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Manual para cuidadores de idosos!!! Para baixar!

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Mediação em idosos com dificuldade de deglutição


Por meio de exercícios fonoaudiológicos que eles melhoram


A deglutição permanece segura nos idosos sadios. O fato de lentificar a deglutição pode permitir um tempo para adquirir geração de pressão adequada, o que significa que os idosos podem e devem se esforçar para produzir pressões de deglutição adequadas, por meio de exercícios fonoaudiológicos. As doenças relacionadas com a idade expõem os pacientes a um maior risco de disfagia comprometendo consequentemente seu estado geral.

Exames complementares

Indicação: avaliação clínica prévia; pacientes com desordem da deglutição com risco de broncoaspiração; obter excelência no diagnóstico da alteração da deglutição e sua etiologia; definição conduta;

Contra-indicações: Segurança na deglutição / julgamento clínico; Sinais clínicos de aspiração; Comprometimento respiratório grave; Rebaixamento cognitivo; Instabilidade clínica importante
Metodologia da videofluoroscopia da deglutição orofaríngea

-Testar diferentes consistências e quantidades de alimento no plano lateral e ântero-posterior;
-Deglutição de bário: 4 consistências
Volume testado: 5, 10, 20 ml, 200ml
-Visão Ântero-posterior - Esculpar pulmão e deglutição de bário puro
-Visão Lateral
-Sólido com bário
-Pastoso grosso
-200 ml bário puro
-líquido (água + bário)
-Visão oblíqua: Estudo do esôfago; Radiologista (Fase esofágica)
-Avaliação funcional da deglutição;
-Detectar a disfagia, a sua etiologia e a penetração e/ou aspiração;
-Permitir a visualização de todas as fases da deglutição;
-Testar a efetividade das manobras terapêuticas e técnicas posturais;
-Evoluir o estado nutricional do paciente;
-Definir a melhor consistência e volume de alimento via oral;

Vantagens:


- Detecção de alterações funcionais;
- Definição de posturas compensatórias e manobras;
-Qualquer faixa etária.

Desvantagens:


-Uso do contraste;
-Não avalia anormalidades estruturais;
-Método caro e pouco disponível.

Fibronasolaringoscopia da deglutição


-Avaliação estrutural
-Não é possível quantificar penetração ou aspiração
-Black out deglutição
-Testar a efetividade das manobras e das posturas

- Definição de condutas


-Avaliação estrutural (cavidade nasal, E.V.F., faringe, laringe)
-Avaliação funcional: Fibroscópio na nasofaringe

Voz: Emissão de vogal sustentada (Coaptação glótica, movimento muco ondulatório)

Deglutição: Testar 3 consistências + corante (Perda prematura do bolo, aspiração ou penetração, estase em recessos faríngeos e sensibilidade laríngea)

Vantagens
-Detecção de alterações estruturais
-Avaliação da sensibilidade laríngea
-Avaliação no leito/consultório
-Ausência da radiação e de contraste
-Menor custo

Desvantagens
-Avaliação parcial da deglutição
-Cooperação do paciente
-Audição/equilíbrio


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 900 cursos online com certificado 
http://www.portaleducacao.com.br/fonoaudiologia/artigos/40781/medicacao-em-idosos-com-desordem-da-degluticao?utm_source=ALLINMAIL&utm_medium=email&utm_content=51249570&utm_campaign=Top%2010%20-%20067%20-%20Fonoaudiologia&utm_term=y.jm.lt92.yu82bo.f.we.a9mbv.z.w.yy.rmbh.v.gb#ixzz2RQgNId4o
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Atividades para adultos Afásicos

Toda reeducação da linguagem recorre a meios pedagógicos e métodos de aprendizagem próprios à aquisição de uma língua: estes meios e métodos devem ser adaptados aos distúrbios afásicos propriamente ditos, e ao paciente. A discussão dos exercícios construídos a partir destes meios e métodos constitui o objeto de amenizar os sintomas da patologia. Para isso precisamos de um repertório de exercícios, modelos que podemos criar e ser adaptados a uma dada situação patológica.

Além disso, na reeducação, devemos considerar os vínculos que unem o paciente, as características de sua afasia (de caso para caso e no mesmo paciente) e o repertório dos exercícios – compreender o afásico para adaptar os exercícios em função da recuperação dos distúrbios e para utilizá-la melhor forma a personalidade do indivíduo, nenhum caso é exatamente igual ao outro.
A reeducação deve ser vivenciada e repensada em função do paciente. Deve-se considerar também a modéstia dos resultados obtidos pela reeducação.

A Intervenção: Exame, Diagnóstico e conduta

O exame neurológico aprofundado sempre procede à própria intervenção, complementado com uma investigação psicológica. Havendo também uma correlação entre as possibilidades de recuperação da linguagem e o nível operatório. Na medida do possível, as capacidades intelectuais devem ser avaliadas.

Uma síntese confrontando os resultados do exame neurológico, as conclusões dos psicólogos e os resultados fonoaudiólogos, num trabalho de equipe, chega-se a um diagnóstico e a uma conduta no que se refere a uma eventual aceitação do caso. Deste modo, tem-se um prontuário completo no qual serão registrados os diferentes elementos obtidos antes da reeducação. Este prontuário será complementado por controles regulares durante o tratamento.

Fatores associados à linguagem propriamente dita, devem ser levadas em conta: sinais neurológicos, apraxias, agnosias, comprometimento psicológico, nível intelectual, contexto sociocultural, meio familiar, profissão anterior, idade e sexo do paciente.

Estes elementos, provenientes de uma análise minuciosa, levam também em certos casos, a se renunciar a realização de uma reeducação ou adiá-la.
Afasia total (até dois exames), se coincidirem, não poderá se considerar a possibilidade da reeducação.
Comprometimento mais Difuso: presença de sinais na área pré-frontal (reflexo tátil proprosceptivo, reflexo oral). Quando comprometer todas as modalidades da linguagem.

Agnosia Auditiva – perdem o controle auditivo de sua própria emissão verbal, como também são incapazes de diferenciar os sons da linguagem que eles ouvem. Entretanto, pode regredir num período mais ou menos longo.

Intervenção: Correspondência visuográfica por meio dos exercícios de percepção aos símbolos gráficos e gestuais correspondentes aos sons emitidos.
Afasias pós-traumáticas: exigem um tempo de latência mais ou menos longa, durante o qual o paciente será revisto para se acompanhar a sua evolução. Observa-se uma regressão espontânea, pelo menos parcial, à medida que o paciente emerge do coma ou de um período de confusão mais ou menos grave.

Esperar o momento oportuno para que os exercícios sejam feitos.
Reeducação:os afásicos “souberam falar” Como?
Objetivo: Restituir ao “paciente”, através da arte, o gosto pela aprendizagem escolar. Para isto devemos saber, tanto renunciar ao perfeccionismo, como enriquecer nossa própria linguagem para nos situarmos no mesmo nível que nossos pacientes e variar cada uma de nossa reeducação em função das necessidades e hábitos socioculturais dos pacientes.

