatura como uma linha orientadora e não como uma regra obrigatória.
 
Assim, apresentam-se algumas características das etapas de forma a guiar e ajudar os pais durante o desenvolvimento linguísticos das suas crianças.
 
 
                             1 Ano
Compreensão verbal
·         Três palavras no mínimo
·         Entende o não e o seu nome
Expressão verbal
·         Diz a primeira palavra
·         Usa muito a lalação (balbuciar, palrar)
·         Tenta repetir sons produzidos por outros
·         Usa a entoação durante a sua lalação de forma aproximada à fala
·         Direciona gestos e sons para outras pessoas
Articulação
·         Balbucio
Pragmática
·         Grita ou tosse para chamar a atenção
·         Atira objetos que não quer
·         Diz “adeus”
·         Estende os braços para que lhe peguem ao colo
·         Aproxima-se para pedir um objeto
·         Repete as ações que observa
                              2 Anos
Compreensão verbal
·         Compreende aproximadamente 300 palavras
·         Compreende ordens simples
·         Reconhece objetos, pessoas, animais de estimação, familiares e algumas partes do corpo
Expressão verbal
·         Diz palavras isoladas
·         Combina duas palavras na mesma frase
·         Vocabulário de 200 palavras
·         As palavras são majoritariamente substantivos, mas começam a aumentar o número de verbos
·         Omite os artigos e verbos auxiliares das frases
·         Produz sons de animais
Articulação
·         Majoritariamente vogais
·         50% do seu discurso são perceptíveis
Pragmática
·         Bastante comunicativo
·         Gosta de histórias
·         Fala sozinho
·         Provoca, rabuja ou avisa usando gestos e vocalizações
·         Faz diálogos curtos e exprime emoções
·         Começa a usar a linguagem de forma imaginativa
   3 Anos
Compreensão verbal
·         Compreende um vocabulário variado
·         Executa ordens mais complexas com duas ações
·         Identifica categorias de nomes, noções espaciais e objetos pelo uso
·         Mostra interesse nas explicações “porque” e “como”
Expressão verbal
·         Frases telegráficas (frases curtas e segmentadas), com uma média de 4 palavras
·         Vocabulário médio de 900 palavras
·         Descreve ações num livro e experiências imediatas
·         Faz perguntas
·         Usa pronomes pessoais (eu, tu, ele, comigo, contigo, nós, etc.)
Articulação
·         Consolidação das consoantes labiais (/p, b, m/)
·         75% do seu discurso são perceptíveis
·         Redução dos grupos consonânticos, omissões de sílabas ou repetições, anteriorização de consoantes posteriores
Pragmática
·         Fala muito, com diálogos longos
·         Anuncia intenções e respeita a vez
·         Chama a atenção sobre si com palavras como “olá”
4 Anos
Compreensão verbal
·         Vocabulário extenso
·         Entende as relações causais
·         Compreende histórias simples e frases mais complexas
·         Reconhece plurais, pronomes que diferenciam os sexos e adjetivos
Expressão verbal
·         Frases gramaticais
·         Produz de 900 a 1500 palavras
·         Apresenta ainda algumas alterações na estrutura das frases
·         Controla e exerce crítica sobre os outros
·         Completa analogia opostas (ex: o irmão é um menino, a irmã é uma…)
·         Usa frases com ordens e frases compostas
Articulação
·         Consolida as consoantes oclusivas (/p, b, t, d, k, g/)
·         95% do seu discurso são perceptíveis
·         Faz redução dos grupos consonânticos
Pragmática
·         Descreve o passado
·         Gosta de rimas
·         Pede autorização
·         Usa a linguagem para fantasiar e dizer piadas
·         Corrige os outros e auto-corrige-se quando o outro não compreende
   5 Anos
Compreensão verbal
·         Entende palavras mais abstratas
·         Reconhece relações entre palavras
·         Obedece a ordens complexas
·         Compreende frases complexas subordinadas
Expressão verbal
·         Frases complexas com poucos erros gramaticais
·         Consegue definir palavras
·         Produz cerca de 2000 palavras
·         Usa conjunções e preposições
·         Conta histórias sobre si mesmo
Articulação
·         Consolida as fricativas (/f, v, s, z, x, j/)
·         100% do seu discurso são perceptíveis
Pragmática
·         Aprende a manipular através da linguagem
·         Faz pedidos indiretos
·         Narrativas caracterizadas por terem uma sequência de acontecimentos mas sem personagem principal
    6 Anos
Compreensão verbal
·         Compreende sensivelmente tudo o que lhe seja transmitido pelo adulto ou pelo grupo de pares
·         Compreende a noção de oposto, tempo
·         Compreende aproximadamente 13000 palavras
Expressão verbal
·         Usa cerca de 2500 palavras
·         Usa todas as estruturas frásicas, pronomes e verbos irregulares
·         Recorre a adjetivos comparativos e superlativos
·         Relata narrativas fantasiosas
·         Troca informações e conta histórias familiares
·         Nomeia algumas letras do alfabeto
Articulação
·         Discurso passível de ser comparado ao discurso do adulto
Pragmática
·         Narrativas com tema central e personagem principal
·         Faz ameaças e insultos
·         Faz promessas e é capaz de fazer elogios
 
Fonte:  http://fono-audiologia.blogspot.com.br
Leia Mais ►
0

Perceba como VOCÊ afeta a Comunicação de seu filho

 
Embora a forma de você interagir com seu filho dependa da sua personalidade e da dele, há alguns papéis comuns que todos os pais tendem a assumir. Vamos dialogar sobre esses papéis, quando eles são úteis para a aprendizagem do seu filho e quando não são.
 
O Papel do “Ajudante/Professor”
Quando seu filho parece não saber como fazer coisas ou não consegue se comunicar, é natural querer ajudá-lo. Mas se você fizer as coisas para seu filho sempre, ele não terá a oportunidade de mostrar que consegue fazer mais do que você poderia esperar.
Muitas vezes, contudo, seu filho pode não entender o que você espera que ele faça. Nesses casos, vai precisar que você seja o seu “Ajudante”.
A Regra do Ajudante
A “Regra do Ajudante”, a seguir, vai ajudá-lo a identificar quando convém ser o Ajudante de seu filho, e o que você pode fazer para dar a ajuda que ele precisa: Peça uma vez e espere. Peça de novo, acrescentando ajuda. Peça para seu filho fazer algo e espere a resposta. Se não responder, peça de novo. Ao mesmo tempo, guie-o delicadamente para fazer o que você pediu.
Negrito 
O Papel do “Não Perturbe”
Se o seu filho não se mostra interessado em interagir com você e raramente demanda sua atenção, é tentador acreditar que é o seu jeito de mostrar independência. Emboratodas as crianças precisem mesmo de tempo para elas mesmas, é importante que seu filho aprenda a interagir, coisa que não poderá fazer sozinho. Persista nas tentativas de se juntar ao seu filho no que ele estiver fazendo. Por exemplo, se ele está assistindo televisão sozinho, sente bem ao lado no sofá. Ou se ele está brincando com um barbante, tente puxar o barbante até obter sua atenção.
Ele pode ficar bravo e empurrar você; mesmo assim, isto é preferível a não haver interação. Depois que começar a interagir mais com seu filho, pode ser que enfim ele perceba que brincar pode ser mais divertido se você estiver junto.
 
O Papel do “Atarefado”
Às vezes a vida parece uma corrida contra o relógio. Pense em todas as coisas que tem que fazer de manhã: levantar-se, tomar banho, vestir seu filho, fazer café da manhã, fazer as camas, levar o cachorro para passear, etc. Você provavelmente vive correndo para cumprir sua agenda. Todos esses momentos apressados são momentos nas quais seu filho poderia estar aprendendo algo. Se, por um lado, nem sempre é possível diminuir o ritmo, por outro, cinco minutos extras no café da manhã ou quando estão se vestindo podem fazer a diferença. Lembre-se que seu filho precisa de mais tempo para entender o que está acontecendo à sua volta e para pensar sobre o que deve fazer ou dizer. Ele aprenderá melhor quando você “parar de apostar corrida e diminuir o ritmo”!
 
O Papel do “Parceiro”
Você e seu filho provavelmente brincam juntos, como de Cócegas ou Achou! Mesmo quando você não está ensinando habilidades específicas ao seu filho durante essas brincadeiras, ele está aprendendo muito sobre comunicação por ter você como “Parceiro” de brincadeira. Conforme seu filho entende mais e se torna um comunicador mais capaz, precisará de menos orientações suas. Em outras palavras, quando ele consegue fazer e falar mais, você pode fazer e falar menos! Se fizer perguntas e sugestões demais, poderá inibir seu filho a iniciar suas próprias conversas. Quando você está no papeldo Parceiro, deixe seu filho conduzir e responda ao que ele fizer.
 