Materiais utilizados: Vocabulário e Imagens
  • Palavras cruzadas, exercícios de percepção visual, imagens de catálogos, calendários, anúncios publicitários, caderno de exercícios mimeografados (dos mais simples aos mais complicados)
  • Exercícios modelos;

Métodos audiovisuais: projetos de imagens que possam permanecer diante dos olhos do ou dos pacientes, tempo suficiente para serem aprendidos. O texto deve ser relido duas ou três vezes, lentamente, e repetido. Parando-se numa determinada imagem, são feitas numerosas perguntas e desenvolve-se o vocabulário.

Afasia de Broca (Expressão)
Distúrbios de articulação a base de uma apraxia bucolinguofacial;
Redução da linguagem

Reeducação

1º) Linguagem:

- O esboço oral de letras do alfabeto - em silêncio ou vocalizado -, não precisando necessariamente, seguir a ordem alfabética.
Ex. o reeducador de frente do paciente, esboça a articulação exagerada do som desejado - lábios bem contraídos para o “p”, boca amplamente aberta para o “a”, que ela mantém até que a imitação seja possível.

- O contexto: com ou sem esboço oral.
Desta forma, podem ser obtidas, essencialmente as palavras que se situam no fim da frase: “no lago”, passeamos de ______ (barco); no outono, as folhas ______ (caem); atenção, este cachorro é _____ (bravo).

- A palavra escrita: quando a leitura está relativamente bem conservada, este é um meio de facilitação freqüentemente eficaz – sem ou com esboço oral e do contexto – apresenta uma imagem de cachimbo, por exemplo, e verbaliza-se: “ele fuma _______, esboçando-se o "C” e apresentando ao mesmo tempo a palavra escrita:

2º) Articulação:

Diante de um espelho e de maneira exagerada:
 
Bochechos: Inflar e murchar as bochechas
Boca: Abrir e fechar a boca (tempo).
 
Lábios:
  • Esticar os lábios e contraí-los (pronúncia do I e U)
  • Colocar os lábios para dentro
  • Morder ligeiramente o lábio inferior.

Língua:
  • Língua para fora e para dentro (lento e depois mais rápido)
  • Colocá-la alternadamente no lábio superior e depois no inferior
  • Nos dentes superiores apoiando-a fortemente (frente)
  • Nos dentes inferiores.

Respiração:
  • Inspirar pelo nariz e expirar pela boca (ao contrário...)
  • Assoprar suavemente uma vela, deslocando a chama sem apagá-la, o máximo de tempo que puder;
  • Agora assopre o mais forte que puder apagando a vela de uma só vez.

Ruídos:
  • Estalar a língua
  • Chamar um gato
  • Ruído de um beijo

Alternando: T - estalar a língua

Mímica: Expressões faciais
  • Raiva
  • Espanto
  • Alegria
  • Ameaça

Voz: Pronunciar uma vogal, uma sílaba, durante o maior tempo possível, emitindo-a no mesmo tom:
a)Emitir a vogal – à sua escolha - numa altura média;

b)Aumentando e diminuindo (crescendo – diminuindo);
flecha

c) Passando de uma 1ª vogal para uma 2ª e para uma 3ª numa só emissão de voz cantante – escolha as vogais, invente o som e o ritmo:

aeiou
Io canto
Io canto
Io canto
Io canto

A  O   I    E    É    (É)  |  U    à   ON     EM    UM  (crie outros exemplos).
 

Considerações Finais

Deve ficar claro que qualquer perfeccionismo precisa ser evitado. O objetivo é restabelecer uma comunicação verbal suficiente para que o afásico se faça compreender:
-Não acumular dificuldades, mas reduzi-la na medida do possível, (cada caso é um caso).

Deve levar-se em conta:
  • As dificuldades que o paciente experimenta para vencer seu distúrbio (diversificação de exercícios);
  • Sua motivação para o trabalho de reeducação (alguns são resistentes a exercícios articulatórios).
  • As reações de seu meio próximo e mais amplo (consegue fazer-se compreendido em casa, na loja, no restaurante, no correio, pelo fone...)

Se a comunicação estiver assegurada, os exercícios articulatórios propriamente ditos serão abandonados em proveito dos exercícios que visam a enriquecer a linguagem, quando se continuará a trabalhar a articulação.
Todavia, quando esta estiver atingindo um nível satisfatório, ainda será útil, e até indispensável, trabalhar a prosódia (articulação, expressão fácil, emoção).

Exercícios:

Executados de maneira relaxada (música de fundo).
  • Obter-se sem relaxamento do aparelho bucofonatório.
  • Exagerar a “canção da linguagem”, emitindo a frase em curtas sentenças – numa só emissão de voz, que serão ditas muito suavemente, de modo a dar à voz seu registro normal e a obter uma elocução verbal menos tensa e menos entrecortada do que a geralmente observada nos distúrbio de articulação.
Servir-se de um pequeno poema, onde os versos já estão divididos em sentenças indicados, por meio de uma curva sinusóide, as modulações da voz.
Exemplo (foram usadas algumas palavras - as coloridas - do domínio da criança):

Poema

meninaA menina bonita,
De olhar sereno,
Vê pela janela
passarinhos voando...
A beleza das matas e
o azul celeste:
Trazem encantamento
aos seus olhos verdes.
(Autora: Maria Carvalho - 28/09/2004)


- Ler um diálogo, acentuando-se a prosódia das perguntas e respostas.
- Recorrer ao gravador, registrando a velocidade adquirida pelo paciente num pequeno texto que ele ouvirá novamente em casa e relerá, em seguida, com a melhor prosódia possível.


http://www.psicopedagoga.org/index.php?option=com_content&view=article&id=71:atividades-para-afasicos-adultos&catid=14:entrevistas
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Portaria do Ministério da Saúde insere o Fonoaudiólogo no tratamento do AVC

Atendimento aos pacientes com AVC

O Ministério da Saúde (MS) publicou a portaria 665/2012 que regulamenta os critérios de habilitação dos estabelecimentos hospitalares como Centro de Atendimento de Urgência aos Pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com o Art. 6º da Portaria, serão habilitados como Centros de Atendimento de Urgência Tipo II e III os estabelecimentos hospitalares que desempenham o papel de referência para atendimento aos pacientes com AVC e realizem atendimento de forma multiprofissional, com a inclusão de fisioterapia e fonoaudiologia. No tipo II,  deve haver o suporte diário de fonoaudiólogo, e no tipo III, um fonoaudiólogo para cada dez leitos, seis horas por dia.
A alta prevalência do AVC e sua importância como causa de morbidade e mortalidade no Brasil, bem como a necessidade de organização e implementação das Redes de Atenção à Saúde no território nacional estão entre as justificativas apresentadas para elaboração do documento.
“A Fonoaudiologia segue, felizmente, em frente. Consolidando campos de prática, ampliando mercado de trabalho e deixando de ser privilégio das classes economicamente favorecidas”, comemorou a professora Ana Caline Nóbrega, do Núcleo de MO e Disfagia do Departamento de Fonoaudiologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). 