O Papel do “Animador”
Todas as crianças se beneficiam de um “oba!” e um abraço. Quando você recompensa as tentativas de seu filho de entender e se comunicar, aumenta a chance de que ele tente de novo. Mas a forma de fazer o elogio também é importante. Por exemplo, quando seu filho bebe todo o leite, você pode dizer “Muito bem!”. Embora seu filho perceba que você está feliz, pode não entender o que as palavras “muito bem” significam. Faça um elogio descritivo que diga exatamente por que está fazendo festa para ele. Depois que ele terminar o leite, diga algo como “Oba! Tomou todo o leite!”. Assim, ele consegue fazer a conexão entre suas palavras e as ações dele. Contudo, esteja atento, pois pode confundir seu filho com o elogio. Imagine-se contando algo importante para uma amiga e que, no meio da conversa, ela dissesse “Muito bem, você falou!”. Você provavelmente acharia estranho sua amiga interrompê-lo e poderia esquecer sobre o que estava falando. Seu filho pode ficar meio confuso se você interromper com elogios as tentativas dele de se comunicar.
 
 Livro Mais do que palavras (Fern Sussman)
 
Leia Mais ►
0

Literatura Infantil - Livros para baixar


literatura infanto juvenil é um ramo da literatura voltado para as crianças e adolescentes entre 10 a 15 anos de idade. Este tipo de obra procura utilizar diversas imagens para ilustrar o texto e costumam usar personagens na mesma faixa etária dos leitores.


Pensando neste público, reunimos 20 livros de literatura infantil que estão disponíveis na internet para download gratuito. Estes livros estão sob domínio público ou possuem a devida licença do autor para serem disponibilizados gratuitamente.

Confira a seguir os 20 livros de literatura infantil para download grátis:


A borboleta azul

Autora: Lenira Almeida Heck

A Bruxa e o Caldeirão

Autor: José Leon Machado

O peixinho e o gato

Autora: Lenira Almeida Heck

No reino das letras felizes

Autora: Lenira Almeida Heck

O galo Tião e a dinda Raposa

Autora: Lenira Almeida Heck

Histórias da Avózinha

Autor: Alberto Figueiredo Pimentel

Chuva e Sol

Autora: Adelina Lopes Vieira

O galo Tião e a vaca Malhada

Autora: Lenira Almeida Heck

Dom Quixote

Autora: Adelina Lopes Vieira

Pai, posso dar um soco nele?

Autor: José Cláudio da Silva

Histórias que acabam aqui

Autora: Maria Teresa Lobato Fernandes Pereira Lopes

Conto ou não conto?

Autor: Abel Sidney

O ramo verde

Autora: Adelina Lopes Vieira

Meiguice

Autora: Adelina Lopes Vieira

O mistério do anel de pérola

Autora: Lenira Almeida Heck

O ratinho Rói-Rói

Autora: Lenira Almeida Heck

Eu que vi, eu que vi

Autor: Devison Amorim do Nascimento

O leão Praxedes

Autor: Tarcisio Lage

Amanda e os Nanorobôs

Autor: Eliú Quintiliano

O pacto maldito e outras histórias de morte

Autor: José Cláudio da Silva



Leia Mais ►
0

A percepção do tempo


Estava lendo um capítulo do Livro "Autismo infantil" sobre a noção de tempo e temporalidade no autista. O conteúdo de todo capítulo é interessante mas uma frase me chamou mais atenção ali: "A noção de tempo se dá pelas nossas vivências".
Minhas vivências (é verdade!), fazem o tempo parecer que passou mais rápido ou mais devagar... e com toda certeza isso é assim com você também.
Por isso pensei nos autistas com as suas estereotipias e a ociosidade que eles podem enfrentar nos seus dias. Será que o tempo está passando para eles? Será que é isso que eles querem?
Bom, voltando ao conhecimento técnico científico... Diante da afirmativa de que a percepção de tempo se dá através das vivências, é preciso perceber que uma rotina bem delimitada realmente conforta.
Temos que demarcar muito bem os acontecimentos para os autistas. Não estou falando de trabalhar os conceitos de passado-presente-futuro, não! O que quero mostrar é que, é fundamental permitir que a criança perceba a finitude dos fatos e além disso, entender que 2 fatos não ocorrem ao mesmo tempo. Os fatos seguem um após o outro, conforme a expressão tão repetida: primeiro-isso-e-depois-aquilo.
Várias características autísticas podem ser também interpretadas como uma noção de tempo incerta, como: - Dificuldade em lidar com a alteração na rotina, o que torna tudo tão incerto e inseguro. Alterações exigem que a criança elabore um "plano B", sem que ela tenha condições para isso. - Estereotipias para o isolamento. Aos olhos de quem vê a criança, os comportamentos repetitivos parecem deixar a criança numa "era sem fim".
Além disso é frequente os pais de crianças com Síndrome de Asperger, relatarem que seus filhos "perdem a noção do tempo" quando se envolvem em atividades de grande interesse. E não é raro perceber no discursos de adolescentes com SA, a dificuldade de elaborar os planos para o futuro.
Tempo.
É preciso que os pais comece a se atentar mais aos conceitos subjetivos, eles podem dar dicas de onde está a dificuldade da criança e da melhor forma de ajudá-los.
Está tudo interligado entre tempo, linguagem e imaginação.
Enfim, a primeira ordem é: rotina previsível.