Fonte: Assessoria de Comunicação do CREFONO4.
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Dez dicas para lidar com idosos com Alzheimer

10 dicas para lidar com idosos com Alzheimer
10 dicas para lidar com idosos com Alzheimer

O passado no presente: A maior parte dos doentes com Alzheimer passa a viver no passado, ou seja, a sua memória de longa duração substitui a memória de curto prazo. Isto significa que, embora possam lembrar-se nitidamente do que aconteceu há 30 anos atrás, não se conseguem recordar daquilo que almoçaram há 2 horas atrás. Como contornar esta situação? Não contornando, ou seja, deve-se aproveitar para conversar com o idoso sempre que ele quiser, sobre aquilo que ele quiser.

Curto e simples:
Quando comunicar com um idoso que sofre de perda de memória, faça-o com frases curtas e simples, ou seja, de muito fácil compreensão. Utilize um vocabulário direto, evitando expressões e eufemismos que podem apenas confundir o idoso. Para além disso, faça apenas uma pergunta ou solicitação de cada vez.
Tempo de resposta:
Mesmo com uma comunicação simples, direta e curta, quem vive com a perda de memória necessita de tempo para responder àquilo que lhe foi perguntado ou pedido. Dê ao idoso todo o tempo que precisar para pensar no que lhe foi dito e formular a sua resposta, sem o apressar ou interromper o seu raciocínio. Se vir que pode ser útil, repita o pedido ou a questão.
Repetições, repetições, repetições:
A comunicação com um idoso com perda de memória vai certamente estar recheada de frases e perguntas repetidas. Embora possa ser frustrante para quem está a ouvir, em vez de dizer “ainda agora acabei de te dizer”, tenha paciência e volte a repetir a resposta ou a pergunta, de preferência igual ou muito parecido com a resposta anterior, para evitar confundir o idoso.
Outras formas de comunicação:
Infelizmente, a perda de memória pode afetar a comunicação verbal de um idoso, que pode ter dificuldade em expressar os seus pensamentos ou formular frases completas e coerentes – algumas pessoas até deixam de falar. Se a fala representa um obstáculo na comunicação com um idoso com perda de memória, mune-se de outras formas de comunicar: esteja atento à linguagem corporal e às expressões faciais, tanto do idoso como as suas – evite movimentos bruscos e revirar os olhos, por exemplo. Por vezes, apontar para algum objeto pode facilitar a comunicação, por isso, peça ao idoso para fazer o mesmo quando estiver com dificuldades em transmitir alguma ideia.
Erros e desentendimentos:
Quem sofre de perda de memória nem sempre encontra as palavras certas para comunicar o que pretende, podendo substitui-las por outras que nada têm a ver com o assunto em questão. Esteja sempre muito atento ao desenrolar de qualquer conversa, procurando entender, mesmo por meias palavras, aquilo que o idoso está a tentar comunicar. Recorra a outras formas de comunicação – caso da gestual – se for necessário, mas evite chamar a atenção do idoso ou rir-se dele porque utilizou a palavra errada ou trocou o sentido a uma frase. Fazer isso pode levar a sentimentos de frustração, raiva, tristeza, falta de confiança e dignidade. O que importa é o significado daquilo que está a ser dito e não a forma como é dito: focalize-se nisso.
Mimos e carinhos:
A perda de memória não significa a perda de emoção, por isso, mime o idoso com carinhos especiais. O esquecimento e a dificuldade em comunicar pode frustrar o idoso, levando-o à depressão e ao isolamento, o que significa que precisa, mais do que nunca, do sentimento de pertença e de segurança. Faça-lhe companhia numa das suas atividades preferidas, segure-lhe na mão, faça-lhe uma carícia no rosto ou dê-lhe um abraço forte – são gestos tão ou mais poderosos do que as palavras.
Vigilância atenta:
Cerca de 60% dos doentes com Alzheimer acabam por se perder, vagueando sem sentido e sem conseguir voltar ao seu ponto de partida, devido à perda de memória. Para evitar situações como esta, assegure que não deixa as portas e/ou janelas da casa abertas; se tem receio que o idoso possa vaguear, não lhe peça para ir buscar o correio ou levar o lixo sozinho; não deixe o idoso conduzir ou andar de transportes públicos sozinho.
Personalidade própria:
Apesar da perda de memória, o idoso continua, no fundo, a ser a mesma pessoa, com os mesmos gostos. Só porque a sua memória já não é o que era, não significa que não possa desfrutar de atividades e momentos de lazer que sempre apreciou. Você, melhor do que ninguém, conhece essa pessoa, por isso, faça por honrar a sua personalidade: se o idoso gosta de passear, acompanhe-o; se gosta particularmente de determinado programa televisivo, faça questão de ligar a TV na hora da sua emissão.
Paciência e disponibilidade:
Se cuidar de um idoso já é exigente, lidar de perto com um idoso que sofre de perda de memória pode ser um desafio ainda maior. Depois de uma vida longa e preenchida, a terceira idade, com todos os seus obstáculos, pode ser fonte de depressão e desânimo para muitos idosos, os quais contam com os seus familiares e amigos diretos para os acompanhar nos últimos anos de vida. Esse acompanhamento requer, acima de tudo, disponibilidade e paciência, duas preciosidades para quem luta contra a velhice e as suas vicissitudes. Nunca é demais lembrar que, para conseguir isso com sucesso e saúde, quem cuida de alguém também tem de cuidar de si. 



- jornalismo@cuidardeidosos.com.br
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Deglutição e Envelhecimento



Existem várias mudanças fisiológicas do sistema digestivo associadas ao envelhecimento que podem
escompensar o mecanismo da deglutição e muitas vezes afetar diretamente o estado nutricional
ou pulmonar do idoso.

Durante o processo de envelhecimento além das modificações das estruturas orais existe também
a perda das papilas gustativas e a diminuição da percepção olfativa, trazendo implicações para ingestão de
alimentos, uma vez que o paladar é função conjunta entre as sensações gustativa e olfativa. Além disso,
as modificações do próprio padrão mastigatório, prótese mal adaptada, redução do volume salivar devido
às medicações e doenças associadas (vasculares, degenerativas, metabólicas), diminuição da propulsão
e pressão da língua,  diminuição dos reflexos protetivos, aumento da incidência de refluxo
gastroesofágico e denervação senil do esôfago pode tornar a disfagia mais grave.

Em função das mudanças estruturais e funcionais do processo de deglutição os hábitos alimentares
podem ser modificados ao decorrer dos anos.

Atuação Fonoaudiológica
A atuação fonoaudiológica nas disfagias tem como objetivo identificar, por meio da história do indivíduo e
da avaliação específica da deglutição, as informações que  auxiliarão o planejamento de adaptações e
condutas terapêuticas a serem utilizadas com o idoso disfágico. Alguns instrumentos realizados pelo
médico e fonoaudiólogo, como a videofluoroscopia (imagem dinâmica da deglutição)
e a videoendoscopia (exame com fibra óptica flexível introduzida pelo nariz) auxiliam no processo diagnóstico.

O processo terapêutico consiste no gerenciamento dos distúrbios da deglutição e da alimentação,
que podem ser realizados por meio de orientações, adaptações, reorganização dos hábitos alimentares do
idoso e na reabilitação garantindo assim uma alimentação segura e com boa qualidade.

O fonoaudiólogo juntamente com uma equipe interprofissional participará da decisão das condutas
alimentares como: tipo das vias alimentares, consistências dos alimentos, utensílios para alimentação,
posicionamento durante as refeições, o ambiente e a realização da higiene oral.

Vias alimentares: Os tipos de vias alimentares serão decididos conforme a necessidade, desempenho e segurança do idoso.
Os tipos de vias alimentares são: oral, enteral (nasogástrica, nasoenteral, gastrostomia, jejunostomia) e mista.

Consistências alimentares: variáveis de acordo com os serviços, porém de forma ampla,
podemos destacar dieta geral, pastosa (cremes e purês), líquida-pastosa (vitaminas, mingau e sucos espessados) e líquida (água, chás, sucos, café).

Utensílios para alimentação: facilitação da dinâmica e independência alimentar do idoso: prato fundo,
prato de sobremesa, colher e/ou garfo sobremesa, ingesta de líquido com canudo, colher ou copo rígido.

Posicionamento: A postura é funcional e segura para alimentação! Sentado com os pés apoiados, apoio
no pescoço, se deitado deixar posição de 90o ou 45o

Ambiente: Calmo, atento, confortável, sem interferências auditivas ou visuais, informar sobre os alimentos ingeridos.

Higiene oral: É importante manter uma rotina de escovação, realizando a higiene oral sempre após as refeições; escovar os dentes e retirar as próteses dentárias durante a escovação; limpeza da “gengiva”,
da língua, do assoalho da boca, do palato e das bochechas com uma gaze umedecida. Não usar pasta de dente em idosos que não conseguem cuspir.

Boca seca: Devido a ingesta de uma série de medicações, o idoso pode sentir a boca extremamente seca,
sendo o ideal ingerir muito líquido durante todo o dia, ou fazer uso de salivas artificiais

DICAS 

  • Solicite a concentração do idoso durante a alimentação; evite conversar muito durante a alimentação;
  •  Ofereça o alimento de forma tranqüila, sem pressa. Desligue TV e rádio;
  • O idoso deve estar sentado com a cabeça ereta, com os pés apoiados no chão e as mãos apoiadas nos braços da cadeira;
  •  Realize a higiene oral após as refeições;
  • Se a dentadura estiver solta, retire-a durante a alimentação e não ofereça alimentos que necessitem de muita mastigação (procure um dentista);
  • Espere o idoso engolir toda a comida antes de oferecer uma nova colherada;
  •  Durante a refeição, se você observar que após oferecer uma colher com alimento o idoso não engolir,  ofereça uma colher vazia para estimular a deglutição dos alimentos;
  • Observe as tosses e engasgos durante e após a alimentação;
    •  Observe também se o idoso está perdendo peso.

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    O que é o Azheimer e a relação com a família?



    Amor e dedicação são pontos fundamentais ao tratamento da Doença

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    Cérebro 'começa a declinar aos 45 anos', diz estudo


    Um estudo realizado pela University College de Londres (UCL) indicou que as funções do cérebro podem começar a se deteriorar já aos 45 anos de idade.
    Entre mulheres e homens com idades entre 45 e 49 anos, os cientistas perceberam um declínio no raciocínio mental de 3,6%.
    As conclusões contradizem pesquisas anteriores sugerindo que o declínio cognitivo só começaria depois dos 60.
    O estudo, publicado na revista científica British Medical Journal, foi conduzido ao longo de dez anos, entre 1997 e 2007.
    Os cientistas avaliaram a memória, o vocabulário e as habilidades cognitivas – de percepção ou de compreensão – de quase 5,2 mil homens e 2,2 mil mulheres entre 45 e 70 anos, todos, funcionários públicos britânicos.
    Os resultados demonstraram uma piora em memória e cognição visual e auditiva, mas não em vocabulário – com um declínio mais acentuado nas pessoas mais velhas.
    Entre os indivíduos entre 65 e 70 anos, eles perceberam um declínio mental foi de 9,6% entre homens e 7,4% entre mulheres da mesma idade.
    Para os cientistas, isso quer dizer que a demência não é um problema exclusivo da velhice, e sim um processo que se desenrola ao longo de duas ou três décadas.
    "É importante identificar os riscos cedo. Se a doença começou em um indivíduo nos seus 50 que só começa a ser tratado nos 60, como fazemos para separar causa e efeito?", questiona o professor Archana Singh-Manoux, do Centro de Pesquisas em Epidemiologia e Saúde da População, na França, que conduziu a pesquisa na instituição londrina.
    "O que precisamos agora é analisar aqueles que experimentam um declínio cognitivo mais rápido que a média e saber como parar o declínio. Algum nível de prevenção definitivamente é possível", afirma.

    Crise de meia-idade

    Singh-Manoux argumenta que as taxas de demência devem aumentar na sociedade na medida em que as funções cognitivas estão conectadas a hábitos e estilo de vida, através de fatores como o fumo o nível de exercício físico.
    Para a Sociedade contra o Alzheimer, uma organização de pesquisa e lobby no combate à demência, o estudo mostra a necessidade de mais conhecimento das mudanças no cérebro que sinalizam o problema.
    "O estudo não diz se qualquer dessas pessoas chegou a desenvolver demência, nem quão viável seria para o seu médico detectar essas primeiras mudanças", afirmou a gerente de Pesquisas da Alzheimer Society, Anne Corbett.
    "São necessários mais estudos para estabelecer as mudanças mensuráveis no cérebro que possam nos ajudar a melhorar o diagnóstico da demência."
    O diretor de Pesquisas na organização, Simon Ridley, reforçou a necessidade de conscientizar a população sobre os benefícios de ter hábitos saudáveis.
    "Embora não tenhamos uma maneira infalível de prevenir a demência, sabemos que mudanças simples de hábitos – adotar uma dieta saudável, não fumar, manter o colesterol e a pressão do sangue sob controle – reduzem o risco de demência", afirmou.
    "Pesquisas anteriores indicaram que a saúde na meia-idade afeta o risco de demência durante o envelhecimento, e estas conclusões nos dão mais razões para cumprir as resoluções de Ano Novo."