http://fonopriscilafelix.blogspot.com/
Leia Mais ►
0

BRINCADEIRA SIMBÓLICA


Por volta de um ano de idade, começamos a observar comportamentos diferentes na brincadeira.
Diferentes porque envolvem um “fazer-de-conta”, ou seja a Brincadeira Simbólica

Neste mesmo período também notamos o surgimento das primeiras palavras.

Assim, com a Brincadeira Simbólica e a Linguagem aparecendo, algo novo começa a ficar evidente na evolução infantil: a capacidade para representar, a habilidade para evocar fatos e se referir a objetos e situações ausentes na realidade. 

O primeiro passo da Brincadeira Simbólica é o “Uso convencional dos objetos”, o que é uma conduta pré simbólica. A criança não aplica mais aos objetos quaisquer ações, mas sim, aquelas ligadas ao uso apropriado ou convencional destes objetos. Por isso o papel da imitação é muito importante! 

À medida que a Brincadeira Simbólica evolui, ela passa a tomar conta da vida da criança que, por sua vez, ganha mais em linguagem, imaginação e aprendizados.  


Dicas para incentivar a Brincadeira Simbólica: 

   - Brincadeiras de imitação;
  - Utilizar objetos convencionais e incentivar a dramatização com o uso deles. Representar, com estes objetos, situações do cotidiano: tomar banho, escovar os dentes, arrumar a mochila da escola etc... Bonecas e bonecos com rosto humano. (inicialmente eles podem ser passivos na brincadeira). 

É importante ter o adulto como mediador desta brincadeira e como uma pessoa que pode “ensinar” palavras novas, para o aumento de vocabulário. 

Fonte: http://fonopriscilafelix.blogspot.com.
Leia Mais ►
0

Estimule a fala e a linguagem do seu filho!



Quando vc conversa com seu filho vc dá continuidade ao que ele diz ou vc espera que ele fale cada vez mais?

As primeiras palavras de uma criança surgem por volta de um ano de idade. São palavras isoladas mas que querem revelar muitas coisas.
Uma palavrinha como "neném", pode ser dita por vários motivos: mostrar, compartilhar um interesse, pedir um boneco... E é neste instante que os pais, muitas vezes, perdem a , oportunidade de estimular. Como?

Quando a criança fala a palavra geralmente o adulto confirma o que a criança falou e diz: "É!! O neném". Logo depois ele dá o boneco para a criança. Na esperança e empolgação de ver a criança pronunciar as pprimeiras palavras, o adulto pede para a criança repetir várias vezes o que ela disse e faz perguntas: "o que é isso" e acriança diz neném.
Eu entendo que o adulto atendeu um pedido ao entregar o boneco ou confirmou para a criança que ela foi entendida, ou demonsgtrou muiita alegria ao ver a criança falar. Isso tudo é muito importante!!! faça isso também, mas não só isso, ok?

É preciso expandir a conversa, somente repetir o que a criança diz não ensina novas palavras, não dá continuidade ao diálogo.
O diálogo é parte fundamental das interações sociais e comunicativas. Abrange o desenvolvimento de lingaugem, a construção de frases e o aumento de vocabulário.
A criança ainda fala pouco mas entende muita coisa, por isso os pais têm o papel de mostrar novas palavras que podem ser reproduzidas. Expanda o diálogo!