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/01/120106_demencia_estudo_pu.shtml
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    Fonoaudiologia X Afasia (Perda da fala)

    Dicas fonoaudiológicas:



    Perez-Ramos (1996) acredita que é necessária a participação do fonoaudiólogo como formador da equipe intermultidisciplinar, no sentido deste está somando melhorias para o atendimento precoce do afásico. E ao analisar esta importância, inclui-se as seguintes contribuições para esta prática:

    a) Comunicação é importante para o paciente, e, embora ele não possa falar, deve manter sua vida social. Converse com ele naturalmente. Encoraje – o a responder, se possível, e quanto ele puder. Isto pode prevenir tendência natural de se tornar cada vez mais deprimido. Estimulação direta e tentativas contínuas de comunicação são extremamente importantes para o paciente; 

    b) Faça perguntas diretas que requerem um simples "sim" ou " não" como resposta, em vez daquelas que requerem respostas complexas;
    c) Não confunda o paciente com muita conversa inútil ou muita gente falando ao mesmo tempo;
    d) Não responda pelo paciente se ele é capaz de fazê-lo sozinho. Inclua o paciente em conversas sociais;
    e) Utilizar atividades de rotina para o treino de fala. A hora de vestir-se e de refeições são boas opornidades para encorajar tentativas de fala. Deixe o paciente pedir o que quer. Se ele não consegue diga-lhe a palavra. Ele pode dizer uma palavra corretamente, algumas vezes, e em outras ocasiões, não conseguir emitir esta mesma palavra. Este é um comportamento típico do paciente afásico.

    Sugestões gerais para atividade de vida diária, de acordo com o mesmo autor:



    a) Não super-proteja o paciente. Deixe-o fazer o que pode. Ajude-o a adquirir um sentimento de independência;
    b) Enfatize as habilidades do paciente, não sua incapacidade, tanto nas áreas de linguagem como físicas. Encoraje o uso do braço não paralisado para escrever, comer e trabalhar;
    c) Tente manter uma rotina diária bem planejada. Isto dará ao paciente algo a antecipar e fará com que ele se sinta mais seguro.
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    O que esperar depois do tratamento da VPPB?



    Ás vezes o motivo pelo qual as pessoas se sentem tontas ou como se estivessem 
    girando, é a presença de pequenos cristais que temos dentro da orelha interna que 
    caem em uma parte desta da qual eles não pertencem. Se esta é a razão pela qual 
    você está se sentindo tonto, o Fonoaudiólogo pode realizar algumas “manobras de 
    reposição canalítica” – as quais envolvem girar sua cabeça em algumas direções 
    enquanto você estiver deitado – para  poder colocar os cristais aonde eles 
    pertencem. Geralmente apenas uma manobra é necessária. Algumas vezes a 
    manobra é realizada mais de uma vez ou até mesmo diversas vezes para obter 
    melhores resultados. Existem situações em que os cristais ficam “presos” e não 
    voltam para o lugar que eles pertencem na mesma velocidade com que eles 
    deveriam. Se este for o caso, o Fisioterapeuta pode usar um aparelho que produz 
    vibração durante as manobras de reposicionamento para tentar soltar estes cristais 
    que estavam presos e fazer com que eles se movimentem. 


    COMO VOU SABER SE O TRATAMENTO ESTÁ FUNCIONANDO?



    Você irá saber que o tratamento está funcionando simplesmente porque os 
    movimentos que antes faziam com que você se sentisse tonto(a) serão melhor 
    tolerados. Se após alguns dias você continuar com tonturas ou sentir que está 
    girando, então o Fonoaudiólogo irá decidir se realizará as manobras novamente. 
    Pesquisas mostram que manobras de reposição canalítica são eficazes em 80-90% 
    dos casos. Depois das manobras você pode se  sentir enjoado(a), tonto(a) ou se 
    sentir mais desequilibrado(a) que antes. Estes sintomas podem durar por horas. No 
    dia das manobras evite atividades de risco, isto é, aquelas que coloquem você em 
    risco de cair. Seu Fonoaudiólogo eventualmente poderá lhe prescrever alguns 
    exercícios para realizar em casa para melhorar seu equilíbrio e a tontura que pode 
    permanecer. 


    O QUE MAIS DEVO FAZER APÓS O TRATAMENTO?



    Por muitas horas você não poderá mover sua cabeça rapidamente ou movimentá-la 
    para cima (ex: olhar para o céu) ou movimentá-la para baixo (ex: olhar para seus 
    sapatos, pegar algo do chão). Você pode dormir em qualquer posição que escolher 
    neste dia. No dia seguinte você DEVE continuar com suas atividades normalmente 
    e movimentar sua cabeça normalmente dentro do possível. Isto fará com que você 
    se recupere mais rápido e até lá, girar a cabeça não vai fazer com que o problema 
    volte.


    A TONTURA PODE VOLTAR?



    Nos três primeiros anos após o tratamento, os sintomas retornam em 30% das 
    pessoas que tiveram VPPB. Se isto acontecer, você deve contatar o Fonoaudiólogo. 
    Se ele(a) achar que os cristais saíram fora do lugar, talvez eles realizem as 
    manobras novamente. Pesquisas mostram que o melhor tratamento são as 
    manobras, e elas podem ser funcionar diversas vezes, algumas vezes mais rápido, 
    outras mais devagar. Se a tontura voltar e os cristais estiverem em lugar diferente, 
    uma manobra diferente poderá ser realizada. Você NUNCA deve tentar colocar 
    seus cristais no lugar por si próprio, a não ser que o Fisioterapeuta decida que você 
    deva realizar sozinho e lhe mostre como realizar. Fazer as manobras sozinho pode 
    piorar seu estado. 
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    Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB). Porque foi acontecer comigo?



    Se você teve o diagnóstico de vertigem posicional paroxística benigna (VPPB) 
    você pode ter questões como: “Porque isto foi acontecer comigo?” ou “Posso 
    voltar a ter?”  
    VPPB é uma forma comum de tontura, afetando no mínimo 9 de 100 indivíduos da 
    terceira idade. Mas o que causa este problema? Como que estes cristais foram 
    parar dentro da minha orelha interna? 
    Uma camada de cristais de carbonato de cálcio é naturalmente localizada em uma 
    parte da orelha interna. A VPPB acontece quando parte destes materiais, ou 
    cristais de cálcio, se soltam e caem em outra área – dentro dos canais 
    semicirculares. Quando isto acontece, movimentos normais como ir de um lado 
    para o outro na cama, resultam em tontura ou vertigem. 
    Os cristais saem do lugar por diversas  razões. A VPPB pode ocorrer seguida de 
    uma infecção da orelha interna ou febre. Uma concussão, movimento de “chicote” 
    da cabeça ou uma pancada da cabeça, podem fazer com que os cristais saiam e 
    fiquem circulando livremente dentro dos canais semicirculares. A VPPB também 
    pode estar associada a outras doenças do labirinto como doença de Ménière e 
    migrânea. Outras vezes a causa é desconhecida e parece ser apenas processo 
    normal de envelhecimento. Vêm sendo sugerido que a VPPB pode acontecer em 
    diversos membros da mesma família. O importante é que, não importa a causa, a 
    VPPB é tratável.  
    Mesmo o tratamento da VPPB ser muito efetivo, pode haver recorrência em 
    aproximadamente 15 de 100 pessoas a cada ano. Algumas pessoas relatam que 
    conseguem predizer os sintomas, possivelmente com a mudança do tempo ou da 
    estação. Dentro de três anos, é estimado que 50% das pessoas experimentem os 
    sintomas da VPPB novamente. Se você teve um trauma na cabeça e isto causou a 
    sua VPPB, então a chance de retornar os sintomas é ainda maior. 
    Você pode prevenir a VPPB de acontecer de novo? Pelo fato de não sabermos ao 
    certo a causa da VPPB, não é possível saber como preveni-la. Freqüentemente as 
    pessoas perguntam se existe algum medicamento para a VPPB. Infelizmente não 
    existe nenhum medicamento que tenha provado benefício, pelo contrário, pode 
    causar mais problemas que benefícios. Então saiba que sua VPPB pode voltar, mas 
    saiba reconhecer os sintomas e seguir os passos adequados para se manter seguro e 
    encontrar ajuda para resolver o problema rapidamente. 

    Se o seu médico ou outro profissional da saúde tiver alguns questionamentos sobre 
    a VPPB, as melhores fontes que você  pode compartilhar com ele são os novos 
    guidelines que estão listados logo abaixo 1, 2: 
    1. Bhattacharyya N , Baugh RF, Orvidas L BD, Bronston LJ, Cass S,Chalian 
    AA,Desmond AL ,Earll JM , Fife TD, Fuller DC,Judge JO ,Mann NR ,Rosenfeld 
    RM ,Schuring LT, Steiner RW,Whitney SL ,Haidari J, 
    American Academy of Otolaryngology-Head and Neck Surgery Foundation ,. 
    Clinical practice guideline: benign paroxysmal positional vertigo. Otolaryngol 
    Head Neck Surg 2008;139:S47-81. 
    2. Fife TD, Iverson DJ, Lempert T, et al. Practice parameter: therapies for benign 
    paroxysmal positional vertigo (an evidence-based review): report of the Quality 
    Standards Subcommittee of the American Academy of Neurology. Neurology 
    2008;70:2067-74. 
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    Doença de Alzheimer e tratamento fisioterápico

    Entre as doenças que afetam o cérebro, o mal de Alzheimer é uma das mais cruéis. Ela se instala lentamente e mina a capacidade do indivíduo de se relacionar com o mundo exterior e consigo mesmo.
    A doença de Alzheimer é uma doença neuropsiquiátrica progressiva do envelhecimento encontradas em adultos de meia-idade e, particularmente, em mais velhos, que afeta a substância cerebral e é caracterizada pela perda inexorável da função cognitiva, bem como distúrbios afetivos e comportamentais. A principal causa de demência em adultos com mais de 60 anos, o mal de Alzheimer, é responsável por alterações de comportamento, de memória e de pensamento (1)
    A doença se caracteriza pela morte gradual de neurônios, as células nervosas do cérebro. As causas desse desastre são pouco conhecidas. Sabe-se que ele está relacionada a um acúmulo de duas proteínas, a beta-amilóide (2).
    Doença de Alzheimer
    A doença de Alzheimer caracteriza-se pela atrofia do córtex cerebral. O processo geralmente é difuso, mas pode ser mais grave nos lobos frontal, parietal e temporal. O grau de atrofia varia(3).
    O envelhecimento normal do cérebro também se acompanha de atrofia, há uma superposição no grau de atrofia do cérebro de pacientes idosos com Alzheimer e pessoas da mesma idade afetadas pela doença. Ao exame microscópio, há perda tanto de neurônio como de neurópilo no córtex e, ocasionalmente, se observa uma desmielinização secundária na substância branca subcortical. Com o uso da morfometria quantitativa, a maior perda é a de grandes neurônios corticais (4).
    Os achados mais característicos são placas senis e emaranhadas neurofibrilares argentofílicos. A placa senil é encontrada em todo o córtex e hipocampo e o número de placas por campo microscópio correlaciona-se com o grau de perda intelectual. Emaranhados neurofibrilares são estruturas fibrilares intracitoplasmáticas neuronais (5).
    A degeneração e a perda neuronal são gerais, embora especialmente acentuadas nas células piramidais do hipocampo e células piramidais grandes no córtex associativo. A degeneração aparece cedo no núcleo basal de Meynert e mais tarde nos lócus coeruleos. A patologia inclui a presença de desarranjos neurofibrilares, placas neuríticas e degeneração granulovacuolar. Os desarranjos são massas intraneurofibrilares de filamentos citoplásticos (4).
    Epidemiologia
    Nos EUA, a prevalência da doença de Alzheimer em pessoas de 65 anos de idade ou mais é estimada como sendo de 10,3 %, elevando-se para 47 % naquelas acima de 80 anos. Até 2,6 % das pessoas acima dos 65 anos vem apresentar a Doença de Alzheimer anualmente. A freqüência varia pouco por sexo ou grupo étnico(1).
    Etiologia
    Embora a causa da Doença de Alzheimer não tenha sido estabelecida, há fortes suspeitas de uma base genética. A concordância para Doença de Alzheimer em gêmeos homozigóticos é maior que em gêmeos dizigóticos (3).
    Agentes infecciosos e contaminantes ambientais, incluindo vírus lentos e metais (por exemplo o alumínio) são fatores etiológicos suspeitos. Os papéis destes fatores ainda não foram comprovados; no entanto, estes fatores ambientais estão sendo submetidos à investigação ativa. O envelhecimento normal está associado com decréscimo de alguns neurotransmissores, bem como com alguns dos achados neuropatológicos da doença. Portanto, surgiu a questão sobre se a doença seria devido a uma aceleração das alterações normais do envelhecimento (3)
    As lesões crânio encefálicas, baixos níveis de instrução e síndrome de Down em um parente em primeiro grau também se associa a maior risco de doença de Alzheimer (3).
    O quadro clínico da DA caracteriza-se por um declínio insidioso, progressivo da memória e de outras funções corticais como linguagem, conceito, julgamento, habilidades visuo-espaciais. Progressivamente instalam-se alterações intelectuais e de esfera afetiva, mas sobressaem os distúrbios de funções simbólicas: apraxias, agnosias (perda da capacidade de interpretar o que vê, ouve ou sente) e afasias. Pode ocorrer manifestação psicótica, como delírios e crises convulsivas (6). Apresentam geralmente delírios de infidelidade conjugal e roubos. Esses pacientes podem vagar, marchar, abrir e fechar gavetas rapidamente, bem como fazer as mesmas perguntas várias vezes. Anormalidades do ciclo sono-vigília podem tornar-se evidentes, como ficar acordado durante a noite, por pensar que ainda é dia claro (3). Alguns pacientes desenvolvem uma marcha arrastada, com rigidez muscular generalizada associada à lentidão e inadequação do movimento. Possuem com freqüência um aspecto parkinsoniano, mas raramente tem tremor em repouso rápido e rítmico. Podem evidenciar reflexos tendíneos hiperativos e reflexos de sucção e muxoxo. Abalos mioclônicos (contrações bruscas breves de vários músculos ou de todo o corpo) podem ocorrer espontaneamente ou em respostas a estímulos físicos ou auditivos (2)
    As perdas cognitivas aumentam e o indivíduo evolui até ficar totalmente dependente de outros para a execução de suas atividades mais básicas. Em estágios mais avançados passa a não se alimentar, engasgar-se com a comida e saliva, o vocabulário fica restrito a poucas palavras, perde a capacidade de sorrir, sustentar a cabeça, fica acamado e a morte sobrevém em conseqüência de complicações como pneumonia, desidratação ou sepse (6).
    A demência senil do tipo Alzheimer pode ainda ser subdividida de acordo com o estágio clínico, mas existe grande variabilidade e a evolução dos estágios freqüentemente não é tão ordenada como se poderia deduzir da descrição que vem  seguir:

    Estágio Inicial: perda da memória recente, incapacidade de aprender e reter informações novas, problemas de linguagem, labilidade de humor e, possivelmente, alterações de personalidade. Os pacientes podem apresentar dificuldade progressiva para desempenhar as atividades de vida diária. Irritabilidade, hostilidade e agitação podem ocorrer como resposta à perda de controle e de memória. O estágio inicial, no entanto, pode não comprometer a sociabilidade (7).
    Estágio Intermediário: completamente incapaz de aprender e lembrar de informações novas. Os pacientes se perdem constantemente, freqüentemente a ponto de conseguirem encontrar o seu próprio quarto ou banheiro. Embora continuem a deambular, estão em risco significativo de quedas ou acidentes secundários à confusão. O paciente pode precisar de assistência nas AVDs. A desorganização comportamental ocorre na forma de perambulação, agitação, hostilidade, falta de cooperação ou agressividade física. Neste estágio, o paciente já perdeu todo o senso de tempo e lugar (7)
    Estágio grave ou terminal: incapaz de andar, totalmente incontinente e incapaz de desempenhar qualquer AVD. Podem ser incapazes de deglutir e podem necessitar de alimentação por sonda nasogastrica. Estão em risco de pneumonia, desnutrição e necrose da pele por pressão (7).
    A evolução da doença é gradual, e não rápida ou fulminante; existe um declínio constante, embora os sintomas em alguns pacientes pareçam se estabilizar durante algum tempo. Não ocorrem sinais motores ou outros sinais neurológicos focais ate tardiamente na doença (1). A duração típica da doença é de 8 a 10 anos, mas a evolução varia de 1 a 25 anos. Por motivos desconhecidos, alguns pacientes com Alzheimer evidenciam um declínio gradual e lento da função, enquanto outros têm platôs prolongados sem deterioração importante (2). O estágio final da doença de Alzheimer é coma e morte. (1) 
    Dentre as principais características estão (7):
    Perda de memória: pode ter conseqüência na vida diária, de muitas maneiras, conduzindo a problemas de comunicação, riscos de segurança e problemas de comportamento.
    Memória episódica: é a memória que as pessoas têm de episódios da sua vida, passando do mais mundano ao mais pessoalmente significativo.
    Memória semântica: esta categoria abrange a memória do significado das palavras, como por exemplo, uma flor ou um cão.
    Memória de procedimento: esta é a memória de como conduzir os nossos atos quer física como mentalmente, por exemplo, como usar uma faca e um garfo, ou jogar xadrez.
    Apraxia: é o termo usado para descreve a incapacidade para efetuar movimentos voluntários e propositados, apesar do fato da força muscular, da sensibilidade e da coordenação estarem intactas. 
    Afasia: é o termo utilizado para descrever a dificuldade ou perda de capacidade para falar, ou compreender a linguagem falada, escrita ou gestual, em resultado de uma lesão do respectivo centro nervoso.
    Agnosia: é o termo utilizado para descrever a perda de capacidade para reconhecer o que são os objetos, e para que servem.
    Comunicação: As pessoas com doença de Alzheimer tem dificuldades na emissão e na compreensão da linguagem, o que, por sua vez, leva a outros problemas.
    Mudança de personalidade: uma pessoa que tenha sido sempre calma, educada e afável pode comportar-se de uma forma agressiva e doentia. São comuns as mudanças bruscas e freqüentes de humor.
    Mudanças físicas: a perda de peso pode ocorrer, redução de massa muscular, escaras de decúbito, infecções, pneumonia.
    A evolução é progressiva, inevitavelmente em incapacidade completa e morte. Ás vezes há estabilizações, durante as quais o distúrbio cognitivo permanece inalterado por um ou dois anos, mas depois a progressão é retomada. A duração é geralmente entre 4 a 10 anos, com extremos de menos de 1 ano e a mais de 20 anos (8).
    Tratamento
    Por enquanto, não existe tratamento preventivo ou curativo para a doença de Alzheimer. Existe uma série de medicamentos que ajudam a aliviar alguns sintomas, tais como agitação, ansiedade, depressão, confusão e insônia. Infelizmente, estes medicamentos são apenas eficazes para um número limitado de doentes, apenas por um breve período de tempo e podem causar efeitos secundários indesejados. Por isso, aconselha-se geralmente a evitar a medicação, a menos que seja realmente necessária (7).
    Descobriu-se que os doentes que têm a doença de Alzheimer têm níveis reduzidos de acetilcolina, um neurotransmissor (substância química responsável pela transmissão de mensagens de uma célula para outra) que intervém nos processos da memória (9).
    Foram introduzidos, em alguns países, determinados medicamentos que inibem a enzima responsável pela destruição da acetilcolina. (4).
    Os resultados no tratamento da doença são difíceis e frustrantes, pois não há medidas específicas e a ênfase primária é o alívio em longo prazo dos problemas comportamentais e neurológicos associados (2)
    O tratamento é multimodal, desenvolvido e modificado com a progressão da doença, podendo ser obtido através da intervenção farmacológica (visando à fisiopatologia e sintomas da doença como ilusões e distúrbios do sono) e da intervenção comportamentais (melhora sintomas específicos bem como as AVDs). Atualmente os agentes farmacológicos empregados no tratamento visam inibir a acetilcolinesterase para aumentar os níveis de acetilcolina diminuídos no cérebro dos pacientes com Alzheimer. Os inibidores utilizados atualmente (utilizados apenas em doenças com déficit colinérgico como Alzheimer) são: Tacrina (melhora apatia e ansiedade), Donepezil (1).
    Fisioterapia
    Designa a habilitar o indivíduo comprometido funcionalmente, a novamente desempenhar suas AVDs, da melhor maneira e pelo menor tempo possível, com mais autonomia. Os principais aspectos da assistência são preventivos, elaborados para manter o indivíduo mais ativo e independente possível. No maior grau que for possível, a atividade deve ser encorajada para manter a força, ADM e estado de alerta (9).
    Promover somente a ajuda que é absolutamente necessária, com os pacientes continuando a realizar sozinhos máximo de AVDs possível; o paciente precisa ser capaz de lembrar o comando, identificar o objeto (exemplo, escova de dente), e realizar a ação motora (8).
    O processo de reabilitação também inclui a realização de modificações ambientais necessárias para segurança do paciente e de modo que esse possa viver em um ambiente o mais aberto possível (8). Quedas podem ser devido a riscos ambientais o mais (iluminação inadequada, pisos escorregadios, tapetes soltos, etc). Tais riscos devem ser evitados. Os ambientes devem manter um apresentação familiar (não mudar a disposição da mobília desnecessariamente) e barras presas na parede e corrimãos devem ser instalados nos locais necessários (10)