Aqui vão algumas dicas para expandir o diálogo:
Se a criança disse uma palavra é porque ela já sabe esta palavra. Não repita. Insira a palavra numa frase curta com alguma informação adicional. - Neném.
- É! O neném é da Ana.
... Diminua o número de perguntas do tipo "o que é isso?", quando criança já aprendeu a palavra. Comece a fazer perguntas simples usando a mesma palavra (que ela já sabe) ou dê comandos adicionando palavras novas (que ela deve apprender).
- Que bonito! Tira o neném da caixa!
...
Incentive o faz de conta, que é uma brincadeira que estimula linguagem e permite muito diálogo.
- Faça o neném dormir.
- Coloque o neném na cama.
...
Adicione palavras fáceis de repetir ou sons onomatopáicos.
- O neném ri. Hahaha
...
Trabalhe os turnos do diálogo (uma vez a criança e outra vc). Fale uma coisa de cada vez, permita respostas. Não dê várias informações ao mesmo tempo. A linguagem da criança está em construção e quando vc usa muitas palavras que a criança não conhece, a comunicação é rompida.
Se vc aumenta o que a criança compreende, vc dá muito mais possibilidades para que a criança se expresse.

A fala do bebê mês a mês:

4-6 semanas — Ele já reconhece sua voz. Responderá ao seu sorriso e conversas emitindo “gu” e esperará que você se manifeste. Mantenha o rosto próximo ao dele, para que possa vê-la; recompense seus sons com sorrisos e palavras.

4 meses — Seu bebê emite agora vários sons, incluindo gritos agudos e assopros. Ele se comunica com você por meio de risos. Portanto, ria e sorria muito enquanto conversa com ele.


6 meses — Existem vários sinais de que seu bebê está começando a entender o que você diz. Ele balbucia e emite sons. Cantando, repetindo rimas e falando ritmadamente, você o ajudará a entender a linguagem e estimulará sua fala precoce.

7 meses — Agora você será capaz de discernir sílabas claras nos sons emitidos pelo bebê, como “ba” ou “ca”. Provavelmente ele usará um som especial para chamar sua atenção, como uma tosse ou um grito agudo, e começará a fazer brincadeiras com a língua e os lábios.

8-9 meses — A série de sons está aumentando e o bebê adiciona as consoantes “t”, “d” e “v” ao seu repertório. Começa a imitar sons reais da fala e pode usar palavras com significado. Presta muita atenção às conversas dos adultos.

11 meses — Usa palavras com significado e pode entender algumas palavras simples, como banho, beber e jantar. Recompense-o por cada palavra nova e repita-a; ele dirá essa palavra muitas vezes quando sentir sua aprovação. Você é o primeiro modelo da fala correta de seu filho, portanto, fale clara e vagarosamente com ele.

15 meses — Seu bebê está gradualmente passando a usar o jargão próprio desta fase: uma corrente de sons com palavras estranhas, mas reconhecíveis, e com inflexões de uma conversa real. Isso é um sinal de que está começando a falar. Ele pode começar a usar algumas das suas frases favoritas, como “oh, querido”, em situações apropriadas.

18 meses — Será capaz de usar cerca de dez palavras com significado. Seu entendimento está crescendo o tempo todo e, se você pedir, pode apontar muitos objetos no seu livro de gravuras ou no ambiente ao seu redor.


Quando o desenvolvimento estiver muito fora destes padrões(do quadro acima), é necessária uma avaliação e estimulação fonoaudiológica. Além de consultar outros especialistas para averiguar possíveis comprometimentos auditivos, metabólicos, intelectuais ou neurológicos.
Leia Mais ►

Vem comigo!

A Divulgação da Fonoaudiologia!

AVISO

Este Blog é uma central de compartilhamento de informações, notícias, trabalhos científicos e arquivos. Sendo seu objetivo principal a interação entre fonoaudiólogos ou estudantes de fonoaudiologia e áreas correlacionadas, sendo assim sua participação é sempre de extrema importância. Além das informações e orientações sobre Fonoaudiologia e áreas correlacionadas, estarão disponíveis materiais terapêuticos, sendo que as autorias sempre serão respeitadas. O fornecimento dos Download visa suprir a dificuldade de acesso e aquisição de materiais em nossas áreas de atuação, porem jamais fazendo apologia a pirataria. Assim deixo um pedido: Caso possam adquirir as obras nas livrarias, compre-as, contribuindo assim com os autores e com o movimento da máquina científica. As publicações de minha autoria que estão sendo disponibilizadas podem ser utilizadas de forma livre pelos visitantes, peço apenas que divulguem a fonte e autoria do material.
“As informações e sugestões contidas neste site têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e o acompanhamento ao Odontopediatra, Ortopedia Funcional dos Maxilares, Ortodontia,Fonoaudiologia, Nutrição, Psicologia, Pediatria e outros especialistas”