    As técnicas de fisioterapia serão as mesmas que usamos nas pessoas de terceira idade que não apresentam demência, mas a maneira de aborda-las exige habilidade especial. O paciente pode não aparecer interessado em saber como a falta de flexibilidade articular, a fraqueza muscular ou o edema poderão afeta-lo; não tem condições de entender a relação que existe. O preparo antecipado dos planos de terapêutica  impede que o fisioterapeuta pareça indeciso. O preparo de explicações claras e simples darão melhores resultados. A instrução deverá ser repetida da mesma forma; o emprego das palavras diferentes poderá confundir o paciente. Não é aconselhável entrar em conversas desnecessárias, pois podem desnorteá-lo mais ainda.Lançar mãos de gestos e sinais físicos para esclarecer e reforçar as instruções exigentes (9)
    São comuns as alterações de sensibilidade, por isso evitar atração, a eletroterapia e os equipamentos que exigem colaboração de participação subjetiva. O calor somente deve ser usado naqueles capazes de reconhecer e dizer quanto é demasiado quente (9)
    O estabelecimento de metas realizáveis no tocante à mobilidade é muito útil. Mesmo as realizações mais modestas merecem ser recompensadas por parabéns e pelo interesse que o fisioterapeuta demonstra pela pessoa (9).
    A meta de reabilitação precisa ser redefinida para assegurar que o paciente permaneça seguro, independente, e capaz de realizar atividades da vida diária e atividades instrumentais da vida pelo máximo de tempo que for razoável (8).
    O processo de reabilitação pode começar enquanto o trabalho de diagnóstico está ainda sendo feito. Isso pode tornar a forma de treinamento básico em atividades da vida diária. Isso inclui o treinamento de atendentes para a assistência de paciente e a reabilitação de modificações ambientais necessárias para a segurança da pessoa confusa de modo que essa possa viver em um ambiente o mais aberto possível. Uma vez o diagnóstico tenha sido estabelecido, pode ser feito o planejamento cuidadoso para a assistência.
    Nos estágios iniciais e médios da doença, a intervenção fisioterápica geralmente pode prolongar a habilidade de movimentar-se com facilidade (10).
    É importante observar que inicialmente a intervenção fisioterápica pode ser potencialmente envolvida com a facilitação do planejamento motor e planejamento para compensação de perdas nas atividades de vida diária. A habilidade para andar é perdida mais tarde, e outros estudos relatam níveis comparáveis de comprometimento (7).
    A intervenção fisioterápica para assistir o paciente e treinar os atendentes envolve a facilitação dos movimentos e planejamentos motor e o desenvolvimento ou refinamento de pistas ambientais e cognitivas para ajudar a realizar tarefas complexas (10).
    O comprometimento cognitivo é o fator limitante. A análise ajuda o atendente a prover somente a ajuda que é absolutamente necessária, com os pacientes continuando a realizar sozinhos o máximo de AVDS possível; por exemplo, para escovar os dentes, o paciente precisa ser capaz de lembrar o comando, identificar a escova de dentes, e realizar a ação motora. O paciente pode somente precisar de ajuda de alguém que coloque a escova em sua mão e a guie lentamente para a boca para que seja capaz de escovar os dentes (7).
    A primeira meta da reabilitação é criar um ambiente (emocional e físico) que dê suporte (trabalhar ativamente para compensar as perdas cognitivas específicas dos pacientes na medida em que forem ocorrendo gradualmente). A meta final é ajudar os pacientes a sentirem que eles são capazes, de modo que continuem a tentar fazer por si próprios as coisas que possam fazer com segurança, independentemente de permanecerem em sua casa ou estarem vivendo em uma instituição (9).
    Em cada sessão os movimentos precisam ser equilibrados com períodos adequados de repouso para assegurar que o paciente não atingirá o ponto de fadiga e exaustão. São preferíveis freqüentes e breves períodos de atividade física (10).
    O fisioterapeuta pode contribuir muito com a melhora da qualidade de vida do paciente e da família (7).
    Objetivos da reabilitação fisioterápica (7,8,9):
    - Diminuir a progressão e efeitos dos sintomas da doença,
    - Evitar ou diminuir complicações e deformidades,
    - Manter as capacidades funcionais do paciente (sistema cardiorrespiratório),
    - Manter ou devolver a ADM funcional das articulações,
    - Evitar contraturas e encurtamento musculares (imobilização no leito),
    - Evitar a atrofia por desuso e fraqueza muscular,
    - Incentivar e promover o funcionamento motor e mobilidade,
    - Orientação sobre as posturas corretas,
    - Treino do padrão da marcha,
    - Trabalhar os padrões do funcionamento sistema respiratório (fala, respiração, expansão e mobilidade torácica),
    - Manter ou recuperar a independência funcional nas atividades de vida diária.
    Consiste basicamente na fisioterapia motora, que engloba desde exercícios ativos, passivos, auto-assistidos, contra-resistência, isométricos, metabólicos, isotônicos, ou seja, qualquer tipo de movimento é bem vindo no tratamento. Quando chega a uma segunda fase esta patologia, deve-se estimular atividades para que o paciente não fique o tempo inteiro na cama, evitando assim escaras de decúbito, comumente relatadas. Alongamentos e atividades de relaxamento podem ser realizados (10).
    Outras modalidades de tratamento são eficazes, como a parte de exercícios para o condicionamento aeróbico, como estimular o paciente a realizar caminhadas, tanto por percursos diferentes, ou dependendo pelo mesmo percurso, estimulando assim concomitantemente a memória do paciente. Bicicletas estacionárias também são de grande valia, assim como se possíveis trabalhos de hidroterapia (9).
    Exercícios para propriocepção e equilíbrio são fundamentais para a desenvoltura do paciente, como exercícios com bastões, bola, descarga de peso gradual, andadores, percursos (10).
    Pode realizar atividades em que se estimule o raciocínio do paciente, como atividades de escrever, decorar palavras, nomear objetos, que levam a um estímulo da memória (7).
    Porém a principal atitude a ser tomada é a companhia que este paciente precisa, nunca deixa-lo no abandono, por isso a conversa com familiares sobre o assunto é importante, para que assim este paciente possa conviver normalmente num meio familiar, eliminando o risco de passar o resto de sua vida num asilo (6).
    Conclusão
    Existe uma busca de uma melhor qualidade de vida para os pacientes e dos vários tipos de tratamento para a doença de Alzheimer, com o objetivo de amenizar os sintomas. Porém enquanto não for descoberta a etiologia dessa patologia, torna-se difícil chegar á cura dessa doença.
    A fisioterapia busca melhoria na qualidade de vida do paciente, sendo que o paciente com Alzheimer necessita de uma reabilitação global, envolvendo uma equipe multidisciplinar, e que a fisioterapia tem um papel fundamental tanto na reabilitação motora quanto no retorno as relações interpessoais e na obtenção de independência por parte do paciente.

    Fonte - http://fisioterapiaportoalegre.wordpress.com/area-de-atuacao/fisioterapia-neurofuncional/doenca-de-alzheimer-e-tratamento-fisioterapico/
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